A auditoria do Ministério da Previdência sobre a Amprev, segundo a Investidor Institucional, registra três reuniões do comitê de investimentos entre 12 e 30 de julho de 2024 que autorizaram R$ 200 mi, R$ 100 mi e R$ 100 mi (total R$ 400 mi) em letras do Master a 8% ao ano por dez anos, com textos de credenciamento idênticos aos de Itaguaí, Aparecida de Goiânia e Congonhas e 'promocionais', o que o ministério chamou de 'negligência incompatível' com o dever fiduciário.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Detalhes da evidência
- Fato
- 12 jul. 2024 a 30 jul. 2024
- Fonte
- Relatório de auditoria do Ministério da Previdência Social sobre aplicações da Amprev no Banco Master — Ministério da Previdência Social, fev. 2026
- Acesso
- Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Documento descrito por reportagem sem autoria; íntegra não examinada. A divisão 200/100/100 não coincide com a versão do ex-presidente (votos de R$ 500 mi, R$ 100 mi e R$ 100 mi); possível reconciliação (parte de R$ 500 mi de uma estratégia maior de letras) não confirmada.
- Citados
- Amapá Previdência (Amprev), Ministério da Previdência Social (Secretaria de Regime Próprio e Complementar - SRPC/DRPPS), Banco Master
- Estado
- Revisado