Representação da Polícia Federal de 06/03/2026 no inquérito sobre as aplicações do Iprev Maceió
Polícia Federal · 6 mar. 2026
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Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Consultado em
17 out. 2026
Notas
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
O que este documento sustenta no acervo
O Iprev de Maceió aplicou R$ 97 milhões em letras financeiras subordinadas do Banco Master em duas operações: R$ 80 milhões em 06/12/2023 (IPCA + 7,60% ao ano) e R$ 17 milhões em 13/05/2024 (IPCA + 7,30% ao ano).
Confirmado por fontes independentesFonte: Polícia Federaldescrito em fonte:f02b-poder360-2026-09-13-maceio e fonte:f02b-correiobraziliense-2026-08-11-maceio#f02b-maceio-aplicacoes
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A PF aponta que a reunião do Conselho de Administração de 27/12/2023, que aprovou a política de investimentos de 2024, teve seis conselheiros presentes e seis votos favoráveis, mas apenas quatro assinaturas no registro, abaixo do quorum de sete exigido pela legislação municipal, o que comprometeria a validade da política.
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A PF atribui a Ronnie Reyner Teixeira Mota, diretor-presidente a época, a assinatura das autorizações de aplicação e resgate e o poder de decisão final sobre as alocações, e cita movimentações atípicas em relatório de inteligência financeira (RIF) incompatíveis com a renda declarada, como depósitos fracionados e pagamentos em dinheiro por veículos e imóveis.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
A PF apresentou representação em 06/03/2026 e, em 17/03/2026, o juiz federal Raimundo Alves de Campos Junior determinou o envio integral do inquérito ao STF, onde corre como Pet-16344, com relatoria do ministro André Mendonça.