A PF sustenta que o voo de 22/08/2025 ocorreu depois de negociações do escritório de Viviane de Moraes para um segundo contrato, de até R$ 50 milhões, com a Viking Participações, empresa representada por Vorcaro; o escritório nega a existência desse segundo contrato. A matéria cita ainda um contrato assinado em 12/05/2025 (a redação não deixa claro a qual dos contratos se refere) e outro de R$ 130 milhões, assuntos da frente F04.
Barci de Moraes Sociedade de Advogados (20 set. 2026): O escritório diz contratar táxi aéreo (Prime Aviation está entre as empresas usadas) e que nenhum voo com integrantes do escritório teve Vorcaro ou pessoa alheia a bordo; nega a existência do segundo contrato; sobre o contrato de R$ 130 milhões, diz que o compliance consultou o ministro, que respondeu não haver impedimento. Moraes não tem manifestação direta nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
- Fato
- 22 ago. 2025
- Fonte
- Voo em jatinho e mensagens: o que se sabe sobre o caso Moraes e Vorcaro — CNN Brasil, 20 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Ordem cronológica não é prova de troca de vantagem. A interpretação do vínculo entre voo e negociação contratual é da PF, segundo a matéria. Segundo a CNN, Moraes e o escritório negam a existência do segundo contrato; o escritório diz ainda que seu compliance consultou o ministro, que respondeu não haver impedimento. Honorários profissionais não são, por si, propina.
- Citados
- Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, Barci de Moraes Sociedade de Advogados, Viking Participações Ltda., Daniel Vorcaro
- Estado
- Revisado