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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Pessoas

Dias Toffoli

Relator da Compliance Zero no STF em dezembro de 2025, inclusive da acareação entre Vorcaro e Paulo Henrique Costa. Ministro do STF; admitiu ter recebido valores da Maridt (empresa familiar) após vender participação no Tayayá a fundo ligado ao Master em 2021; a PF investiga quem é o beneficiário final do fundo. Foi relator do inquérito do Master no STF; deixou a relatoria em 12/02/2026 após relatório da PF citar menção a ele em mensagem do celular de Vorcaro; nega ter recebido valores; declarou-se suspeito em julgamentos posteriores do caso. Ministro do STF; confirmou, por nota do gabinete, que foi ao fórum de Londres (abril de 2024) a convite de Moraes.

Documentado Contém acusação grave — revisão editorial humana pendente

Estar neste acervo não significa ter cometido crime. Esta ficha mostra só o que os documentos sustentam, com a fonte ao lado, a situação processual por processo e data, e a resposta da pessoa.

Quem é

  • ministro do STF, relator da Compliance Zero — STF (dez. 2025 a 2026) [evid]
  • ministro do STF, ex-relator do inquérito do Master (até 12/02/2026) — STF (? a 12 fev. 2026) [evid]
  • ministro do STF — STF (23 out. 2009 a hoje) [evid]
  • presidente do STF — STF (13 set. 2018 a 10 set. 2020) [evid] [evid]

Em dezembro de 2025 o ministro Dias Toffoli, relator no STF, decretou sigilo, determinou que novas diligências da Compliance Zero passassem previamente pelo STF e conduziu depoimentos e acareação entre Vorcaro e Paulo Henrique Costa em 30/12/2025 (Ailton de Aquino Santos, diretor do BC, foi dispensado da acareação).

Fonte únicaFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)cronologia, 2-3 e 24-30 de dezembro#f03-toffoli-relator-dez2025
Detalhes da evidência
Fato
30 dez. 2025
Fonte
Leia a cronologia sobre o caso do Banco Master — Poder360, 30 dez. 2025
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
O que foi dito na acareação não consta. Escopo do papel do servidor do BC e tema da frente F05.
Citados
Dias Toffoli, Paulo Henrique Costa, Daniel Vorcaro, STF
Estado
Documentado

Toffoli admitiu a interlocutores ter recebido valores da Maridt (empresa familiar que detinha 33% do resort Tayayá, tendo dois irmãos como administradores) após vender sua participação em 2021 ao fundo Arleen, ligado ao Master; disse que os repasses foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis.

Detalhes da evidência
Fato
2021
Fonte
Toffoli admite recebimento de valores ligados a transações do Resort Tayayá e Banco Master — ND Mais (baseado na Folha de S.Paulo) (Gizelle Santos), 12 fev. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Baseado na Folha (não aberta). O valor recebido por Toffoli não é informado. Não fala em R$ 20 milhões.
Citados
Dias Toffoli, Maridt Participações, Fundo Arleen, Resort Tayayá (Ribeirão Claro, PR), Banco Master
Estado
Revisado

Em 2021 o fundo Arleen, administrado pela Reag, comprou dos irmãos de Toffoli uma participação no Tayayá por R$ 20 milhões, valor igual ao que Vorcaro diz ter aplicado inicialmente; segundo proposta de delação rejeitada, Vorcaro teria acertado R$ 35 milhões, desembolsado R$ 20 milhões e deixado R$ 15 milhões pendentes.

AlegadoGraveFonte: Gazeta do Povo · original (abre em nova aba)seções 'Venda de participação no Tayayá (2021)' e 'Fundo Arleen e Reag'#f04-arleen-20mi-2021
Dias Toffoli (11 set. 2026): Diz que os repasses da Maridt foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis; que a Maridt é empresa familiar e as vendas foram a valor de mercado; nega ter mantido recursos no exterior ou operado nas Ilhas Virgens Britânicas, nega favorecimento e informa que os demais dez ministros do STF não viram motivo de suspeição em 12/02/2026.
Detalhes da evidência
Fato
2021
Fonte
Vorcaro encontrou Dias Toffoli 12 vezes por voto de usinas sucroalcooleiras — Gazeta do Povo (Guilherme Grandi, Juliet Manfrin), 29 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Parte é mensagens apreendidas (divulgadas pelo UOL) e parte é proposta de delação rejeitada pela PGR; a defesa de Vorcaro não reconhece a autenticidade do material. A matéria não informa quem figura como comprador no contrato, só que o fundo Arleen comprou. Os R$ 35 milhões também aparecem como valor recebido pelo fundo de Vorcaro (Paraná Urgente) - o que é outra afirmação (aporte no fundo) e não pode ser somada ao preço de R$ 20 milhões.
Citados
Fundo Arleen, Reag Investimentos, Maridt Participações, Resort Tayayá (Ribeirão Claro, PR), Daniel Vorcaro, Dias Toffoli
Estado
Revisado

Segundo relatório da PF revelado pela revista piauí, o fundo Arleen recebeu R$ 35 milhões de Vorcaro e a PF investiga se Toffoli é o real proprietário ou beneficiário final do fundo; em dezembro de 2025 os ativos foram transferidos para a Égide I Holding, nas Ilhas Virgens Britânicas.

AlegadoGraveFonte: Paraná Urgente (Folhapress/piauí) · original (abre em nova aba)seções de valores e cronologia#f04-arleen-35mi-pf
Dias Toffoli (11 set. 2026): Diz que os repasses da Maridt foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis; que a Maridt é empresa familiar e as vendas foram a valor de mercado; nega ter mantido recursos no exterior ou operado nas Ilhas Virgens Britânicas, nega favorecimento e informa que os demais dez ministros do STF não viram motivo de suspeição em 12/02/2026.
Detalhes da evidência
Fato
dez. 2025
Fonte
PF aponta Toffoli como dono oculto de R$ 35 mi do Banco Master em offshore no Caribe; esquema envolve resort no PR — Paraná Urgente (Folhapress/piauí), 11 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Hipótese investigativa da PF, não conclusão: a própria matéria diz que a PF 'aponta elementos que sugerem' interpostas pessoas. Relatório não reproduzido. O título do veículo ('dono oculto') vai além do corpo. O gabinete de Toffoli nega recursos no exterior e diz que o relatório foi arquivado e que os demais dez ministros não viram motivo de suspeição (12/02/2026).
Citados
Fundo Arleen, Daniel Vorcaro, Dias Toffoli, Polícia Federal
Estado
Revisado

Em 12/02/2026 o ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do inquérito do Banco Master no STF, depois de reunião convocada pelo presidente Edson Fachin para tratar de relatório da PF sobre o celular de Vorcaro; Toffoli pediu para continuar, mas aceitou sair diante da pressão pública. O STF informou que redistribuiria os processos.

Detalhes da evidência
Fato
12 fev. 2026
Fonte
Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Lida apenas a Agência Brasil. Outras reportagens aparecem em listagens de buscador (Poder360, CNN, Migalhas, Congresso em Foco), mas não foram abertas. A reportagem lida não diz quem foi o novo relator; a PF dirige a representação ao 'Ministro Relator André Mendonça' (ver evid:f05-mendonca-relator-pet-15556). O conteúdo da mensagem citada no relatório da PF está sob sigilo.
Citados
Dias Toffoli, Edson Fachin, STF, Pet 15.556/DF - autos do inquérito da PF da Operação Compliance Zero no STF (representação inicial; relator: Mendonça de fev/2026 a 12/09/2026; avocada pela Presidência em 12/09/2026)
Estado
Documentado

Segundo a Agência Brasil, o relatório da PF enviado a Fachin apontava menções a Toffoli em mensagem no celular de Vorcaro (conteúdo sob sigilo); Toffoli era criticado por reportagens sobre fundo ligado ao Master que comprou participação no resort Tayayá, de familiares do ministro. Em nota, Toffoli confirmou ser sócio do resort e afirmou não ter recebido valores de Vorcaro.

Dias Toffoli (12 fev. 2026): Em nota anterior à saída da relatoria, Toffoli confirmou ser sócio do resort Tayayá e afirmou não ter recebido valores de Vorcaro; pediu para continuar no caso e aceitou deixar a relatoria diante da pressão pública.
Detalhes da evidência
Fato
12 fev. 2026
Fonte
Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Menção em mensagem não prova conduta. Não consta decisão que torne Toffoli investigado. Relação societária do resort com o fundo é afirmada pela reportagem sem documento aberto pelo projeto.
Citados
Dias Toffoli, Daniel Vorcaro
Estado
Revisado

Nota assinada pelos dez ministros do STF em 12/02/2026 declarou não ser caso de arguição de suspeição (art. 107 do CPP; art. 280 do Regimento), reconheceu a validade dos atos de Toffoli na Reclamação 88.121 e processos vinculados, disse que ele atendeu a todos os pedidos da PF e da PGR e atendeu a pedido dele de redistribuição livre dos processos.

Detalhes da evidência
Fato
12 fev. 2026
Fonte
Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Texto da nota descrito pela Agência Brasil; a nota em si não foi aberta. Ela afirma não haver suspeição, ao mesmo tempo em que Toffoli saiu da relatoria.
Citados
STF, Dias Toffoli, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Kassio Nunes Marques, Cristiano Zanin, Flávio Dino
Estado
Documentado

O gabinete de Dias Toffoli afirmou que ele foi ao evento de Londres a convite de Alexandre de Moraes e que nunca teve amizade ou intimidade com Vorcaro.

AlegadoFonte: Banda B · original (abre em nova aba)seção 'Nota de Toffoli'#f06-londres-toffoli
Detalhes da evidência
Fato
abr. 2024
Fonte
'Fui porque Moraes chamou': Toffoli se explica sobre evento pago por Vorcaro em Londres — Banda B (Cecilia Sizanoski), 11 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Declaração do próprio gabinete: confirma a presença; não esclarece quem pagou passagens/hospedagem dele.
Citados
Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Fórum Jurídico Brasil de Ideias
Estado
Revisado

Procedimentos oficiais e situação

Situação por processo e por data. A linha mais recente de cada processo é a situação conhecida mais atual — não necessariamente a de hoje.

Fatos comprovados ou confirmados

Em 16/04/2026, na 4ª fase da Compliance Zero, foram presos preventivamente o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o advogado Daniel Monteiro, com sete mandados de busca; a Segunda Turma do STF manteve as prisões em julgamento virtual concluído em 24/04/2026 (Costa, 4 a 0: Mendonça, Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes; Monteiro, 3 a 1, com divergência parcial de Gilmar pela prisão domiciliar com tornozeleira); Toffoli se declarou suspeito.

Confirmado por fontes independentesFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f05-cz-fase4-prisoes-costa
Detalhes da evidência
Fato
24 abr. 2026
Fonte
Por unanimidade, STF mantém prisão de ex-presidente do BRB — Agência Brasil (André Richter), 24 abr. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Número do processo e fundamentos dos votos não constam. A Jovem Pan cobre a prisão de 16/04, não o julgamento.
Confirmam
Compliance Zero completa 6 meses; o que a investigação sobre o Master já revelou
Citados
Paulo Henrique Costa, Daniel Lopes Monteiro, Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, Luiz Fux, Kassio Nunes Marques, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Pet 15.556/DF - autos do inquérito da PF da Operação Compliance Zero no STF (representação inicial; relator: Mendonça de fev/2026 a 12/09/2026; avocada pela Presidência em 12/09/2026)
Estado
Revisado

Em 15/09/2026 o Plenário do STF discutiu questão de ordem para julgar em conjunto as Pets 16.662 e 16.704: rejeitaram o julgamento conjunto Fachin, Cármen Lúcia, Fux e Mendonça; acolheram Gilmar Mendes (autor da proposta), Moraes e Zanin; Flávio Dino pediu vista e suspendeu a análise sem votar; Nunes Marques declarou impedimento e Toffoli, suspeição.

Confirmado por fontes independentesFonte: Blog do Marcelo José (crédito 'Informações do STF') · original (abre em nova aba)seções 'Placar parcial' e 'Impedimento e suspeição'#f05-plenario-2026-09-15
Detalhes da evidência
Fato
15 set. 2026
Fonte
Aliado de Moraes, Dino pede vista e adia decisão sobre abertura de investigação contra ministro do STF — Blog do Marcelo José (crédito 'Informações do STF'), 16 set. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
O mérito da Pet 16.662 (pedido da PGR de nulidade e extinção) não foi julgado; só a questão de ordem sobre julgamento conjunto. Um resumo de buscador diz que Dino havia se manifestado antes pela análise conjunta, mas pediu que o voto não fosse computado; o Blog do Marcelo José diz que ele ainda não votou. O partido Novo teria pedido a anulação da vista (resumo de buscador).
Confirmam
Moraes diz não haver pedido de investigação; Fachin reforça plenário; F05 Stf Vista Suspende Julgamento Conjunto
Citados
Plenário do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, Pet 16.662 - relatório da PF (IPJ-A 3298613/2026) sobre o celular de Vorcaro, desentranhado da Pet 15.556; sigilo levantado em 01/09/2026; relatoria transferida à Presidência em 12/09/2026; questão de ordem sobre julgamento conjunto com a Pet 16.704 suspensa por vista em 15/09/2026, Pet 16.704 - procedimento aberto pela Presidência do STF a partir de pedido de Moraes (no Inq 4.781) para apurar a conduta de Mendonça na condução das Pets 15.041 e 15.556; informações de Moraes, Mendonça, PGR e PF; julgamento de 23/09/2026 retirado da pauta; aguarda parecer da PGR
Estado
Revisado

A Segunda Turma do STF negou recurso da União no ARE 1.327.995 (Destilaria Alcídia, indenização por controle de preços do extinto IAA), por 3 votos a 2: Fachin (relator), Toffoli e Nunes Marques a favor da empresa; Gilmar Mendes e André Mendonça vencidos. O ICL e o senador Alessandro Vieira (peça descrita pela Imirante) situam a decisão em 01/10/2024; a CNN a situa em outubro de 2024 sem informar o dia; o Poder360 (nota de Gilmar Mendes) situa o julgamento da Segunda Turma em 3 de junho de 2025, com a mesma maioria. As datas não foram conciliadas.

Confirmado por fontes independentesFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)seção ‘Caso Alcídia’#f10-alcidia-julgamento-3x2
Detalhes da evidência
Fato
1 out. 2024
Fonte
Diálogos de Vorcaro citam suposta mesada de R$ 500 mil para filho de Nunes — CNN Brasil (Gustavo Uribe, Matheus Teixeira, Tainá Falcão, Teo Cury), 15 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Acórdão e andamento do STF não examinados pelo projeto. O número do processo (ARE 1.327.995) vem do ICL Notícias; a CNN e a Folha (via Bahia) não o citam. A CNN diz que a Alcídia é do grupo Atvos. O senador Alessandro Vieira e os deputados do PT descrevem o voto de Nunes Marques como ‘de desempate’ (a Imirante dá 2 a 2 antes do voto dele), compatível com 3 a 2 final. O Master não era parte do processo (segundo as mesmas fontes e o ministro).
Confirmam
Mensagens de Vorcaro citam pagamento de R$ 500 mil a filho de Kassio Nunes Marques; PF apontou R$ 8,5 bi em precatórios, mas Mendonça focou mensagens sobre Moraes; Mensagens de Vorcaro associam filho de Nunes Marques a valor de R$ 500 mil mensais
Citados
Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, Destilaria Alcídia S/A, Kassio Nunes Marques, Edson Fachin, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, André Mendonça, ARE 1.327.995 - Destilaria Alcídia x União (indenização por controle de preços do antigo IAA), 2ª Turma do STF
Estado
Revisado

Segundo o STF, Dias Toffoli presidiu o TSE no biênio 2014/2016 e depois foi reconduzido como ministro substituto do TSE, sem data informada.

Comprovado por documentoFonte: Supremo Tribunal Federal · original (abre em nova aba)texto da notícia#f15-L4-toffoli-tse
Detalhes da evidência
Fato
23 out. 2024
Fonte
Ministro Dias Toffoli completa 15 anos de STF nesta quarta-feira (23) — Supremo Tribunal Federal, 23 out. 2024
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Sem datas; não incluído como cargo por falta de período.
Citados
Dias Toffoli, TSE
Estado
Documentado

Alegações, fontes únicas e contestações

O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.

Em dezembro de 2025 o ministro Dias Toffoli, relator no STF, decretou sigilo, determinou que novas diligências da Compliance Zero passassem previamente pelo STF e conduziu depoimentos e acareação entre Vorcaro e Paulo Henrique Costa em 30/12/2025 (Ailton de Aquino Santos, diretor do BC, foi dispensado da acareação).

Fonte únicaFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)cronologia, 2-3 e 24-30 de dezembro#f03-toffoli-relator-dez2025
Detalhes da evidência
Fato
30 dez. 2025
Fonte
Leia a cronologia sobre o caso do Banco Master — Poder360, 30 dez. 2025
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
O que foi dito na acareação não consta. Escopo do papel do servidor do BC e tema da frente F05.
Citados
Dias Toffoli, Paulo Henrique Costa, Daniel Vorcaro, STF
Estado
Documentado

Toffoli admitiu a interlocutores ter recebido valores da Maridt (empresa familiar que detinha 33% do resort Tayayá, tendo dois irmãos como administradores) após vender sua participação em 2021 ao fundo Arleen, ligado ao Master; disse que os repasses foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis.

Detalhes da evidência
Fato
2021
Fonte
Toffoli admite recebimento de valores ligados a transações do Resort Tayayá e Banco Master — ND Mais (baseado na Folha de S.Paulo) (Gizelle Santos), 12 fev. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Baseado na Folha (não aberta). O valor recebido por Toffoli não é informado. Não fala em R$ 20 milhões.
Citados
Dias Toffoli, Maridt Participações, Fundo Arleen, Resort Tayayá (Ribeirão Claro, PR), Banco Master
Estado
Revisado

Em 2021 o fundo Arleen, administrado pela Reag, comprou dos irmãos de Toffoli uma participação no Tayayá por R$ 20 milhões, valor igual ao que Vorcaro diz ter aplicado inicialmente; segundo proposta de delação rejeitada, Vorcaro teria acertado R$ 35 milhões, desembolsado R$ 20 milhões e deixado R$ 15 milhões pendentes.

AlegadoGraveFonte: Gazeta do Povo · original (abre em nova aba)seções 'Venda de participação no Tayayá (2021)' e 'Fundo Arleen e Reag'#f04-arleen-20mi-2021
Dias Toffoli (11 set. 2026): Diz que os repasses da Maridt foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis; que a Maridt é empresa familiar e as vendas foram a valor de mercado; nega ter mantido recursos no exterior ou operado nas Ilhas Virgens Britânicas, nega favorecimento e informa que os demais dez ministros do STF não viram motivo de suspeição em 12/02/2026.
Detalhes da evidência
Fato
2021
Fonte
Vorcaro encontrou Dias Toffoli 12 vezes por voto de usinas sucroalcooleiras — Gazeta do Povo (Guilherme Grandi, Juliet Manfrin), 29 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Parte é mensagens apreendidas (divulgadas pelo UOL) e parte é proposta de delação rejeitada pela PGR; a defesa de Vorcaro não reconhece a autenticidade do material. A matéria não informa quem figura como comprador no contrato, só que o fundo Arleen comprou. Os R$ 35 milhões também aparecem como valor recebido pelo fundo de Vorcaro (Paraná Urgente) - o que é outra afirmação (aporte no fundo) e não pode ser somada ao preço de R$ 20 milhões.
Citados
Fundo Arleen, Reag Investimentos, Maridt Participações, Resort Tayayá (Ribeirão Claro, PR), Daniel Vorcaro, Dias Toffoli
Estado
Revisado

Segundo relatório da PF revelado pela revista piauí, o fundo Arleen recebeu R$ 35 milhões de Vorcaro e a PF investiga se Toffoli é o real proprietário ou beneficiário final do fundo; em dezembro de 2025 os ativos foram transferidos para a Égide I Holding, nas Ilhas Virgens Britânicas.

AlegadoGraveFonte: Paraná Urgente (Folhapress/piauí) · original (abre em nova aba)seções de valores e cronologia#f04-arleen-35mi-pf
Dias Toffoli (11 set. 2026): Diz que os repasses da Maridt foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis; que a Maridt é empresa familiar e as vendas foram a valor de mercado; nega ter mantido recursos no exterior ou operado nas Ilhas Virgens Britânicas, nega favorecimento e informa que os demais dez ministros do STF não viram motivo de suspeição em 12/02/2026.
Detalhes da evidência
Fato
dez. 2025
Fonte
PF aponta Toffoli como dono oculto de R$ 35 mi do Banco Master em offshore no Caribe; esquema envolve resort no PR — Paraná Urgente (Folhapress/piauí), 11 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Hipótese investigativa da PF, não conclusão: a própria matéria diz que a PF 'aponta elementos que sugerem' interpostas pessoas. Relatório não reproduzido. O título do veículo ('dono oculto') vai além do corpo. O gabinete de Toffoli nega recursos no exterior e diz que o relatório foi arquivado e que os demais dez ministros não viram motivo de suspeição (12/02/2026).
Citados
Fundo Arleen, Daniel Vorcaro, Dias Toffoli, Polícia Federal
Estado
Revisado

Em 12/02/2026 o ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do inquérito do Banco Master no STF, depois de reunião convocada pelo presidente Edson Fachin para tratar de relatório da PF sobre o celular de Vorcaro; Toffoli pediu para continuar, mas aceitou sair diante da pressão pública. O STF informou que redistribuiria os processos.

Detalhes da evidência
Fato
12 fev. 2026
Fonte
Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Lida apenas a Agência Brasil. Outras reportagens aparecem em listagens de buscador (Poder360, CNN, Migalhas, Congresso em Foco), mas não foram abertas. A reportagem lida não diz quem foi o novo relator; a PF dirige a representação ao 'Ministro Relator André Mendonça' (ver evid:f05-mendonca-relator-pet-15556). O conteúdo da mensagem citada no relatório da PF está sob sigilo.
Citados
Dias Toffoli, Edson Fachin, STF, Pet 15.556/DF - autos do inquérito da PF da Operação Compliance Zero no STF (representação inicial; relator: Mendonça de fev/2026 a 12/09/2026; avocada pela Presidência em 12/09/2026)
Estado
Documentado

Segundo a Agência Brasil, o relatório da PF enviado a Fachin apontava menções a Toffoli em mensagem no celular de Vorcaro (conteúdo sob sigilo); Toffoli era criticado por reportagens sobre fundo ligado ao Master que comprou participação no resort Tayayá, de familiares do ministro. Em nota, Toffoli confirmou ser sócio do resort e afirmou não ter recebido valores de Vorcaro.

Dias Toffoli (12 fev. 2026): Em nota anterior à saída da relatoria, Toffoli confirmou ser sócio do resort Tayayá e afirmou não ter recebido valores de Vorcaro; pediu para continuar no caso e aceitou deixar a relatoria diante da pressão pública.
Detalhes da evidência
Fato
12 fev. 2026
Fonte
Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Menção em mensagem não prova conduta. Não consta decisão que torne Toffoli investigado. Relação societária do resort com o fundo é afirmada pela reportagem sem documento aberto pelo projeto.
Citados
Dias Toffoli, Daniel Vorcaro
Estado
Revisado

Nota assinada pelos dez ministros do STF em 12/02/2026 declarou não ser caso de arguição de suspeição (art. 107 do CPP; art. 280 do Regimento), reconheceu a validade dos atos de Toffoli na Reclamação 88.121 e processos vinculados, disse que ele atendeu a todos os pedidos da PF e da PGR e atendeu a pedido dele de redistribuição livre dos processos.

Detalhes da evidência
Fato
12 fev. 2026
Fonte
Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Texto da nota descrito pela Agência Brasil; a nota em si não foi aberta. Ela afirma não haver suspeição, ao mesmo tempo em que Toffoli saiu da relatoria.
Citados
STF, Dias Toffoli, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Kassio Nunes Marques, Cristiano Zanin, Flávio Dino
Estado
Documentado

A 2ª fase da Compliance Zero (14/01/2026) teve 42 mandados de busca e apreensão expedidos pelo STF, com bloqueio de mais de R$ 5,7 bilhões autorizado pelo ministro Dias Toffoli; entre os alvos, Nelson Tanure e João Carlos Mansur; Fabiano Zettel foi detido ao tentar embarcar para os Emirados Árabes e liberado em seguida.

Fonte únicaFonte: Jovem Pan · original (abre em nova aba)seção da 2ª fase#f05-cz-fase2-2026-01-14
Detalhes da evidência
Fato
14 jan. 2026
Fonte
Compliance Zero completa 6 meses; o que a investigação sobre o Master já revelou — Jovem Pan, 18 maio 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A nota da PF da 2ª fase no gov.br devolveu 'conteúdo restrito' ao extrator e não foi lida. 'Alvo' de busca não equivale a indiciado ou denunciado. O bloqueio de R$ 5,7 bi é valor máximo determinado, não valor localizado. A Wikipédia em português lista esta fase com Toffoli como autor da soltura de Zettel.
Citados
Polícia Federal, Dias Toffoli, Nelson Tanure, Joao Carlos Mansur, Fabiano Zettel, Operação Compliance Zero (PF) - 1ª fase na 10ª Vara Federal Criminal do DF (nov/2025) e fases seguintes; hipótese central: fraudes na cessão de carteiras de crédito do Master ao BRB
Estado
Documentado

Em 14/04/2026 a CPI do Crime Organizado do Senado (presidida por Fabiano Contarato) rejeitou por 6 votos a 4 o relatório do senador Alessandro Vieira, que propunha o indiciamento, por crimes de responsabilidade, de Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes (vínculos financeiros com Vorcaro e voos em aeronaves ligadas a empresas dele) e apontava omissão do PGR Paulo Gonet.

Detalhes da evidência
Fato
14 abr. 2026
Fonte
CPI do Crime rejeita relatório que propõe indiciar Moraes, Toffoli e Gilmar — CNN Brasil (Emilly Behnke, Leonardo Ribbeiro, Davi Alencar), 14 abr. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Relatório rejeitado não tem efeito de indiciamento; CPIs não têm poder de indiciar formalmente. O texto não detalha as provas do relatório; as afirmações de vínculo financeiro eram do relator, não demonstradas em decisão. Moraes, Toffoli, Gilmar e Gonet negam ou não se manifestam nesta fonte (resposta não localizada).
Citados
CPI do Crime Organizado (Senado Federal), Alessandro Vieira, Fabiano Contarato, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Paulo Gonet
Estado
Revisado

O 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias foi realizado em Londres de 24 a 27/04/2024 e, segundo relatório da PF descrito pela piauí e pela Banda B, foi financiado quase integralmente pelo Banco Master. Gastos citados: hospedagem no The Peninsula entre 760 mil e 850 mil libras por três dias, degustação de uísque de cerca de R$ 3,3 milhões e média de R$ 145 mil por participante. Segundo a Banda B, participaram 22 dos mais de 60 convidados, entre eles Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Andrei Rodrigues, Hugo Motta e Paulo Gonet; Gilmar Mendes e Flávio Dino constam apenas da lista de convidados enviada por Moraes a Vorcaro, sem confirmação de comparecimento nessa fonte.

Fonte únicaFonte: Banda B · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f06-londres-forum-2024
Detalhes da evidência
Fato
24 abr. 2024 a 27 abr. 2024
Fonte
'Fui porque Moraes chamou': Toffoli se explica sobre evento pago por Vorcaro em Londres — Banda B (Cecilia Sizanoski), 11 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Relatório da PF não examinado; piauí não aberta. Valores aproximados; a média por participante não deve ser somada aos totais. CONFLITO: o Poder360 (correção de 02/09/2026) informa que o plano de viagem do filho do PGR era para a 2ª edição (2025), que não ocorreu; a presença de Gonet na edição de 2024 aparece só na Banda B e não foi confirmada por outra fonte lida. A lista é de 'participantes citados', não de comparecimento comprovado para cada nome, exceto onde houver confirmação própria (Toffoli). Evento jurídico/acadêmico com financiamento privado não é, por si, ilícito; o relatório da PF diz não fazer juízo definitivo sobre conduta de autoridades.
Citados
Fórum Jurídico Brasil de Ideias, Banco Master, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Flávio Dino, Andrei Rodrigues, Paulo Gonet, Hugo Motta, Leonardo Serrano
Estado
Revisado

O gabinete de Dias Toffoli afirmou que ele foi ao evento de Londres a convite de Alexandre de Moraes e que nunca teve amizade ou intimidade com Vorcaro.

AlegadoFonte: Banda B · original (abre em nova aba)seção 'Nota de Toffoli'#f06-londres-toffoli
Detalhes da evidência
Fato
abr. 2024
Fonte
'Fui porque Moraes chamou': Toffoli se explica sobre evento pago por Vorcaro em Londres — Banda B (Cecilia Sizanoski), 11 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Declaração do próprio gabinete: confirma a presença; não esclarece quem pagou passagens/hospedagem dele.
Citados
Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Fórum Jurídico Brasil de Ideias
Estado
Revisado

Segundo a Folha (via O Tempo/Folhapress, 08/07/2026), em novembro de 2025 o Master pediu que o inquérito sobre suas supostas fraudes ficasse com Kassio Nunes Marques; o caso foi sorteado para Dias Toffoli, que se declarou impedido, e hoje é relatado por André Mendonça.

Detalhes da evidência
Fato
nov. 2025
Fonte
Filho de ministro do STF acumula R$ 27,7 milhões em dois anos como advogado — O Tempo (Folhapress) (Lucas Marchesini, Thaísa Oliveira), 8 jul. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Uma só reportagem; petição não examinada. Pode ser um dos três pedidos de que fala a piauí, mas isso não está dito nas fontes. Fundamento do pedido não informado.
Citados
Banco Master, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, André Mendonça
Estado
Revisado

Segundo a fonte, Dias Toffoli é ministro do STF desde 23/10/2009.

Fonte únicaFonte: Supremo Tribunal Federal · original (abre em nova aba)título: completa 15 anos em 23/10/2024#f15-L4-toffoli-ministro-stf
Detalhes da evidência
Fato
23 out. 2009
Fonte
Ministro Dias Toffoli completa 15 anos de STF nesta quarta-feira (23) — Supremo Tribunal Federal, 23 out. 2024
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Página examinada; datas conforme o texto.
Citados
Dias Toffoli, STF
Estado
Documentado

Segundo a Agência Brasil, Dias Toffoli tomou posse na presidência do STF em 13/09/2018 para mandato de dois anos, sucedendo Cármen Lúcia; Fux foi empossado vice na mesma cerimônia.

Detalhes da evidência
Fato
13 set. 2018
Fonte
Toffoli toma posse na presidência do STF e ficará no cargo até 2020 — Agência Brasil, 13 set. 2018
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Página examinada; datas conforme o texto.
Citados
Dias Toffoli, STF
Estado
Documentado

Resposta

11 set. 2026 · Diz que os repasses da Maridt foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis; que a Maridt é empresa familiar e as vendas foram a valor de mercado; nega ter mantido recursos no exterior ou operado nas Ilhas Virgens Britânicas, nega favorecimento e informa que os demais dez ministros do STF não viram motivo de suspeição em 12/02/2026. [fonte]
12 fev. 2026 · Em nota anterior à saída da relatoria, Toffoli confirmou ser sócio do resort Tayayá e afirmou não ter recebido valores de Vorcaro; pediu para continuar no caso e aceitou deixar a relatoria diante da pressão pública. [fonte]
set. 2026 · O gabinete diz que ele foi a Londres a convite de Moraes e que nunca teve amizade ou intimidade com Vorcaro. [fonte]

O que ainda não se sabe

  • Período exato de relatoria não verificado (fim em 2026 inferido).
  • Valor recebido por ele da Maridt não informado.
  • Papel dele como relator e a suspeição: frente F05.
  • Conteúdo da mensagem é sigiloso.
  • Não consta ato que o torne investigado.
  • Quem custeou as despesas dele no evento não consta nas fontes lidas