Em 12/02/2026 o ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do inquérito do Banco Master no STF, depois de reunião convocada pelo presidente Edson Fachin para tratar de relatório da PF sobre o celular de Vorcaro; Toffoli pediu para continuar, mas aceitou sair diante da pressão pública. O STF informou que redistribuiria os processos.
Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master
Agência Brasil · André Richter · 12 fev. 2026
Documentado Fonte secundária
- Acesso pelo projeto
- Trecho examinado pelo projeto
- Consultado em
- 17 out. 2026
- Endereço original
- https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/toffoli-deixa-relatoria-de-investigacao-sobre-o-banco-master
O que este documento sustenta no acervo
Segundo a Agência Brasil, o relatório da PF enviado a Fachin apontava menções a Toffoli em mensagem no celular de Vorcaro (conteúdo sob sigilo); Toffoli era criticado por reportagens sobre fundo ligado ao Master que comprou participação no resort Tayayá, de familiares do ministro. Em nota, Toffoli confirmou ser sócio do resort e afirmou não ter recebido valores de Vorcaro.
Nota assinada pelos dez ministros do STF em 12/02/2026 declarou não ser caso de arguição de suspeição (art. 107 do CPP; art. 280 do Regimento), reconheceu a validade dos atos de Toffoli na Reclamação 88.121 e processos vinculados, disse que ele atendeu a todos os pedidos da PF e da PGR e atendeu a pedido dele de redistribuição livre dos processos.
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