Em 2021 o fundo Arleen, administrado pela Reag, comprou dos irmãos de Toffoli uma participação no Tayayá por R$ 20 milhões, valor igual ao que Vorcaro diz ter aplicado inicialmente; segundo proposta de delação rejeitada, Vorcaro teria acertado R$ 35 milhões, desembolsado R$ 20 milhões e deixado R$ 15 milhões pendentes.
Dias Toffoli (11 set. 2026): Diz que os repasses da Maridt foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis; que a Maridt é empresa familiar e as vendas foram a valor de mercado; nega ter mantido recursos no exterior ou operado nas Ilhas Virgens Britânicas, nega favorecimento e informa que os demais dez ministros do STF não viram motivo de suspeição em 12/02/2026.
Detalhes da evidência
- Fato
- 2021
- Fonte
- Vorcaro encontrou Dias Toffoli 12 vezes por voto de usinas sucroalcooleiras — Gazeta do Povo (Guilherme Grandi, Juliet Manfrin), 29 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Parte é mensagens apreendidas (divulgadas pelo UOL) e parte é proposta de delação rejeitada pela PGR; a defesa de Vorcaro não reconhece a autenticidade do material. A matéria não informa quem figura como comprador no contrato, só que o fundo Arleen comprou. Os R$ 35 milhões também aparecem como valor recebido pelo fundo de Vorcaro (Paraná Urgente) - o que é outra afirmação (aporte no fundo) e não pode ser somada ao preço de R$ 20 milhões.
- Citados
- Fundo Arleen, Reag Investimentos, Maridt Participações, Resort Tayayá (Ribeirão Claro, PR), Daniel Vorcaro, Dias Toffoli
- Estado
- Revisado