Segundo votos do Banco Central obtidos pelo Valor Econômico, o risco potencial de perda do FGC com o Banco Máxima (rombo potencial) subiu de R$ 827 milhões em 2016 para R$ 3,224 bilhões em 2019.
Como o BC passou do veto ao aval na compra do Máxima
Let's Money · Gabriel Pereira · 14 abr. 2026
Documentado Fonte secundária
- Acesso pelo projeto
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consultado em
- 17 out. 2026
- Endereço original
- https://www.letsmoney.com.br/noticias/bc-veto-aval-compra-banco-maxima-vorcaro/
- Notas
- Retransmite reportagem do Valor Econômico de 14/04/2026, baseada em extratos de votos do BC obtidos pela Lei de Acesso à Informação. A reportagem original do Valor não foi aberta (sem URL localizada). O site marca atualização em 12/09/2026.
O que este documento sustenta no acervo
Vorcaro entrou no Banco Máxima em agosto de 2017 com 20% (participação qualificada), em decisão monocrática do diretor Sidnei Corrêa Marques, e em 15/09/2017 negociou a compra das ações de Saul Sabbá (56,87%) por R$ 40 milhões; o pagamento passou a ser R$ 36 milhões em cotas do fundo Brazil Realty e R$ 4 milhões em dinheiro.
O Banco Central rejeitou em 2019 o pedido de Vorcaro para assumir o controle do Banco Máxima: o voto BCB nº 20/2019, do diretor de Organização do Sistema Financeiro Sidnei Corrêa Marques, apontou origem dos recursos não comprovada e capacidade financeira insuficiente, e que parte relevante do dinheiro usado vinha do próprio Máxima.
Em 02/05/2019 Vorcaro protocolou novo pedido ao BC com grupo de controle de três nomes: ele, Felipe Wallace Simonsen e Armando Miguel Gallo Neto.
id permanente: fonte:f01-letsmoney-2026-04-14-veto-aval