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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Pagamentos e contratos

Suposta vantagem indevida: Reag Investimentos → Seis empresas em nome das quais os imóveis foram registrados (Allora, Lenore, Stanza, Domani, Chesapeake e Milano)

Suposta vantagem indevida

Revisado Alegado

Pagador efetivo
Reag Investimentos
Origem conhecida dos recursos
fundos da REAG, segundo a PF (reportagem Times Brasil); origem última desconhecida
Destinatário contratual
Seis empresas em nome das quais os imóveis foram registrados (Allora, Lenore, Stanza, Domani, Chesapeake e Milano)
Beneficiário final
Não demonstrado
Intermediário
Daniel Lopes Monteiro
Finalidade declarada
Nenhuma declarada. Segundo a PF, vantagem para favorecer a tentativa de compra do BRB pelo Master.

Valores por natureza

Proposto, contratado, pago e recebido são coisas diferentes e não se somam.

NaturezaValorBruto/líquidoImpostosDataNotaEvidência
ContratadoR$ 146,5 midesconhecido—data não informada[evid]
PagoR$ 74,6 midesconhecido—data não informada[evid]
ContratadoR$ 140 midesconhecido—data não informada[evid]

Hipótese investigativa

De quem: PF e decisão de André Mendonça (16/04/2026), via Times Brasil. PF: seis imóveis (4 em SP, 2 em Brasília) em nome de empresas veículo como propina de Vorcaro a Costa; Vorcaro teria mandado paralisar o restante dos pagamentos em maio de 2025 ao saber de procedimento sigiloso do MPF.

Hipótese não é fato demonstrado.

A PF diz ter identificado propina de Vorcaro ao ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa na forma de seis imóveis de luxo (quatro em São Paulo e dois em Brasília), registrados em nome de seis empresas, com valor total acordado de R$ 146,5 milhões e mais de R$ 74,6 milhões já rastreados; a decisão de Mendonça de 16/04/2026 decretou a prisão preventiva de Costa e do advogado Daniel Monteiro.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
16 abr. 2026
Fonte
Veja os seis imóveis de luxo que foram pagos como propina por Vorcaro ao ex-presidente do BRB — Times Brasil (CNBC) (Allan Ravagnani), 16 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Alegação da PF acolhida em decisão cautelar; não é condenação. Valor total também aparece como R$ 140 milhões (título/corpo da outra matéria do Times Brasil) e R$ 146 milhões: não reconciliados. Não há valor por imóvel. Nenhuma das duas matérias traz a defesa. Segundo a reportagem, os recursos aportados nas empresas vieram de fundos da REAG, e Vorcaro teria mandado paralisar os pagamentos ao saber de procedimento sigiloso do MPF (maio de 2025).
Citados
Paulo Henrique Costa, Daniel Lopes Monteiro, Daniel Vorcaro, BRB - Banco de Brasília S.A., Reag Investimentos, Polícia Federal, STF
Estado
Revisado

Segundo a reportagem, as seis empresas que figuram como donas dos imóveis (Allora, Lenore, Stanza, Domani, Chesapeake e Milano) tinham capital inicial irrisório e depois receberam aportes compatíveis com o valor dos bens; um cunhado do advogado Daniel Monteiro aparece como diretor fictício, segundo a PF.

AlegadoGraveFonte: Times Brasil (CNBC) · original (abre em nova aba)seção 'Empresas em cujo nome os imóveis foram registrados'#f04-costa-imoveis-empresas

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
2025
Fonte
Veja os seis imóveis de luxo que foram pagos como propina por Vorcaro ao ex-presidente do BRB — Times Brasil (CNBC) (Allan Ravagnani), 16 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Caracterização das empresas como 'de fachada' é de PF/decisão; não verificada em registros societários. A reportagem não associa cada empresa a um imóvel.
Citados
Seis empresas em nome das quais os imóveis foram registrados (Allora, Lenore, Stanza, Domani, Chesapeake e Milano), Daniel Lopes Monteiro, Reag Investimentos
Estado
Revisado

Versão dos envolvidos

Nenhuma manifestação localizada.

Conciliação

Os seis imóveis integram os R$ 146,5 milhões: não somar o valor de cada imóvel (não divulgado) nem o de qualquer imóvel citado como listagem de mercado (a cobertura de R$ 140 milhões do edifício Arbórea é preço de lista, não o valor da propina). R$ 140 milhões (manchete) e R$ 146 milhões (corpo) são a mesma coisa vista de dois modos: conflito não reconciliado. Os R$ 74,6 milhões rastreados já estão dentro de R$ 146,5 milhões. Os campos destinatário/intermediários estão preenchidos com as empresas citadas, sem associar cada uma a um imóvel. Dinheiro aportado por fundos REAG em empresas veículo não é desembolso adicional. Costa e beneficiário final apenas segundo a PF (hipótese): grau alegado.

Evidências

id permanente: tx:f04-brb-costa-imoveis-propina