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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Holding

Viking Participações Ltda.

Documentado

Controle

  • Daniel Vorcaro — empresa de Vorcaro, segundo a imprensa (percentual não informado) (? a hoje) [evid]

Principais fatos

Segundo os votos do Banco Central liberados por LAI (Folha, Valor, O Globo), os recursos usados por Vorcaro na compra das acoes de Sabba (R$ 40 milhoes) e nos aportes de capital (R$ 70 milhoes em 2019) vieram, segundo a documentacao apresentada, da distribuicao de resultados da Viking Participacoes, ligada a reavaliacoes de imoveis e fundos. Tecnicos do BC suspeitaram de 'circularizacao' de recursos entre o Maxima, empresas de Vorcaro e fundos, e o voto de fevereiro/2019 diz que ele nao apresentou elementos claros sobre a origem.

Confirmado por fontes independentesGraveFonte: Jornal de Brasília (Folhapress) · original (abre em nova aba)seções «Origem do dinheiro» e «Valores» da reportagem (Folhapress)#f01-viking-origem-recursos
Daniel Vorcaro (3 dez. 2025): Segundo o ICL Notícias, Vorcaro e o Banco Master não responderam às perguntas do repórter sobre a origem dos recursos usados na compra do Máxima, mas negaram irregularidades na gestão do banco. Em abril de 2026 a Folhapress registrou que a defesa foi procurada e não se manifestou sobre os votos do BC de 2019.
Detalhes da evidência
Fato
fev. 2019
Fonte
Vorcaro já usava ciranda financeira ao comprar banco que virou o Master, mostra BC — Jornal de Brasília (Folhapress) (Nathalia Garcia), 18 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Conteúdo do voto contrário de fevereiro de 2019 descrito por três reportagens (Folha, Valor via Let's Money, O Globo via Times Brasil), todas a partir de votos que o BC liberou pela LAI; íntegra não examinada e trechos tarjados. A conclusão de «circularização» é de técnicos do BC em 2019, não decisão judicial. Em outubro de 2019 o BC aprovou a operação.
Confirmam
Vorcaro tentou comprar Máxima com dinheiro do próprio banco; Caso Master: BC divulga votos que mostram como Vorcaro conseguiu autorização para assumir controle do banco
Citados
Daniel Vorcaro, Viking Participações Ltda., Banco Master, Banco Central
Estado
Revisado

Os votos do BC citam a reavaliação de um imóvel da WWS Holding de R$ 1,9 milhão para R$ 92,3 milhões (cerca de 4.800%) e de um imóvel da Superávit Participações de R$ 10,6 milhões para R$ 67,3 milhões (mais de 600%); a Viking, de Vorcaro, teria se beneficiado e investido no fundo Brazil Realty, que comprou a participação de Sabbá.

Fonte únicaGraveFonte: Let's Money · original (abre em nova aba)tópico «Asset revaluations cited in the votes» e «Money trail»#f01-reavaliacao-terrenos-wws-superavit
Daniel Vorcaro (3 dez. 2025): Segundo o ICL Notícias, Vorcaro e o Banco Master não responderam às perguntas do repórter sobre a origem dos recursos usados na compra do Máxima, mas negaram irregularidades na gestão do banco. Em abril de 2026 a Folhapress registrou que a defesa foi procurada e não se manifestou sobre os votos do BC de 2019.
Detalhes da evidência
Fato
2015 a 2016
Fonte
Vorcaro tentou comprar Máxima com dinheiro do próprio banco — Let's Money (Gabriel Pereira), 20 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A Folhapress confirma os percentuais (4.800% e 600%) e as datas 2015-2016, mas não os valores em reais. Trechos sobre dinheiro do próprio Máxima no Brazil Realty estão tarjados nos votos. Laudos e imóveis não examinados.
Confirmam
Vorcaro já usava ciranda financeira ao comprar banco que virou o Master, mostra BC
Citados
Daniel Vorcaro, Viking Participações Ltda., Brazil Realty (fundo de investimento imobiliário)
Estado
Revisado

Em sessao de 08/09/2026 o Colegiado da CVM aplicou multas no PAS 19957.007976/2020-94 (operacao fraudulenta no mercado de capitais, cotas do Brazil Realty FII), entre elas a Daniel Bueno Vorcaro (R$ 20 milhoes), Henrique Moura Vorcaro (R$ 20 milhoes), Felipe Cançado Vorcaro (R$ 5 milhoes) e ao Banco Master em liquidacao (R$ 12,5 milhoes), com absolvicao de tres acusados. E sancao administrativa de primeira instancia, com recurso com efeito suspensivo ao CRSFN; nao e condenacao penal.

ContestadoGraveFonte: Economic News Brasil · original (abre em nova aba)seções «Multa», «Termo de compromisso rejeitado» e «Partes»#f01-cvm-brazil-realty-multa
Daniel Vorcaro (8 set. 2026): A reportagem registra apenas que «as defesas negam irregularidades» no caso Brazil Realty FII; o conteúdo da defesa e as razões do recurso não foram localizados.
Detalhes da evidência
Fato
8 set. 2026
Fonte
Multa de Vorcaro chega a R$ 20 milhões após CVM barrar tentativa de acordo — Economic News Brasil (Eloiza Matarese), 8 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Decisão da CVM não examinada; número do processo não consta. A decisão pode comportar recurso. O relator citado é João Accioly. Não conectar automaticamente o caso do Brazil Realty às irregularidades apuradas na liquidação. Grau «contestado» porque as defesas negam irregularidades.
Citados
CVM, Daniel Vorcaro, Banco Master, Viking Participações Ltda., Brazil Realty (fundo de investimento imobiliário)
Estado
Revisado

Segundo o relatório da PF, em 12/05/2025 o escritório e a Viking Participações (representada por Vorcaro) teriam firmado contrato com teto de R$ 50 milhões líquidos e vigência de 36 meses; em 19/05/2025, um Termo de Acordo e Dação em Pagamento previa quitar R$ 50 milhões em serviços com R$ 40 milhões em ações de duas empresas ligadas a aeronaves (Fraction 024, dona de um Legacy 650, e Fraction 053, em aquisição de um helicóptero EC 155 B1) e R$ 10 milhões por reembolso de despesas.

ContestadoGraveFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)seções 'Contrato 2' e 'Termo de Acordo e Dação'#f04-viking-contrato-dacao

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Barci de Moraes Sociedade de Advogados (mar. 2026): O escritório não confirma informações que diz terem sido vazadas ilegalmente e afirma que valores nos documentos estão errados (Reuters). Diz ter assinado um único contrato com o Master e prestado consultoria jurídica ampla entre fev/2024 e nov/2025. Sobre o segundo ajuste de maio de 2025: nega transferência ou substituição do contrato, diz que a proposta de quitação não foi aceita, que nada foi assinado e que o contrato original foi extinto com a liquidação. Admite que Moraes editou a última versão do contrato (Poder360).
Detalhes da evidência
Fato
12 maio 2025
Fonte
Saiba o que é conhecido sobre os 2 contratos da mulher de Moraes com o Master — Poder360, 2 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Documento descrito pelo Poder360 a partir do relatório da PF; o escritório nega que a proposta de quitação tenha sido aceita e diz que nada foi assinado. Não há confirmação de transferência de cotas nem de pagamento. O Poder360 diz que o documento mostra que o escritório já utilizava as aeronaves em julho de 2025. Percentuais de cotas e valores por ativo não divulgados.
Citados
Barci de Moraes Sociedade de Advogados, Viking Participações Ltda., Fraction 024, Fraction 053, Daniel Vorcaro
Estado
Revisado

Em sessão de 08/09/2026, o Colegiado da CVM (relator João Accioly, voto acompanhado por unanimidade) aplicou multas no PAS 19957.007976/2020-94 (Brazil Realty FII), por operação fraudulenta no mercado de capitais, entre outros a Daniel Bueno Vorcaro (R$ 20 milhões), Henrique Moura Vorcaro (R$ 20 milhões), Banco Master em liquidação extrajudicial (R$ 12,5 milhões), Felipe Cançado Vorcaro (R$ 5 milhões), Antônio Carlos Freixo Júnior (R$ 5 milhões), Viking Participações (R$ 10 milhões), Benjamim Botelho de Almeida, Sefer DTVM e outros; total aproximado de R$ 203,28 milhões, segundo o somatório do projeto sobre a tabela da CVM.

Comprovado por documentoGraveFonte: Comissão de Valores Mobiliários · original (abre em nova aba)tabela de multas por operação fraudulenta#f05-cvm-multas-2026-09-08
Detalhes da evidência
Fato
8 set. 2026
Fonte
CVM aplica multas que somam mais de R$ 200 milhões em caso envolvendo Banco Master — Comissão de Valores Mobiliários, 16 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Decisão de primeira instância administrativa; cabe recurso ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional, com efeito suspensivo. Multa é sanção administrativa, não condenação penal; o caso (cotas do Brazil Realty, 2018-2020) é anterior à liquidação do Master e distinto da Compliance Zero. O total de R$ 203,28 milhões é a soma, feita pelo projeto, das multas de operação fraudulenta e de infrações acessórias listadas pela CVM; é aproximação.
Citados
CVM, Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro, Felipe Cançado Vorcaro, Antônio Carlos Freixo Júnior, Benjamim Botelho de Almeida, Pedro Henrique Barbosa da Cruz, Túlio Carneiro Rocha, Banco Master, Viking Participações Ltda., PAS CVM 19957.007976/2020-94 (Brazil Realty FII): operação fraudulenta no mercado de capitais, violação de deveres e embaraço à fiscalização; acusação formulada em 05/2021; julgamento em 08/09/2026 com multas (sanção administrativa, passível de recurso ao CRSFN). Acusados pessoas jurídicas: Banco Master (em liquidação), Viking, Sefer DTVM, Milo, Entre Investimentos, Talent, Espaço Engenharia, MGI, Jaguar
Estado
Revisado

O relatório da PF lista como anexos: a minuta final do contrato entre o escritório Barci de Moraes e o Banco Master, assinado por Vorcaro em 23/01/2024; o contrato entre o mesmo escritório e a Viking Participações; um termo de acordo e dação em pagamento entre a Viking e o escritório; e as conversas entre Vorcaro e o contato salvo como 'Alexandre de Moraes BRASILIA'.

Detalhes da evidência
Fato
27 ago. 2026
Fonte
Informação de Polícia Judiciária de Análise (IPJ-A) nº 3298613/2026 - celular de Daniel Vorcaro (Pet 15.556 / Pet 16.662) — Polícia Federal (NADIP/DFIN/CGRC/DICOR), 27 ago. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Prova que o relatório da PF anexa esses documentos; os anexos em si não foram abertos nem conferidos pelo projeto. O contrato é tema de F04 (pagamentos): valores e natureza (contratado, pago) não são tratados aqui.
Citados
Barci de Moraes Sociedade de Advogados, Banco Master, Viking Participações Ltda., Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes, Pet 16.662 - relatório da PF (IPJ-A 3298613/2026) sobre o celular de Vorcaro, desentranhado da Pet 15.556; sigilo levantado em 01/09/2026; relatoria transferida à Presidência em 12/09/2026; questão de ordem sobre julgamento conjunto com a Pet 16.704 suspensa por vista em 15/09/2026
Estado
Documentado

Um jato Falcon 7X (Dassault, 2010), avaliado em cerca de R$ 200 milhões e registrado em nome da Viking Participações, empresa de Daniel Vorcaro, foi apreendido pela Polícia Federal em 18/11/2025, no âmbito da Operação Compliance Zero, um dia após a prisão do banqueiro em Guarulhos.

Fonte únicaFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f06-falcon7x-apreensao
Detalhes da evidência
Fato
18 nov. 2025
Fonte
Caso Master: veja o jatinho do banqueiro Daniel Vorcaro apreendido pela PF — CNN Brasil, 19 nov. 2025
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Valor aproximado ('cerca de'). A matéria não informa onde a aeronave estava, quem a operava nem quem voou nela. Não demonstra uso para benefício de terceiros. A defesa disse que a viagem a Dubai estava ligada às negociações de venda do banco.
Citados
Daniel Vorcaro, Viking Participações Ltda., Polícia Federal
Estado
Revisado

Um Gulfstream GV-SP (2010, matrícula PR-PSE), comprado em junho de 2023 por cerca de R$ 120 milhões e registrado em nome da Viking, foi apreendido pela PF em Assunção, Paraguai, em 15/08/2026 e levado a Brasília em 16/08. Está sujeito a duas ordens judiciais de bloqueio e, segundo a matéria, era o mais caro de três aviões da frota da Viking (cerca de R$ 260 milhões no total).

Fonte únicaFonte: Gazeta do Povo · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f06-gvsp-apreensao
Detalhes da evidência
Fato
15 ago. 2026
Fonte
PF apreende jatinho de Vorcaro avaliado em R$ 120 milhões — Gazeta do Povo (Guilherme Grandi), 17 ago. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Valores aproximados. A matéria diz que Vorcaro usava e também emprestava o avião a terceiros, sem dizer a quem nem em que datas. Não indica passageiros.
Citados
Daniel Vorcaro, Viking Participações Ltda., Polícia Federal
Estado
Revisado

A PF sustenta que o voo de 22/08/2025 ocorreu depois de negociações do escritório de Viviane de Moraes para um segundo contrato, de até R$ 50 milhões, com a Viking Participações, empresa representada por Vorcaro; o escritório nega a existência desse segundo contrato. A matéria cita ainda um contrato assinado em 12/05/2025 (a redação não deixa claro a qual dos contratos se refere) e outro de R$ 130 milhões, assuntos da frente F04.

ContestadoGraveFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)seção sobre contexto do voo#f06-voo-moraes-contexto-contrato
Barci de Moraes Sociedade de Advogados (20 set. 2026): O escritório diz contratar táxi aéreo (Prime Aviation está entre as empresas usadas) e que nenhum voo com integrantes do escritório teve Vorcaro ou pessoa alheia a bordo; nega a existência do segundo contrato; sobre o contrato de R$ 130 milhões, diz que o compliance consultou o ministro, que respondeu não haver impedimento. Moraes não tem manifestação direta nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
Fato
22 ago. 2025
Fonte
Voo em jatinho e mensagens: o que se sabe sobre o caso Moraes e Vorcaro — CNN Brasil, 20 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Ordem cronológica não é prova de troca de vantagem. A interpretação do vínculo entre voo e negociação contratual é da PF, segundo a matéria. Segundo a CNN, Moraes e o escritório negam a existência do segundo contrato; o escritório diz ainda que seu compliance consultou o ministro, que respondeu não haver impedimento. Honorários profissionais não são, por si, propina.
Citados
Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, Barci de Moraes Sociedade de Advogados, Viking Participações Ltda., Daniel Vorcaro
Estado
Revisado

Operações e pagamentos

Relações documentadas

  • Sociedade Daniel Vorcaro — A Viking é apresentada como empresa de Vorcaro, origem declarada dos recursos aportados no Máxima; percentual e período não informados. (2019) [evid]
  • Aplicação financeira Brazil Realty (fundo de investimento imobiliário) — Em 01/09/2017 a Viking subscreveu cotas do Brazil Realty com ações da WWS; o fundo comprou a participação de Sabbá no Máxima, segundo os votos do BC. (1 set. 2017) [evid][evid]
  • Contrato Barci de Moraes Sociedade de Advogados — Contrato de 12/05/2025 (teto R$ 50 milhões) e termo de dação de 19/05/2025 segundo a PF; escritório nega assinatura. (12 maio 2025) [evid]
  • Outra Daniel Vorcaro — Holding patrimonial que as reportagens descrevem como ligada a Vorcaro e titular do Falcon 7X e do GV-SP; vínculo formal (controle) não verificado. (jun. 2023) [evid][evid]
  • Outra Alexandre de Moraes — Voo de 22/08/2025 em aeronave que a PF liga a empresa de Vorcaro; escritório contesta; relação com a Viking é apenas contexto de negociação alegada pela PF. (22 ago. 2025) [evid][evid]

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

Reportagem do ICL Notícias, a partir de documentos do BC revelados pelo UOL, afirma que o BC analisou a aquisição ao longo de 2018, exigiu entre outras condições um aporte de R$ 50 milhões de Vorcaro e que Vorcaro apresentou R$ 89 milhões em receita operacional bruta da Viking para justificar os recursos; cita ainda terreno em Jequitibá (MG) avaliado em R$ 57 milhões num contrato com o fundo imobiliário São Domingos, área que teria sido regularizada por R$ 2,5 milhões em 2015.

Fonte únicaGraveFonte: ICL Notícias · original (abre em nova aba)reportagem de 03/12/2025, a partir do UOL#f01-icl-bc-2018-requisitos
Daniel Vorcaro (3 dez. 2025): Segundo o ICL Notícias, Vorcaro e o Banco Master não responderam às perguntas do repórter sobre a origem dos recursos usados na compra do Máxima, mas negaram irregularidades na gestão do banco. Em abril de 2026 a Folhapress registrou que a defesa foi procurada e não se manifestou sobre os votos do BC de 2019.

O Times Brasil afirma que o segundo acordo (maio de 2025, R$ 50 milhões) foi pago em parte com cotas de aeronaves (cerca de R$ 38,6 milhões) e em parte com notas fiscais de despesas de voo.

ContestadoGraveFonte: Times Brasil · original (abre em nova aba)seção sobre o segundo acordo#f04-viking-conflito-timesbrasil
Barci de Moraes Sociedade de Advogados (mar. 2026): O escritório não confirma informações que diz terem sido vazadas ilegalmente e afirma que valores nos documentos estão errados (Reuters). Diz ter assinado um único contrato com o Master e prestado consultoria jurídica ampla entre fev/2024 e nov/2025. Sobre o segundo ajuste de maio de 2025: nega transferência ou substituição do contrato, diz que a proposta de quitação não foi aceita, que nada foi assinado e que o contrato original foi extinto com a liquidação. Admite que Moraes editou a última versão do contrato (Poder360).
Daniel Vorcaro (9 jun. 2026): Em nova proposta de delação, segundo o Correio da Manhã, Vorcaro afirma que o contrato foi lícito, que Moraes não ofereceu contrapartida para os pagamentos, que o escritório recebeu R$ 80,2 milhões até a liquidação e que um novo contrato de R$ 50 milhões nunca foi assinado. É declaração do pagador em proposta de delação; não confirmação independente.

Segundo reportagens sobre o relatorio da PF (IPJ-A 3298613/2026), a PF identificou no celular de Vorcaro um contato salvo como 'Alexandre de Moraes BRASILIA' e 52 notas (capturas de tela, 5 delas enviadas em 17/11/2025 pelo chat de visualizacao unica; as respostas do ministro nao aparecem), ao menos seis encontros entre fev/2024 e ago/2025 (o primeiro, jantar em 02/02/2024) e um contrato do Master com o escritorio Barci de Moraes, da esposa do ministro, superior a R$ 130 milhoes (R$ 3,6 mi por mes por tres anos), cujo arquivo de minuta tem como ultimo editor o usuario 'Ministro Alexandre de Moraes' em 11 e 15/01/2024 (nome de usuario do arquivo). A PF diz ainda que um segundo contrato, de ate R$ 50 milhoes, com a Viking, foi assinado em 12/05/2025; Moraes e o escritorio negam que exista.

ContestadoGraveFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)seção 'O que mostra o relatório da PF'#f05-pet16662-mensagens-contrato
Barci de Moraes Sociedade de Advogados (20 set. 2026): Segundo a CNN Brasil, o escritório disse que o setor de compliance consultou o ministro Moraes, na condição de marido da sócia-diretora, sobre eventuais impedimentos; que o contrato foi assinado e os serviços prestados; que Moraes nunca julgou causa envolvendo o Master; que nenhum dos voos em aeronaves da Prime Aviation teve Vorcaro ou pessoa alheia ao escritório; e que o segundo contrato (Viking) não existe. Em abril, classificara como incorretas e vazadas ilicitamente as informações da Receita sobre pagamentos de R$ 80,2 milhões.

A mesma nota da CVM lista processos administrativos sancionadores: PAS 19957.007976/2020-94 (cotas de fundo fechado; acusados incluem Banco Master, Viking, Daniel e Henrique Vorcaro e Benjamim Botelho, aguardando julgamento), PAS 19957.005363/2021-01 (Brazil Realty), processos sobre administradores da Reag Capital Holding e da Reag Investimentos, sobre negociação de ações em período vedado por Dario Graziato Tanure, e sobre a Reag Trust DTVM e seu diretor; cita ainda termos de compromisso já aceitos em 2020, 2022 e 2024 (inclusive sobre Banco Máxima/Master e Reag DTVM) e a criação, em 06/02/2026, de grupo de trabalho da CVM para consolidar informações.

Desde a segunda prisão de Vorcaro (04/03/2026), o GV-SP fez 16 voos internacionais, todos com Assunção como origem ou destino, com destinos como Nova York, Mônaco e Dubai. O Registro Aeronáutico Brasileiro não indica sublocação. Não há registro público de passageiros nem explicação sobre as circunstâncias.

Fonte únicaFonte: Gazeta do Povo · original (abre em nova aba)trecho sobre voos após a prisão#f06-gvsp-voos-pos-prisao

O que ainda não se sabe

  • Quadro societário, CNPJ e ativos (aeronaves, segundo O Tempo) não confirmados em fonte primária.
  • Representada por Vorcaro no contrato descrito pela PF; controle societário não verificado.
  • Vínculo societário com Vorcaro e com o Master não examinado nesta frente.
  • CNPJ e quadro societário não lidos
  • Reportagens a descrevem como holding patrimonial ligada a Vorcaro; controle formal não verificado

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