Outras evidências que citam esta entidade
Em 26/05/2026 a 8ª fase da Compliance Zero cumpriu busca e apreensão contra Cláudio Castro, apurando crimes envolvendo o Master e o Rioprevidência, no âmbito da Pet 15.497 (relator no STF: André Mendonça).
O Poder360 informou em 12/09/2026 que a investigação se tornou pública depois que o ministro do STF André Mendonça retirou o sigilo de documentos do caso Master, o que permitiu a publicação da representação da PF de 11/03/2026.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Em 10/08/2026, a PF cumpriu oito mandados de busca e apreensão no caso do Iprev de Maceió, com autorização do ministro André Mendonça (STF, decisão assinada em 08/08/2026); o ministro determinou o bloqueio de bens de seis investigados até R$ 97 milhões e negou afastamento dos investigados e buscas contra o atual presidente do Iprev e uma ex-chefe de gabinete.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
A PF apresentou representação em 06/03/2026 e, em 17/03/2026, o juiz federal Raimundo Alves de Campos Junior determinou o envio integral do inquérito ao STF, onde corre como Pet-16344, com relatoria do ministro André Mendonça.
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Reportagem do Brasil de Fato sobre o relatório da PF: prejuízo de cerca de R$ 17 bi em operações desde 2024 (estimativa da PF, decisão do TRF-1 de 28/11/2025 como fonte do número); fluxo 'atípico' de R$ 12,2 bi do BRB ao Master nos primeiros meses de 2025, acima do limite de exposição; preço proposto de 75% do PL do Master, estimado em R$ 3,5 bi (base jun/2024); 'prêmio' de R$ 5 bi mencionado em conversa de 15/03/2025 como hipótese; anúncio da aquisição em 28/03/2025; Inquérito 5.026 no STF, relator André Mendonça.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Em fato relevante de 28/05/2026 o BRB informou que, na Ação Cível Originária 3.755/DF no STF, foi firmado termo de solução consensual entre o DF (controlador), a União, o Banco Central e o BRB: o DF contratara operação de crédito junto ao FGC de até 16% da Receita Corrente Líquida, exclusivamente para aporte de capital no BRB, com fiança de sindicato de instituições financeiras e contragarantia do DF (incluindo FPE e FPM), sem aval, garantia ou transferência de recursos da União; a implementação depende da análise do plano de negócios e das condições técnicas do FGC e de outras aprovações.
O inquérito sobre as operações BRB-Master tramita no STF como Inquérito 5.026, sob relatoria do ministro André Mendonça segundo o Brasil de Fato; relatório policial com mais de 2,5 mil páginas cita o BRB mais de 50 vezes.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Em dezembro de 2025 o ministro Dias Toffoli, relator no STF, decretou sigilo, determinou que novas diligências da Compliance Zero passassem previamente pelo STF e conduziu depoimentos e acareação entre Vorcaro e Paulo Henrique Costa em 30/12/2025 (Ailton de Aquino Santos, diretor do BC, foi dispensado da acareação).
A PF diz ter identificado propina de Vorcaro ao ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa na forma de seis imóveis de luxo (quatro em São Paulo e dois em Brasília), registrados em nome de seis empresas, com valor total acordado de R$ 146,5 milhões e mais de R$ 74,6 milhões já rastreados; a decisão de Mendonça de 16/04/2026 decretou a prisão preventiva de Costa e do advogado Daniel Monteiro.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Em 12/02/2026 o ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do inquérito do Banco Master no STF, depois de reunião convocada pelo presidente Edson Fachin para tratar de relatório da PF sobre o celular de Vorcaro; Toffoli pediu para continuar, mas aceitou sair diante da pressão pública. O STF informou que redistribuiria os processos.
Na 5ª fase da Operação Compliance Zero (07/05/2026), autorizada pelo ministro André Mendonça (STF), a PF afirmou ter indícios de pagamentos mensais de R$ 300 mil a R$ 500 mil de Vorcaro ao senador Ciro Nogueira, além de custeio de viagens internacionais, hospedagens, restaurantes, voos privados e uso de imóveis de alto padrão, em troca de projetos de interesse do banqueiro (entre eles a Emenda 11 à PEC 65, de agosto de 2024). O ministro registrou que os autos reúnem, 'em tese', comprovantes bancários, registros de viagens e mensagens, e apontam arranjo de benefícios mútuos.
Ciro Nogueira (7 maio 2026): A defesa repudia qualquer ilação de ilicitude, diz que ele não participou de atividades ilícitas, coloca-se à disposição e critica medidas invasivas baseadas em mera troca de mensagens de terceiros.
Segundo o Repórter Ceará (atribuindo ao UOL), a PF enviou ao STF em 15/10/2026 inquérito, sob sigilo, que apura a possível participação de Vorcaro no financiamento e estruturação de uma rede internacional de prostituição, com suspeita de tráfico internacional de pessoas; seriam investigados Vorcaro, Leonardo Serrano e Diogo Batista, este último com pagamentos mensais de R$ 120 mil, e Vorcaro teria investido R$ 4,3 milhões desde 2023, segundo mensagens analisadas.
Daniel Vorcaro (14 out. 2026): A defesa não quis se manifestar sobre a reportagem do UOL e não explicou o uso do GV-SP; nenhuma versão da defesa sobre a festa de 28/02/2025, as viagens ou os imóveis dos EUA foi localizada nas fontes lidas.
Relatório da PF sobre o celular de Vorcaro, entregue em 27/08/2026 a pedido do ministro André Mendonça (STF), teve o sigilo levantado e foi divulgado em 01/09/2026; a PF diz que a análise não é exaustiva (72 horas) e que parte das mensagens era de visualização única, o que impede reconstruir conversas inteiras.
Participaram do fórum de Londres de 2024, segundo o Poder360, ministros do STF (Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli), do STJ e outras autoridades; o Master tinha na época uma ação do STF (recurso sobre CSLL) relatada por Gilmar Mendes, que participou de painel, e 27 ações no STJ, três delas relatadas por Raul Araújo, que também participou de painel.
Em 15/09/2026, no plenário do STF, Nunes Marques declarou-se impedido de participar do julgamento sobre o relatório da PF com mensagens de Vorcaro a Moraes, alegando que, como presidente do TSE, não deveria votar em processo com impacto eleitoral, e deixou o plenário; na mesma ocasião disse que nunca julgou processo relacionado ao Master, que o filho nunca prestou serviço ao banco nem foi remunerado por ele, e que não há registro de mensagem sua a Vorcaro.
Kassio Nunes Marques (15 set. 2026): Na sessão do plenário do STF de 15/09/2026, ao declarar impedimento por presidir o TSE, o ministro disse que nunca julgou processo relacionado ao Master, que o filho nunca prestou serviço ao banco nem foi remunerado por ele, que não há registro de mensagem sua a Vorcaro e que atribui a ‘absoluta isenção’ aos votos que proferiu; o subtítulo do Poder360 diz que ele citou a quebra do próprio sigilo bancário, mas o texto lido não detalha a fala. Pedidos de que se abra investigação sobre ele (PT, 12/10) seguem sem resposta localizada.
Segundo o Times Brasil (22/09/2026), pessoas próximas ao ministro dizem que Nunes Marques avalia rever o impedimento e voltar a julgamentos do Master após as eleições, por ter origem na presidência do TSE; em 16/10/2026, Folhapress registra que ele estuda estender o impedimento, e que ministros aliados de Moraes defendem que seja definitivo e que ele seja investigado, o que anteciparia alegações de suspeição.
Segundo a Folhapress (16/10/2026), o presidente do STF, Edson Fachin, cobrou do diretor-geral da PF o envio ao Supremo de todas as menções a integrantes da corte no caso Master; a PF vai consolidar os relatórios, sem prazo; o texto não menciona inquérito ou investigação formalmente aberta contra Nunes Marques.
Em 12/10/2026, os deputados federais Rui Falcão (PT-SP) e Rogério Correia (PT-MG) apresentaram a Edson Fachin uma Notícia de Fato pedindo a abertura de inquérito contra Nunes Marques por possíveis vínculos com Vorcaro e o Master, apontando sete pontos (Alcídia; pagamentos ao filho; contrato de R$ 427 milhões; hospedagem no Joá; episódio em tríplex; voo a Maceió; relatoria do MS 40.823 sobre a CPI do Master) e pedindo a atuação da PGR.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Kassio Nunes Marques (15 set. 2026): Na sessão do plenário do STF de 15/09/2026, ao declarar impedimento por presidir o TSE, o ministro disse que nunca julgou processo relacionado ao Master, que o filho nunca prestou serviço ao banco nem foi remunerado por ele, que não há registro de mensagem sua a Vorcaro e que atribui a ‘absoluta isenção’ aos votos que proferiu; o subtítulo do Poder360 diz que ele citou a quebra do próprio sigilo bancário, mas o texto lido não detalha a fala. Pedidos de que se abra investigação sobre ele (PT, 12/10) seguem sem resposta localizada.
Em 10/06/2026, o PT, por seus advogados, levou à PF uma "notícia de fato" e ao STF uma ADPF pedindo apuração se o orçamento do filme serviu de financiamento clandestino (caixa 2) à pré-campanha de Flávio Bolsonaro, com base no art. 350 do Código Eleitoral e em abuso de poder econômico, além de pedir checagens na Ancine, no US Copyright Office e a aplicação do FARA nos EUA.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Segundo a fonte, André Mendonça é ministro do STF desde 16/12/2021.
Segundo a fonte, Dias Toffoli é ministro do STF desde 23/10/2009.
Segundo a Agência Brasil, Dias Toffoli tomou posse na presidência do STF em 13/09/2018 para mandato de dois anos, sucedendo Cármen Lúcia; Fux foi empossado vice na mesma cerimônia.
Segundo a Agência Brasil, a posse de Luiz Fux na presidência do STF e de Rosa Weber na vice foi marcada para 10/09/2020, encerrando a presidência de Toffoli.
Segundo o STF, Alexandre de Moraes tomou posse como vice-presidente do STF em 29/09/2025, na cerimônia em que Edson Fachin assumiu a presidência.
Segundo o STF, Edson Fachin assumiu a presidência do STF e do CNJ em 29/09/2025.
Segundo a fonte, Flávio Dino é ministro do STF desde 22/02/2024.