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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Fundo de investimento

Brazil Realty (fundo de investimento imobiliário)

Documentado

Principais fatos

Vorcaro entrou no Banco Máxima em agosto de 2017 com 20% (participação qualificada), em decisão monocrática do diretor Sidnei Corrêa Marques, e em 15/09/2017 negociou a compra das ações de Saul Sabbá (56,87%) por R$ 40 milhões; o pagamento passou a ser R$ 36 milhões em cotas do fundo Brazil Realty e R$ 4 milhões em dinheiro.

Fonte únicaFonte: Jornal de Brasília (Folhapress) · original (abre em nova aba)linha do tempo e valores da reportagem (Folhapress)#f01-entrada-vorcaro-2017
Detalhes da evidência
Fato
15 set. 2017
Fonte
Vorcaro já usava ciranda financeira ao comprar banco que virou o Master, mostra BC — Jornal de Brasília (Folhapress) (Nathalia Garcia), 18 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A entrada de ago/2017 vem de quadro do Let's Money (a partir do Valor); o contrato de 15/09/2017 e os valores vêm da Folhapress. Documentos do BC descritos por reportagem, íntegra não examinada. As duas reportagens relatam documentos da mesma origem (extratos de votos do BC), portanto não são confirmação plenamente independente.
Confirmam
Como o BC passou do veto ao aval na compra do Máxima
Citados
Daniel Vorcaro, Saul Dutra Sabbá, Sidnei Corrêa Marques, Banco Master, Brazil Realty (fundo de investimento imobiliário)
Estado
Revisado

Em sessao de 08/09/2026 o Colegiado da CVM aplicou multas no PAS 19957.007976/2020-94 (operacao fraudulenta no mercado de capitais, cotas do Brazil Realty FII), entre elas a Daniel Bueno Vorcaro (R$ 20 milhoes), Henrique Moura Vorcaro (R$ 20 milhoes), Felipe Cançado Vorcaro (R$ 5 milhoes) e ao Banco Master em liquidacao (R$ 12,5 milhoes), com absolvicao de tres acusados. E sancao administrativa de primeira instancia, com recurso com efeito suspensivo ao CRSFN; nao e condenacao penal.

ContestadoGraveFonte: Economic News Brasil · original (abre em nova aba)seções «Multa», «Termo de compromisso rejeitado» e «Partes»#f01-cvm-brazil-realty-multa
Daniel Vorcaro (8 set. 2026): A reportagem registra apenas que «as defesas negam irregularidades» no caso Brazil Realty FII; o conteúdo da defesa e as razões do recurso não foram localizados.
Detalhes da evidência
Fato
8 set. 2026
Fonte
Multa de Vorcaro chega a R$ 20 milhões após CVM barrar tentativa de acordo — Economic News Brasil (Eloiza Matarese), 8 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Decisão da CVM não examinada; número do processo não consta. A decisão pode comportar recurso. O relator citado é João Accioly. Não conectar automaticamente o caso do Brazil Realty às irregularidades apuradas na liquidação. Grau «contestado» porque as defesas negam irregularidades.
Citados
CVM, Daniel Vorcaro, Banco Master, Viking Participações Ltda., Brazil Realty (fundo de investimento imobiliário)
Estado
Revisado

Relações documentadas

  • Aplicação financeira Viking Participações Ltda. — Em 01/09/2017 a Viking subscreveu cotas do Brazil Realty com ações da WWS; o fundo comprou a participação de Sabbá no Máxima, segundo os votos do BC. (1 set. 2017) [evid][evid]

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

Os votos do BC citam a reavaliação de um imóvel da WWS Holding de R$ 1,9 milhão para R$ 92,3 milhões (cerca de 4.800%) e de um imóvel da Superávit Participações de R$ 10,6 milhões para R$ 67,3 milhões (mais de 600%); a Viking, de Vorcaro, teria se beneficiado e investido no fundo Brazil Realty, que comprou a participação de Sabbá.

Fonte únicaGraveFonte: Let's Money · original (abre em nova aba)tópico «Asset revaluations cited in the votes» e «Money trail»#f01-reavaliacao-terrenos-wws-superavit
Daniel Vorcaro (3 dez. 2025): Segundo o ICL Notícias, Vorcaro e o Banco Master não responderam às perguntas do repórter sobre a origem dos recursos usados na compra do Máxima, mas negaram irregularidades na gestão do banco. Em abril de 2026 a Folhapress registrou que a defesa foi procurada e não se manifestou sobre os votos do BC de 2019.

O que ainda não se sabe

  • Nome oficial completo, CNPJ, administrador e gestor não lidos.
  • Papel do fundo na compra do Máxima descrito apenas por reportagem (cotas como parte do pagamento).

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