Pular para o conteúdo
Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Pessoas

Daniel Lopes Monteiro

Advogado ligado a Vorcaro que, segundo a PF, montou a estrutura societária e de pagamento dos imóveis atribuídos a Costa; teve prisão preventiva decretada em 16/04/2026.

Revisado Contém acusação grave — revisão editorial humana pendente

Estar neste acervo não significa ter cometido crime. Esta ficha mostra só o que os documentos sustentam, com a fonte ao lado, a situação processual por processo e data, e a resposta da pessoa.

Quem é

Cargos não documentados.

A PF diz ter identificado propina de Vorcaro ao ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa na forma de seis imóveis de luxo (quatro em São Paulo e dois em Brasília), registrados em nome de seis empresas, com valor total acordado de R$ 146,5 milhões e mais de R$ 74,6 milhões já rastreados; a decisão de Mendonça de 16/04/2026 decretou a prisão preventiva de Costa e do advogado Daniel Monteiro.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
16 abr. 2026
Fonte
Veja os seis imóveis de luxo que foram pagos como propina por Vorcaro ao ex-presidente do BRB — Times Brasil (CNBC) (Allan Ravagnani), 16 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Alegação da PF acolhida em decisão cautelar; não é condenação. Valor total também aparece como R$ 140 milhões (título/corpo da outra matéria do Times Brasil) e R$ 146 milhões: não reconciliados. Não há valor por imóvel. Nenhuma das duas matérias traz a defesa. Segundo a reportagem, os recursos aportados nas empresas vieram de fundos da REAG, e Vorcaro teria mandado paralisar os pagamentos ao saber de procedimento sigiloso do MPF (maio de 2025).
Citados
Paulo Henrique Costa, Daniel Lopes Monteiro, Daniel Vorcaro, BRB - Banco de Brasília S.A., Reag Investimentos, Polícia Federal, STF
Estado
Revisado

Segundo a reportagem, as seis empresas que figuram como donas dos imóveis (Allora, Lenore, Stanza, Domani, Chesapeake e Milano) tinham capital inicial irrisório e depois receberam aportes compatíveis com o valor dos bens; um cunhado do advogado Daniel Monteiro aparece como diretor fictício, segundo a PF.

AlegadoGraveFonte: Times Brasil (CNBC) · original (abre em nova aba)seção 'Empresas em cujo nome os imóveis foram registrados'#f04-costa-imoveis-empresas

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
2025
Fonte
Veja os seis imóveis de luxo que foram pagos como propina por Vorcaro ao ex-presidente do BRB — Times Brasil (CNBC) (Allan Ravagnani), 16 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Caracterização das empresas como 'de fachada' é de PF/decisão; não verificada em registros societários. A reportagem não associa cada empresa a um imóvel.
Citados
Seis empresas em nome das quais os imóveis foram registrados (Allora, Lenore, Stanza, Domani, Chesapeake e Milano), Daniel Lopes Monteiro, Reag Investimentos
Estado
Revisado

Em 16/04/2026, na 4ª fase da Compliance Zero, foram presos preventivamente o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o advogado Daniel Monteiro, com sete mandados de busca; a Segunda Turma do STF manteve as prisões em julgamento virtual concluído em 24/04/2026 (Costa, 4 a 0: Mendonça, Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes; Monteiro, 3 a 1, com divergência parcial de Gilmar pela prisão domiciliar com tornozeleira); Toffoli se declarou suspeito.

Confirmado por fontes independentesFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f05-cz-fase4-prisoes-costa
Detalhes da evidência
Fato
24 abr. 2026
Fonte
Por unanimidade, STF mantém prisão de ex-presidente do BRB — Agência Brasil (André Richter), 24 abr. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Número do processo e fundamentos dos votos não constam. A Jovem Pan cobre a prisão de 16/04, não o julgamento.
Confirmam
Compliance Zero completa 6 meses; o que a investigação sobre o Master já revelou
Citados
Paulo Henrique Costa, Daniel Lopes Monteiro, Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, Luiz Fux, Kassio Nunes Marques, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Pet 15.556/DF - autos do inquérito da PF da Operação Compliance Zero no STF (representação inicial; relator: Mendonça de fev/2026 a 12/09/2026; avocada pela Presidência em 12/09/2026)
Estado
Revisado

Procedimentos oficiais e situação

Situação por processo e por data. A linha mais recente de cada processo é a situação conhecida mais atual — não necessariamente a de hoje.

Valores associados

Cada valor com sua natureza. Contratado não é pago; pago a empresa não é recebido pela pessoa sem prova.

OperaçãoPapel desta pessoaPara quem foi o dinheiroValores
Suposta vantagem indevida: Reag Investimentos → Seis empresas em nome das quais os imóveis foram registrados (Allora, Lenore, Stanza, Domani, Chesapeake e Milano)
Suposta vantagem indevida
intermediárioDestinatário contratual: Seis empresas em nome das quais os imóveis foram registrados (Allora, Lenore, Stanza, Domani, Chesapeake e Milano)
Beneficiário final não demonstrado
Contratado R$ 146,5 mi data não informada
Pago R$ 74,6 mi data não informada
Contratado R$ 140 mi data não informada

Fatos comprovados ou confirmados

Em 16/04/2026, na 4ª fase da Compliance Zero, foram presos preventivamente o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o advogado Daniel Monteiro, com sete mandados de busca; a Segunda Turma do STF manteve as prisões em julgamento virtual concluído em 24/04/2026 (Costa, 4 a 0: Mendonça, Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes; Monteiro, 3 a 1, com divergência parcial de Gilmar pela prisão domiciliar com tornozeleira); Toffoli se declarou suspeito.

Confirmado por fontes independentesFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f05-cz-fase4-prisoes-costa
Detalhes da evidência
Fato
24 abr. 2026
Fonte
Por unanimidade, STF mantém prisão de ex-presidente do BRB — Agência Brasil (André Richter), 24 abr. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Número do processo e fundamentos dos votos não constam. A Jovem Pan cobre a prisão de 16/04, não o julgamento.
Confirmam
Compliance Zero completa 6 meses; o que a investigação sobre o Master já revelou
Citados
Paulo Henrique Costa, Daniel Lopes Monteiro, Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, Luiz Fux, Kassio Nunes Marques, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Pet 15.556/DF - autos do inquérito da PF da Operação Compliance Zero no STF (representação inicial; relator: Mendonça de fev/2026 a 12/09/2026; avocada pela Presidência em 12/09/2026)
Estado
Revisado

Alegações, fontes únicas e contestações

O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.

A PF diz ter identificado propina de Vorcaro ao ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa na forma de seis imóveis de luxo (quatro em São Paulo e dois em Brasília), registrados em nome de seis empresas, com valor total acordado de R$ 146,5 milhões e mais de R$ 74,6 milhões já rastreados; a decisão de Mendonça de 16/04/2026 decretou a prisão preventiva de Costa e do advogado Daniel Monteiro.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
16 abr. 2026
Fonte
Veja os seis imóveis de luxo que foram pagos como propina por Vorcaro ao ex-presidente do BRB — Times Brasil (CNBC) (Allan Ravagnani), 16 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Alegação da PF acolhida em decisão cautelar; não é condenação. Valor total também aparece como R$ 140 milhões (título/corpo da outra matéria do Times Brasil) e R$ 146 milhões: não reconciliados. Não há valor por imóvel. Nenhuma das duas matérias traz a defesa. Segundo a reportagem, os recursos aportados nas empresas vieram de fundos da REAG, e Vorcaro teria mandado paralisar os pagamentos ao saber de procedimento sigiloso do MPF (maio de 2025).
Citados
Paulo Henrique Costa, Daniel Lopes Monteiro, Daniel Vorcaro, BRB - Banco de Brasília S.A., Reag Investimentos, Polícia Federal, STF
Estado
Revisado

Segundo a reportagem, as seis empresas que figuram como donas dos imóveis (Allora, Lenore, Stanza, Domani, Chesapeake e Milano) tinham capital inicial irrisório e depois receberam aportes compatíveis com o valor dos bens; um cunhado do advogado Daniel Monteiro aparece como diretor fictício, segundo a PF.

AlegadoGraveFonte: Times Brasil (CNBC) · original (abre em nova aba)seção 'Empresas em cujo nome os imóveis foram registrados'#f04-costa-imoveis-empresas

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
2025
Fonte
Veja os seis imóveis de luxo que foram pagos como propina por Vorcaro ao ex-presidente do BRB — Times Brasil (CNBC) (Allan Ravagnani), 16 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Caracterização das empresas como 'de fachada' é de PF/decisão; não verificada em registros societários. A reportagem não associa cada empresa a um imóvel.
Citados
Seis empresas em nome das quais os imóveis foram registrados (Allora, Lenore, Stanza, Domani, Chesapeake e Milano), Daniel Lopes Monteiro, Reag Investimentos
Estado
Revisado

Resposta

Nenhuma resposta pública localizada até a última verificação. Como enviar uma resposta.

O que ainda não se sabe

  • Defesa não localizada.
  • Papel concreto atribuído pela PF e defesa não localizados.