Quem é
- ministro do STF, relator da Compliance Zero — STF (dez. 2025 a 2026) [evid]
- ministro do STF, ex-relator do inquérito do Master (até 12/02/2026) — STF (? a 12 fev. 2026) [evid]
- ministro do STF — STF (23 out. 2009 a hoje) [evid]
- presidente do STF — STF (13 set. 2018 a 10 set. 2020) [evid] [evid]
Em dezembro de 2025 o ministro Dias Toffoli, relator no STF, decretou sigilo, determinou que novas diligências da Compliance Zero passassem previamente pelo STF e conduziu depoimentos e acareação entre Vorcaro e Paulo Henrique Costa em 30/12/2025 (Ailton de Aquino Santos, diretor do BC, foi dispensado da acareação).
Detalhes da evidência
- Fato
- 30 dez. 2025
- Fonte
- Leia a cronologia sobre o caso do Banco Master — Poder360, 30 dez. 2025
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- O que foi dito na acareação não consta. Escopo do papel do servidor do BC e tema da frente F05.
- Citados
- Dias Toffoli, Paulo Henrique Costa, Daniel Vorcaro, STF
- Estado
- Documentado
Toffoli admitiu a interlocutores ter recebido valores da Maridt (empresa familiar que detinha 33% do resort Tayayá, tendo dois irmãos como administradores) após vender sua participação em 2021 ao fundo Arleen, ligado ao Master; disse que os repasses foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis.
Detalhes da evidência
- Fato
- 2021
- Fonte
- Toffoli admite recebimento de valores ligados a transações do Resort Tayayá e Banco Master — ND Mais (baseado na Folha de S.Paulo) (Gizelle Santos), 12 fev. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Baseado na Folha (não aberta). O valor recebido por Toffoli não é informado. Não fala em R$ 20 milhões.
- Citados
- Dias Toffoli, Maridt Participações, Fundo Arleen, Resort Tayayá (Ribeirão Claro, PR), Banco Master
- Estado
- Revisado
Em 2021 o fundo Arleen, administrado pela Reag, comprou dos irmãos de Toffoli uma participação no Tayayá por R$ 20 milhões, valor igual ao que Vorcaro diz ter aplicado inicialmente; segundo proposta de delação rejeitada, Vorcaro teria acertado R$ 35 milhões, desembolsado R$ 20 milhões e deixado R$ 15 milhões pendentes.
Dias Toffoli (11 set. 2026): Diz que os repasses da Maridt foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis; que a Maridt é empresa familiar e as vendas foram a valor de mercado; nega ter mantido recursos no exterior ou operado nas Ilhas Virgens Britânicas, nega favorecimento e informa que os demais dez ministros do STF não viram motivo de suspeição em 12/02/2026.
Detalhes da evidência
- Fato
- 2021
- Fonte
- Vorcaro encontrou Dias Toffoli 12 vezes por voto de usinas sucroalcooleiras — Gazeta do Povo (Guilherme Grandi, Juliet Manfrin), 29 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Parte é mensagens apreendidas (divulgadas pelo UOL) e parte é proposta de delação rejeitada pela PGR; a defesa de Vorcaro não reconhece a autenticidade do material. A matéria não informa quem figura como comprador no contrato, só que o fundo Arleen comprou. Os R$ 35 milhões também aparecem como valor recebido pelo fundo de Vorcaro (Paraná Urgente) - o que é outra afirmação (aporte no fundo) e não pode ser somada ao preço de R$ 20 milhões.
- Citados
- Fundo Arleen, Reag Investimentos, Maridt Participações, Resort Tayayá (Ribeirão Claro, PR), Daniel Vorcaro, Dias Toffoli
- Estado
- Revisado
Segundo relatório da PF revelado pela revista piauí, o fundo Arleen recebeu R$ 35 milhões de Vorcaro e a PF investiga se Toffoli é o real proprietário ou beneficiário final do fundo; em dezembro de 2025 os ativos foram transferidos para a Égide I Holding, nas Ilhas Virgens Britânicas.
Dias Toffoli (11 set. 2026): Diz que os repasses da Maridt foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis; que a Maridt é empresa familiar e as vendas foram a valor de mercado; nega ter mantido recursos no exterior ou operado nas Ilhas Virgens Britânicas, nega favorecimento e informa que os demais dez ministros do STF não viram motivo de suspeição em 12/02/2026.
Detalhes da evidência
- Fato
- dez. 2025
- Fonte
- PF aponta Toffoli como dono oculto de R$ 35 mi do Banco Master em offshore no Caribe; esquema envolve resort no PR — Paraná Urgente (Folhapress/piauí), 11 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Hipótese investigativa da PF, não conclusão: a própria matéria diz que a PF 'aponta elementos que sugerem' interpostas pessoas. Relatório não reproduzido. O título do veículo ('dono oculto') vai além do corpo. O gabinete de Toffoli nega recursos no exterior e diz que o relatório foi arquivado e que os demais dez ministros não viram motivo de suspeição (12/02/2026).
- Citados
- Fundo Arleen, Daniel Vorcaro, Dias Toffoli, Polícia Federal
- Estado
- Revisado
Em 12/02/2026 o ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do inquérito do Banco Master no STF, depois de reunião convocada pelo presidente Edson Fachin para tratar de relatório da PF sobre o celular de Vorcaro; Toffoli pediu para continuar, mas aceitou sair diante da pressão pública. O STF informou que redistribuiria os processos.
Detalhes da evidência
- Fato
- 12 fev. 2026
- Fonte
- Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Lida apenas a Agência Brasil. Outras reportagens aparecem em listagens de buscador (Poder360, CNN, Migalhas, Congresso em Foco), mas não foram abertas. A reportagem lida não diz quem foi o novo relator; a PF dirige a representação ao 'Ministro Relator André Mendonça' (ver evid:f05-mendonca-relator-pet-15556). O conteúdo da mensagem citada no relatório da PF está sob sigilo.
- Citados
- Dias Toffoli, Edson Fachin, STF, Pet 15.556/DF - autos do inquérito da PF da Operação Compliance Zero no STF (representação inicial; relator: Mendonça de fev/2026 a 12/09/2026; avocada pela Presidência em 12/09/2026)
- Estado
- Documentado
Segundo a Agência Brasil, o relatório da PF enviado a Fachin apontava menções a Toffoli em mensagem no celular de Vorcaro (conteúdo sob sigilo); Toffoli era criticado por reportagens sobre fundo ligado ao Master que comprou participação no resort Tayayá, de familiares do ministro. Em nota, Toffoli confirmou ser sócio do resort e afirmou não ter recebido valores de Vorcaro.
Dias Toffoli (12 fev. 2026): Em nota anterior à saída da relatoria, Toffoli confirmou ser sócio do resort Tayayá e afirmou não ter recebido valores de Vorcaro; pediu para continuar no caso e aceitou deixar a relatoria diante da pressão pública.
Detalhes da evidência
- Fato
- 12 fev. 2026
- Fonte
- Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Menção em mensagem não prova conduta. Não consta decisão que torne Toffoli investigado. Relação societária do resort com o fundo é afirmada pela reportagem sem documento aberto pelo projeto.
- Citados
- Dias Toffoli, Daniel Vorcaro
- Estado
- Revisado
Nota assinada pelos dez ministros do STF em 12/02/2026 declarou não ser caso de arguição de suspeição (art. 107 do CPP; art. 280 do Regimento), reconheceu a validade dos atos de Toffoli na Reclamação 88.121 e processos vinculados, disse que ele atendeu a todos os pedidos da PF e da PGR e atendeu a pedido dele de redistribuição livre dos processos.
Detalhes da evidência
- Fato
- 12 fev. 2026
- Fonte
- Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Texto da nota descrito pela Agência Brasil; a nota em si não foi aberta. Ela afirma não haver suspeição, ao mesmo tempo em que Toffoli saiu da relatoria.
- Citados
- STF, Dias Toffoli, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Kassio Nunes Marques, Cristiano Zanin, Flávio Dino
- Estado
- Documentado
O gabinete de Dias Toffoli afirmou que ele foi ao evento de Londres a convite de Alexandre de Moraes e que nunca teve amizade ou intimidade com Vorcaro.
Detalhes da evidência
- Fato
- abr. 2024
- Fonte
- 'Fui porque Moraes chamou': Toffoli se explica sobre evento pago por Vorcaro em Londres — Banda B (Cecilia Sizanoski), 11 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Declaração do próprio gabinete: confirma a presença; não esclarece quem pagou passagens/hospedagem dele.
- Citados
- Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Fórum Jurídico Brasil de Ideias
- Estado
- Revisado
Fatos comprovados ou confirmados
Em 16/04/2026, na 4ª fase da Compliance Zero, foram presos preventivamente o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o advogado Daniel Monteiro, com sete mandados de busca; a Segunda Turma do STF manteve as prisões em julgamento virtual concluído em 24/04/2026 (Costa, 4 a 0: Mendonça, Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes; Monteiro, 3 a 1, com divergência parcial de Gilmar pela prisão domiciliar com tornozeleira); Toffoli se declarou suspeito.
Detalhes da evidência
- Fato
- 24 abr. 2026
- Fonte
- Por unanimidade, STF mantém prisão de ex-presidente do BRB — Agência Brasil (André Richter), 24 abr. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Número do processo e fundamentos dos votos não constam. A Jovem Pan cobre a prisão de 16/04, não o julgamento.
- Confirmam
- Compliance Zero completa 6 meses; o que a investigação sobre o Master já revelou
- Citados
- Paulo Henrique Costa, Daniel Lopes Monteiro, Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, Luiz Fux, Kassio Nunes Marques, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Pet 15.556/DF - autos do inquérito da PF da Operação Compliance Zero no STF (representação inicial; relator: Mendonça de fev/2026 a 12/09/2026; avocada pela Presidência em 12/09/2026)
- Estado
- Revisado
Em 15/09/2026 o Plenário do STF discutiu questão de ordem para julgar em conjunto as Pets 16.662 e 16.704: rejeitaram o julgamento conjunto Fachin, Cármen Lúcia, Fux e Mendonça; acolheram Gilmar Mendes (autor da proposta), Moraes e Zanin; Flávio Dino pediu vista e suspendeu a análise sem votar; Nunes Marques declarou impedimento e Toffoli, suspeição.
Detalhes da evidência
- Fato
- 15 set. 2026
- Fonte
- Aliado de Moraes, Dino pede vista e adia decisão sobre abertura de investigação contra ministro do STF — Blog do Marcelo José (crédito 'Informações do STF'), 16 set. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- O mérito da Pet 16.662 (pedido da PGR de nulidade e extinção) não foi julgado; só a questão de ordem sobre julgamento conjunto. Um resumo de buscador diz que Dino havia se manifestado antes pela análise conjunta, mas pediu que o voto não fosse computado; o Blog do Marcelo José diz que ele ainda não votou. O partido Novo teria pedido a anulação da vista (resumo de buscador).
- Confirmam
- Moraes diz não haver pedido de investigação; Fachin reforça plenário; F05 Stf Vista Suspende Julgamento Conjunto
- Citados
- Plenário do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, Pet 16.662 - relatório da PF (IPJ-A 3298613/2026) sobre o celular de Vorcaro, desentranhado da Pet 15.556; sigilo levantado em 01/09/2026; relatoria transferida à Presidência em 12/09/2026; questão de ordem sobre julgamento conjunto com a Pet 16.704 suspensa por vista em 15/09/2026, Pet 16.704 - procedimento aberto pela Presidência do STF a partir de pedido de Moraes (no Inq 4.781) para apurar a conduta de Mendonça na condução das Pets 15.041 e 15.556; informações de Moraes, Mendonça, PGR e PF; julgamento de 23/09/2026 retirado da pauta; aguarda parecer da PGR
- Estado
- Revisado
A Segunda Turma do STF negou recurso da União no ARE 1.327.995 (Destilaria Alcídia, indenização por controle de preços do extinto IAA), por 3 votos a 2: Fachin (relator), Toffoli e Nunes Marques a favor da empresa; Gilmar Mendes e André Mendonça vencidos. O ICL e o senador Alessandro Vieira (peça descrita pela Imirante) situam a decisão em 01/10/2024; a CNN a situa em outubro de 2024 sem informar o dia; o Poder360 (nota de Gilmar Mendes) situa o julgamento da Segunda Turma em 3 de junho de 2025, com a mesma maioria. As datas não foram conciliadas.
Detalhes da evidência
- Fato
- 1 out. 2024
- Fonte
- Diálogos de Vorcaro citam suposta mesada de R$ 500 mil para filho de Nunes — CNN Brasil (Gustavo Uribe, Matheus Teixeira, Tainá Falcão, Teo Cury), 15 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Acórdão e andamento do STF não examinados pelo projeto. O número do processo (ARE 1.327.995) vem do ICL Notícias; a CNN e a Folha (via Bahia) não o citam. A CNN diz que a Alcídia é do grupo Atvos. O senador Alessandro Vieira e os deputados do PT descrevem o voto de Nunes Marques como ‘de desempate’ (a Imirante dá 2 a 2 antes do voto dele), compatível com 3 a 2 final. O Master não era parte do processo (segundo as mesmas fontes e o ministro).
- Confirmam
- Mensagens de Vorcaro citam pagamento de R$ 500 mil a filho de Kassio Nunes Marques; PF apontou R$ 8,5 bi em precatórios, mas Mendonça focou mensagens sobre Moraes; Mensagens de Vorcaro associam filho de Nunes Marques a valor de R$ 500 mil mensais
- Citados
- Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, Destilaria Alcídia S/A, Kassio Nunes Marques, Edson Fachin, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, André Mendonça, ARE 1.327.995 - Destilaria Alcídia x União (indenização por controle de preços do antigo IAA), 2ª Turma do STF
- Estado
- Revisado
Segundo o STF, Dias Toffoli presidiu o TSE no biênio 2014/2016 e depois foi reconduzido como ministro substituto do TSE, sem data informada.
Detalhes da evidência
- Fato
- 23 out. 2024
- Fonte
- Ministro Dias Toffoli completa 15 anos de STF nesta quarta-feira (23) — Supremo Tribunal Federal, 23 out. 2024
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Sem datas; não incluído como cargo por falta de período.
- Citados
- Dias Toffoli, TSE
- Estado
- Documentado
Alegações, fontes únicas e contestações
O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.
Em dezembro de 2025 o ministro Dias Toffoli, relator no STF, decretou sigilo, determinou que novas diligências da Compliance Zero passassem previamente pelo STF e conduziu depoimentos e acareação entre Vorcaro e Paulo Henrique Costa em 30/12/2025 (Ailton de Aquino Santos, diretor do BC, foi dispensado da acareação).
Detalhes da evidência
- Fato
- 30 dez. 2025
- Fonte
- Leia a cronologia sobre o caso do Banco Master — Poder360, 30 dez. 2025
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- O que foi dito na acareação não consta. Escopo do papel do servidor do BC e tema da frente F05.
- Citados
- Dias Toffoli, Paulo Henrique Costa, Daniel Vorcaro, STF
- Estado
- Documentado
Toffoli admitiu a interlocutores ter recebido valores da Maridt (empresa familiar que detinha 33% do resort Tayayá, tendo dois irmãos como administradores) após vender sua participação em 2021 ao fundo Arleen, ligado ao Master; disse que os repasses foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis.
Detalhes da evidência
- Fato
- 2021
- Fonte
- Toffoli admite recebimento de valores ligados a transações do Resort Tayayá e Banco Master — ND Mais (baseado na Folha de S.Paulo) (Gizelle Santos), 12 fev. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Baseado na Folha (não aberta). O valor recebido por Toffoli não é informado. Não fala em R$ 20 milhões.
- Citados
- Dias Toffoli, Maridt Participações, Fundo Arleen, Resort Tayayá (Ribeirão Claro, PR), Banco Master
- Estado
- Revisado
Em 2021 o fundo Arleen, administrado pela Reag, comprou dos irmãos de Toffoli uma participação no Tayayá por R$ 20 milhões, valor igual ao que Vorcaro diz ter aplicado inicialmente; segundo proposta de delação rejeitada, Vorcaro teria acertado R$ 35 milhões, desembolsado R$ 20 milhões e deixado R$ 15 milhões pendentes.
Dias Toffoli (11 set. 2026): Diz que os repasses da Maridt foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis; que a Maridt é empresa familiar e as vendas foram a valor de mercado; nega ter mantido recursos no exterior ou operado nas Ilhas Virgens Britânicas, nega favorecimento e informa que os demais dez ministros do STF não viram motivo de suspeição em 12/02/2026.
Detalhes da evidência
- Fato
- 2021
- Fonte
- Vorcaro encontrou Dias Toffoli 12 vezes por voto de usinas sucroalcooleiras — Gazeta do Povo (Guilherme Grandi, Juliet Manfrin), 29 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Parte é mensagens apreendidas (divulgadas pelo UOL) e parte é proposta de delação rejeitada pela PGR; a defesa de Vorcaro não reconhece a autenticidade do material. A matéria não informa quem figura como comprador no contrato, só que o fundo Arleen comprou. Os R$ 35 milhões também aparecem como valor recebido pelo fundo de Vorcaro (Paraná Urgente) - o que é outra afirmação (aporte no fundo) e não pode ser somada ao preço de R$ 20 milhões.
- Citados
- Fundo Arleen, Reag Investimentos, Maridt Participações, Resort Tayayá (Ribeirão Claro, PR), Daniel Vorcaro, Dias Toffoli
- Estado
- Revisado
Segundo relatório da PF revelado pela revista piauí, o fundo Arleen recebeu R$ 35 milhões de Vorcaro e a PF investiga se Toffoli é o real proprietário ou beneficiário final do fundo; em dezembro de 2025 os ativos foram transferidos para a Égide I Holding, nas Ilhas Virgens Britânicas.
Dias Toffoli (11 set. 2026): Diz que os repasses da Maridt foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis; que a Maridt é empresa familiar e as vendas foram a valor de mercado; nega ter mantido recursos no exterior ou operado nas Ilhas Virgens Britânicas, nega favorecimento e informa que os demais dez ministros do STF não viram motivo de suspeição em 12/02/2026.
Detalhes da evidência
- Fato
- dez. 2025
- Fonte
- PF aponta Toffoli como dono oculto de R$ 35 mi do Banco Master em offshore no Caribe; esquema envolve resort no PR — Paraná Urgente (Folhapress/piauí), 11 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Hipótese investigativa da PF, não conclusão: a própria matéria diz que a PF 'aponta elementos que sugerem' interpostas pessoas. Relatório não reproduzido. O título do veículo ('dono oculto') vai além do corpo. O gabinete de Toffoli nega recursos no exterior e diz que o relatório foi arquivado e que os demais dez ministros não viram motivo de suspeição (12/02/2026).
- Citados
- Fundo Arleen, Daniel Vorcaro, Dias Toffoli, Polícia Federal
- Estado
- Revisado
Em 12/02/2026 o ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do inquérito do Banco Master no STF, depois de reunião convocada pelo presidente Edson Fachin para tratar de relatório da PF sobre o celular de Vorcaro; Toffoli pediu para continuar, mas aceitou sair diante da pressão pública. O STF informou que redistribuiria os processos.
Detalhes da evidência
- Fato
- 12 fev. 2026
- Fonte
- Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Lida apenas a Agência Brasil. Outras reportagens aparecem em listagens de buscador (Poder360, CNN, Migalhas, Congresso em Foco), mas não foram abertas. A reportagem lida não diz quem foi o novo relator; a PF dirige a representação ao 'Ministro Relator André Mendonça' (ver evid:f05-mendonca-relator-pet-15556). O conteúdo da mensagem citada no relatório da PF está sob sigilo.
- Citados
- Dias Toffoli, Edson Fachin, STF, Pet 15.556/DF - autos do inquérito da PF da Operação Compliance Zero no STF (representação inicial; relator: Mendonça de fev/2026 a 12/09/2026; avocada pela Presidência em 12/09/2026)
- Estado
- Documentado
Segundo a Agência Brasil, o relatório da PF enviado a Fachin apontava menções a Toffoli em mensagem no celular de Vorcaro (conteúdo sob sigilo); Toffoli era criticado por reportagens sobre fundo ligado ao Master que comprou participação no resort Tayayá, de familiares do ministro. Em nota, Toffoli confirmou ser sócio do resort e afirmou não ter recebido valores de Vorcaro.
Dias Toffoli (12 fev. 2026): Em nota anterior à saída da relatoria, Toffoli confirmou ser sócio do resort Tayayá e afirmou não ter recebido valores de Vorcaro; pediu para continuar no caso e aceitou deixar a relatoria diante da pressão pública.
Detalhes da evidência
- Fato
- 12 fev. 2026
- Fonte
- Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Menção em mensagem não prova conduta. Não consta decisão que torne Toffoli investigado. Relação societária do resort com o fundo é afirmada pela reportagem sem documento aberto pelo projeto.
- Citados
- Dias Toffoli, Daniel Vorcaro
- Estado
- Revisado
Nota assinada pelos dez ministros do STF em 12/02/2026 declarou não ser caso de arguição de suspeição (art. 107 do CPP; art. 280 do Regimento), reconheceu a validade dos atos de Toffoli na Reclamação 88.121 e processos vinculados, disse que ele atendeu a todos os pedidos da PF e da PGR e atendeu a pedido dele de redistribuição livre dos processos.
Detalhes da evidência
- Fato
- 12 fev. 2026
- Fonte
- Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Texto da nota descrito pela Agência Brasil; a nota em si não foi aberta. Ela afirma não haver suspeição, ao mesmo tempo em que Toffoli saiu da relatoria.
- Citados
- STF, Dias Toffoli, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Kassio Nunes Marques, Cristiano Zanin, Flávio Dino
- Estado
- Documentado
A 2ª fase da Compliance Zero (14/01/2026) teve 42 mandados de busca e apreensão expedidos pelo STF, com bloqueio de mais de R$ 5,7 bilhões autorizado pelo ministro Dias Toffoli; entre os alvos, Nelson Tanure e João Carlos Mansur; Fabiano Zettel foi detido ao tentar embarcar para os Emirados Árabes e liberado em seguida.
Detalhes da evidência
- Fato
- 14 jan. 2026
- Fonte
- Compliance Zero completa 6 meses; o que a investigação sobre o Master já revelou — Jovem Pan, 18 maio 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- A nota da PF da 2ª fase no gov.br devolveu 'conteúdo restrito' ao extrator e não foi lida. 'Alvo' de busca não equivale a indiciado ou denunciado. O bloqueio de R$ 5,7 bi é valor máximo determinado, não valor localizado. A Wikipédia em português lista esta fase com Toffoli como autor da soltura de Zettel.
- Citados
- Polícia Federal, Dias Toffoli, Nelson Tanure, Joao Carlos Mansur, Fabiano Zettel, Operação Compliance Zero (PF) - 1ª fase na 10ª Vara Federal Criminal do DF (nov/2025) e fases seguintes; hipótese central: fraudes na cessão de carteiras de crédito do Master ao BRB
- Estado
- Documentado
Em 14/04/2026 a CPI do Crime Organizado do Senado (presidida por Fabiano Contarato) rejeitou por 6 votos a 4 o relatório do senador Alessandro Vieira, que propunha o indiciamento, por crimes de responsabilidade, de Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes (vínculos financeiros com Vorcaro e voos em aeronaves ligadas a empresas dele) e apontava omissão do PGR Paulo Gonet.
Detalhes da evidência
- Fato
- 14 abr. 2026
- Fonte
- CPI do Crime rejeita relatório que propõe indiciar Moraes, Toffoli e Gilmar — CNN Brasil (Emilly Behnke, Leonardo Ribbeiro, Davi Alencar), 14 abr. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Relatório rejeitado não tem efeito de indiciamento; CPIs não têm poder de indiciar formalmente. O texto não detalha as provas do relatório; as afirmações de vínculo financeiro eram do relator, não demonstradas em decisão. Moraes, Toffoli, Gilmar e Gonet negam ou não se manifestam nesta fonte (resposta não localizada).
- Citados
- CPI do Crime Organizado (Senado Federal), Alessandro Vieira, Fabiano Contarato, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Paulo Gonet
- Estado
- Revisado
O 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias foi realizado em Londres de 24 a 27/04/2024 e, segundo relatório da PF descrito pela piauí e pela Banda B, foi financiado quase integralmente pelo Banco Master. Gastos citados: hospedagem no The Peninsula entre 760 mil e 850 mil libras por três dias, degustação de uísque de cerca de R$ 3,3 milhões e média de R$ 145 mil por participante. Segundo a Banda B, participaram 22 dos mais de 60 convidados, entre eles Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Andrei Rodrigues, Hugo Motta e Paulo Gonet; Gilmar Mendes e Flávio Dino constam apenas da lista de convidados enviada por Moraes a Vorcaro, sem confirmação de comparecimento nessa fonte.
Detalhes da evidência
- Fato
- 24 abr. 2024 a 27 abr. 2024
- Fonte
- 'Fui porque Moraes chamou': Toffoli se explica sobre evento pago por Vorcaro em Londres — Banda B (Cecilia Sizanoski), 11 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Relatório da PF não examinado; piauí não aberta. Valores aproximados; a média por participante não deve ser somada aos totais. CONFLITO: o Poder360 (correção de 02/09/2026) informa que o plano de viagem do filho do PGR era para a 2ª edição (2025), que não ocorreu; a presença de Gonet na edição de 2024 aparece só na Banda B e não foi confirmada por outra fonte lida. A lista é de 'participantes citados', não de comparecimento comprovado para cada nome, exceto onde houver confirmação própria (Toffoli). Evento jurídico/acadêmico com financiamento privado não é, por si, ilícito; o relatório da PF diz não fazer juízo definitivo sobre conduta de autoridades.
- Citados
- Fórum Jurídico Brasil de Ideias, Banco Master, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Flávio Dino, Andrei Rodrigues, Paulo Gonet, Hugo Motta, Leonardo Serrano
- Estado
- Revisado
O gabinete de Dias Toffoli afirmou que ele foi ao evento de Londres a convite de Alexandre de Moraes e que nunca teve amizade ou intimidade com Vorcaro.
Detalhes da evidência
- Fato
- abr. 2024
- Fonte
- 'Fui porque Moraes chamou': Toffoli se explica sobre evento pago por Vorcaro em Londres — Banda B (Cecilia Sizanoski), 11 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Declaração do próprio gabinete: confirma a presença; não esclarece quem pagou passagens/hospedagem dele.
- Citados
- Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Fórum Jurídico Brasil de Ideias
- Estado
- Revisado
Segundo a Folha (via O Tempo/Folhapress, 08/07/2026), em novembro de 2025 o Master pediu que o inquérito sobre suas supostas fraudes ficasse com Kassio Nunes Marques; o caso foi sorteado para Dias Toffoli, que se declarou impedido, e hoje é relatado por André Mendonça.
Detalhes da evidência
- Fato
- nov. 2025
- Fonte
- Filho de ministro do STF acumula R$ 27,7 milhões em dois anos como advogado — O Tempo (Folhapress) (Lucas Marchesini, Thaísa Oliveira), 8 jul. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Uma só reportagem; petição não examinada. Pode ser um dos três pedidos de que fala a piauí, mas isso não está dito nas fontes. Fundamento do pedido não informado.
- Citados
- Banco Master, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, André Mendonça
- Estado
- Revisado
Segundo a fonte, Dias Toffoli é ministro do STF desde 23/10/2009.
Detalhes da evidência
- Fato
- 23 out. 2009
- Fonte
- Ministro Dias Toffoli completa 15 anos de STF nesta quarta-feira (23) — Supremo Tribunal Federal, 23 out. 2024
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Página examinada; datas conforme o texto.
- Citados
- Dias Toffoli, STF
- Estado
- Documentado
Segundo a Agência Brasil, Dias Toffoli tomou posse na presidência do STF em 13/09/2018 para mandato de dois anos, sucedendo Cármen Lúcia; Fux foi empossado vice na mesma cerimônia.
Detalhes da evidência
- Fato
- 13 set. 2018
- Fonte
- Toffoli toma posse na presidência do STF e ficará no cargo até 2020 — Agência Brasil, 13 set. 2018
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Página examinada; datas conforme o texto.
- Citados
- Dias Toffoli, STF
- Estado
- Documentado