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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Tribunal

Supremo Tribunal Federal

Documentado

Principais fatos

A decisão de André Mendonça de 18/06/2026 (9ª fase da Compliance Zero) cita um apartamento de R$ 2,45 milhões em edifício de Salvador (unidade 1702, segundo mensagem citada) e diz que a PF apura se o senador Jaques Wagner atuou em favor do Banco Master no Congresso e recebeu vantagens indevidas, como o apartamento.

AlegadoGraveFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)itens 'Apartamento' e 'Indícios'#f04-wagner-apartamento

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Jaques Wagner (18 jun. 2026): O gabinete do senador diz que ele não é réu, não foi denunciado nem acusado em processo relacionado aos fatos investigados, que o apartamento mencionado jamais integrou seu patrimônio e que ele nega atuação em favor do Banco Master ou de qualquer instituição financeira.
Detalhes da evidência
Fato
18 jun. 2026
Fonte
André Mendonça impõe medidas cautelares a Jaques Wagner — Poder360, 18 jun. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Decisão descrita; íntegra não examinada. É apuração, não conclusão: o senador não é réu nem denunciado. Wagner afirma que o imóvel jamais integrou seu patrimônio. Não há prova pública de transferência do imóvel.
Citados
Jaques Wagner, STF, Polícia Federal
Estado
Revisado

Nota assinada pelos dez ministros do STF em 12/02/2026 declarou não ser caso de arguição de suspeição (art. 107 do CPP; art. 280 do Regimento), reconheceu a validade dos atos de Toffoli na Reclamação 88.121 e processos vinculados, disse que ele atendeu a todos os pedidos da PF e da PGR e atendeu a pedido dele de redistribuição livre dos processos.

Detalhes da evidência
Fato
12 fev. 2026
Fonte
Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Texto da nota descrito pela Agência Brasil; a nota em si não foi aberta. Ela afirma não haver suspeição, ao mesmo tempo em que Toffoli saiu da relatoria.
Citados
STF, Dias Toffoli, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Kassio Nunes Marques, Cristiano Zanin, Flávio Dino
Estado
Documentado

Em 12/09/2026 Fachin determinou que a relatoria da Pet 16.662 passasse a ser da Presidência do STF, com fundamento no art. 13, XV, do Regimento Interno e na possível incidência do art. 144, IV, do CPC (impedimento de juiz quando parente é parte), e mandou remeter à Presidência as Pets 15.041 (Operação Sem Desconto, INSS) e 15.556 (Compliance Zero) e os processos relacionados; Mendonça havia enviado os autos à Presidência no mesmo dia, em cumprimento à ordem de 09/09.

Confirmado por fontes independentesFonte: Migalhas · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f05-fachin-2026-09-12-relatoria
Detalhes da evidência
Fato
12 set. 2026
Fonte
Fachin centraliza na Presidência processos ligados ao Master e ao INSS — Migalhas, 12 set. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Despacho não examinado. O Migalhas diz que o texto não afirma expressamente impedimento de Moraes; o Metrópoles diz que Fachin ainda definiria o relator das Pets 15.041 e 15.556, enquanto a Revista Oeste (resumo de buscador) fala que Mendonça segue formalmente relator mas sem poder adotar novas medidas: conflito de leitura sobre a relatoria formal dessas duas Pets.
Confirmam
Fachin tira relatoria de Mendonça e assume caso ligado a Moraes e Vorcaro; F05 Stf Presidente Assume Relatoria Pet 16662
Citados
Edson Fachin, André Mendonça, Presidência do Supremo Tribunal Federal, Pet 16.662 - relatório da PF (IPJ-A 3298613/2026) sobre o celular de Vorcaro, desentranhado da Pet 15.556; sigilo levantado em 01/09/2026; relatoria transferida à Presidência em 12/09/2026; questão de ordem sobre julgamento conjunto com a Pet 16.704 suspensa por vista em 15/09/2026, Pet 15.556/DF - autos do inquérito da PF da Operação Compliance Zero no STF (representação inicial; relator: Mendonça de fev/2026 a 12/09/2026; avocada pela Presidência em 12/09/2026)
Estado
Revisado

Procedimentos

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

Em 26/05/2026 a 8ª fase da Compliance Zero cumpriu busca e apreensão contra Cláudio Castro, apurando crimes envolvendo o Master e o Rioprevidência, no âmbito da Pet 15.497 (relator no STF: André Mendonça).

Confirmado por fontes independentesGraveFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)tabela 'Operações da Compliance Zero', 8ª fase#f02a-rj-8a-fase-castro

O Poder360 informou em 12/09/2026 que a investigação se tornou pública depois que o ministro do STF André Mendonça retirou o sigilo de documentos do caso Master, o que permitiu a publicação da representação da PF de 11/03/2026.

Fonte únicaFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)seção 'Contexto'#f02a-rj-sigilo-levantado

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Em 10/08/2026, a PF cumpriu oito mandados de busca e apreensão no caso do Iprev de Maceió, com autorização do ministro André Mendonça (STF, decisão assinada em 08/08/2026); o ministro determinou o bloqueio de bens de seis investigados até R$ 97 milhões e negou afastamento dos investigados e buscas contra o atual presidente do Iprev e uma ex-chefe de gabinete.

Confirmado por fontes independentesFonte: Supremo Tribunal Federaldescrito em fonte:f02b-congressoemfoco-2026-08-10-maceio, fonte:f02b-gazetaweb-2026-08-maceio-alvos e fonte:f02b-correiobraziliense-2026-08-11-maceio#f02b-maceio-operacao-2026-08-10

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

A PF apresentou representação em 06/03/2026 e, em 17/03/2026, o juiz federal Raimundo Alves de Campos Junior determinou o envio integral do inquérito ao STF, onde corre como Pet-16344, com relatoria do ministro André Mendonça.

Fonte únicaFonte: Polícia Federaldescrito em fonte:f02b-poder360-2026-09-13-maceio#f02b-maceio-inquerito-stf

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Reportagem do Brasil de Fato sobre o relatório da PF: prejuízo de cerca de R$ 17 bi em operações desde 2024 (estimativa da PF, decisão do TRF-1 de 28/11/2025 como fonte do número); fluxo 'atípico' de R$ 12,2 bi do BRB ao Master nos primeiros meses de 2025, acima do limite de exposição; preço proposto de 75% do PL do Master, estimado em R$ 3,5 bi (base jun/2024); 'prêmio' de R$ 5 bi mencionado em conversa de 15/03/2025 como hipótese; anúncio da aquisição em 28/03/2025; Inquérito 5.026 no STF, relator André Mendonça.

AlegadoGraveFonte: Brasil de Fato · original (abre em nova aba)tabela de valores e datas#f03-pf-valores-natureza-bdf

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Em fato relevante de 28/05/2026 o BRB informou que, na Ação Cível Originária 3.755/DF no STF, foi firmado termo de solução consensual entre o DF (controlador), a União, o Banco Central e o BRB: o DF contratara operação de crédito junto ao FGC de até 16% da Receita Corrente Líquida, exclusivamente para aporte de capital no BRB, com fiança de sindicato de instituições financeiras e contragarantia do DF (incluindo FPE e FPM), sem aval, garantia ou transferência de recursos da União; a implementação depende da análise do plano de negócios e das condições técnicas do FGC e de outras aprovações.

Comprovado por documentoFonte: BRB - Banco de Brasília S.A. · original (abre em nova aba)1o e 2o parágrafos#f03-acordo-fgc-aco3755

O inquérito sobre as operações BRB-Master tramita no STF como Inquérito 5.026, sob relatoria do ministro André Mendonça segundo o Brasil de Fato; relatório policial com mais de 2,5 mil páginas cita o BRB mais de 50 vezes.

Fonte únicaFonte: Brasil de Fato · original (abre em nova aba)seção Procedimento e decisão#f03-inq5026-mendonca

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Em dezembro de 2025 o ministro Dias Toffoli, relator no STF, decretou sigilo, determinou que novas diligências da Compliance Zero passassem previamente pelo STF e conduziu depoimentos e acareação entre Vorcaro e Paulo Henrique Costa em 30/12/2025 (Ailton de Aquino Santos, diretor do BC, foi dispensado da acareação).

Fonte únicaFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)cronologia, 2-3 e 24-30 de dezembro#f03-toffoli-relator-dez2025

A PF diz ter identificado propina de Vorcaro ao ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa na forma de seis imóveis de luxo (quatro em São Paulo e dois em Brasília), registrados em nome de seis empresas, com valor total acordado de R$ 146,5 milhões e mais de R$ 74,6 milhões já rastreados; a decisão de Mendonça de 16/04/2026 decretou a prisão preventiva de Costa e do advogado Daniel Monteiro.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Em 12/02/2026 o ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do inquérito do Banco Master no STF, depois de reunião convocada pelo presidente Edson Fachin para tratar de relatório da PF sobre o celular de Vorcaro; Toffoli pediu para continuar, mas aceitou sair diante da pressão pública. O STF informou que redistribuiria os processos.

Na 5ª fase da Operação Compliance Zero (07/05/2026), autorizada pelo ministro André Mendonça (STF), a PF afirmou ter indícios de pagamentos mensais de R$ 300 mil a R$ 500 mil de Vorcaro ao senador Ciro Nogueira, além de custeio de viagens internacionais, hospedagens, restaurantes, voos privados e uso de imóveis de alto padrão, em troca de projetos de interesse do banqueiro (entre eles a Emenda 11 à PEC 65, de agosto de 2024). O ministro registrou que os autos reúnem, 'em tese', comprovantes bancários, registros de viagens e mensagens, e apontam arranjo de benefícios mútuos.

Ciro Nogueira (7 maio 2026): A defesa repudia qualquer ilação de ilicitude, diz que ele não participou de atividades ilícitas, coloca-se à disposição e critica medidas invasivas baseadas em mera troca de mensagens de terceiros.

Segundo o Repórter Ceará (atribuindo ao UOL), a PF enviou ao STF em 15/10/2026 inquérito, sob sigilo, que apura a possível participação de Vorcaro no financiamento e estruturação de uma rede internacional de prostituição, com suspeita de tráfico internacional de pessoas; seriam investigados Vorcaro, Leonardo Serrano e Diogo Batista, este último com pagamentos mensais de R$ 120 mil, e Vorcaro teria investido R$ 4,3 milhões desde 2023, segundo mensagens analisadas.

Fonte únicaGraveFonte: Repórter Ceará · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f06-pf-inquerito-stf
Daniel Vorcaro (14 out. 2026): A defesa não quis se manifestar sobre a reportagem do UOL e não explicou o uso do GV-SP; nenhuma versão da defesa sobre a festa de 28/02/2025, as viagens ou os imóveis dos EUA foi localizada nas fontes lidas.

Relatório da PF sobre o celular de Vorcaro, entregue em 27/08/2026 a pedido do ministro André Mendonça (STF), teve o sigilo levantado e foi divulgado em 01/09/2026; a PF diz que a análise não é exaustiva (72 horas) e que parte das mensagens era de visualização única, o que impede reconstruir conversas inteiras.

Fonte únicaFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)seções 'O que é', 'Limites' e 'Entrega'#f06-relatorio-pf-publicacao

Participaram do fórum de Londres de 2024, segundo o Poder360, ministros do STF (Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli), do STJ e outras autoridades; o Master tinha na época uma ação do STF (recurso sobre CSLL) relatada por Gilmar Mendes, que participou de painel, e 27 ações no STJ, três delas relatadas por Raul Araújo, que também participou de painel.

Fonte únicaFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)seções Participantes e Ações do Banco Master no STF e no STJ#f07-londres-2024-participantes-acoes

Em 15/09/2026, no plenário do STF, Nunes Marques declarou-se impedido de participar do julgamento sobre o relatório da PF com mensagens de Vorcaro a Moraes, alegando que, como presidente do TSE, não deveria votar em processo com impacto eleitoral, e deixou o plenário; na mesma ocasião disse que nunca julgou processo relacionado ao Master, que o filho nunca prestou serviço ao banco nem foi remunerado por ele, e que não há registro de mensagem sua a Vorcaro.

AlegadoFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)seções ‘Nunes Marques’s plenary statements’ e ‘Denials’#f10-nunes-marques-plenario-impedimento
Kassio Nunes Marques (15 set. 2026): Na sessão do plenário do STF de 15/09/2026, ao declarar impedimento por presidir o TSE, o ministro disse que nunca julgou processo relacionado ao Master, que o filho nunca prestou serviço ao banco nem foi remunerado por ele, que não há registro de mensagem sua a Vorcaro e que atribui a ‘absoluta isenção’ aos votos que proferiu; o subtítulo do Poder360 diz que ele citou a quebra do próprio sigilo bancário, mas o texto lido não detalha a fala. Pedidos de que se abra investigação sobre ele (PT, 12/10) seguem sem resposta localizada.

Segundo o Times Brasil (22/09/2026), pessoas próximas ao ministro dizem que Nunes Marques avalia rever o impedimento e voltar a julgamentos do Master após as eleições, por ter origem na presidência do TSE; em 16/10/2026, Folhapress registra que ele estuda estender o impedimento, e que ministros aliados de Moraes defendem que seja definitivo e que ele seja investigado, o que anteciparia alegações de suspeição.

Segundo a Folhapress (16/10/2026), o presidente do STF, Edson Fachin, cobrou do diretor-geral da PF o envio ao Supremo de todas as menções a integrantes da corte no caso Master; a PF vai consolidar os relatórios, sem prazo; o texto não menciona inquérito ou investigação formalmente aberta contra Nunes Marques.

Fonte únicaFonte: Noveen (Folhapress) · original (abre em nova aba)seção ‘Procedimentos oficiais’#f10-fachin-cobra-pf-mencoes

Em 12/10/2026, os deputados federais Rui Falcão (PT-SP) e Rogério Correia (PT-MG) apresentaram a Edson Fachin uma Notícia de Fato pedindo a abertura de inquérito contra Nunes Marques por possíveis vínculos com Vorcaro e o Master, apontando sete pontos (Alcídia; pagamentos ao filho; contrato de R$ 427 milhões; hospedagem no Joá; episódio em tríplex; voo a Maceió; relatoria do MS 40.823 sobre a CPI do Master) e pedindo a atuação da PGR.

Fonte únicaGraveFonte: Metrópoles · original (abre em nova aba)seção ‘Filing’ e ‘Points raised’#f10-pt-noticia-de-fato-fachin

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Kassio Nunes Marques (15 set. 2026): Na sessão do plenário do STF de 15/09/2026, ao declarar impedimento por presidir o TSE, o ministro disse que nunca julgou processo relacionado ao Master, que o filho nunca prestou serviço ao banco nem foi remunerado por ele, que não há registro de mensagem sua a Vorcaro e que atribui a ‘absoluta isenção’ aos votos que proferiu; o subtítulo do Poder360 diz que ele citou a quebra do próprio sigilo bancário, mas o texto lido não detalha a fala. Pedidos de que se abra investigação sobre ele (PT, 12/10) seguem sem resposta localizada.

Em 10/06/2026, o PT, por seus advogados, levou à PF uma "notícia de fato" e ao STF uma ADPF pedindo apuração se o orçamento do filme serviu de financiamento clandestino (caixa 2) à pré-campanha de Flávio Bolsonaro, com base no art. 350 do Código Eleitoral e em abuso de poder econômico, além de pedir checagens na Ancine, no US Copyright Office e a aplicação do FARA nos EUA.

AlegadoFonte: Diário do Grande ABC · original (abre em nova aba)seções "Quem pediu", "Hipótese de caixa 2"#f11-pt-caixa2

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

O que ainda não se sabe

  • Referência apenas.
  • Portal de notícias do STF respondeu 403 ao extrator; decisões e despachos não foram lidos no original.

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