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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Ente federativo

Estado do Rio de Janeiro

Documentado · Rio de Janeiro / RJ

Principais fatos

Cláudio Castro renunciou ao cargo de governador do RJ em 23/03/2026 (para concorrer ao Senado) e o presidente do TJ-RJ, desembargador Ricardo Couto, assumiu interinamente; o vice, Thiago Pampolha, havia deixado o cargo em 2025 para o TCE-RJ.

Detalhes da evidência
Fato
23 mar. 2026
Fonte
Entenda o que acontece no Rio com renúncia de Cláudio Castro — Agência Brasil, 24 mar. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Data de posse de Castro como governador no período coberto não foi verificada nesta frente; ele era o governador nas datas de todas as aplicações em letras (2023-11 a 2024-07) e nas dos fundos (2024-12 a 2025-10).
Citados
Cláudio Castro, Ricardo Couto, Estado do Rio de Janeiro
Estado
Revisado

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

Em nota enviada a CNN (reportagem de 09/01/2026), o Ministério da Previdência afirmou que estados e municípios são os garantidores finais do pagamento de benefícios se os RPPS tiverem perdas com títulos do Master (Lei 9.717/1998) e que não há previsão legal de cobrança extra de ativos, aposentados ou pensionistas.

O dinheiro aplicado pela Cedae no Master foi aplicação financeira da própria companhia estadual de águas e esgotos (recursos da empresa, classificados pelo projeto como caixa de estatal), e não recursos de previdência nem do tesouro estadual. As reportagens não usam a palavra 'caixa'. Segundo a auditoria interna, as tratativas ficaram concentradas na Diretoria Financeira; o ex-diretor financeiro afirma que o colegiado acompanhou todas as etapas.

Fonte únicaFonte: Diário do Rio de Janeiro · original (abre em nova aba)trechos sobre política de investimentos e responsáveis#f14-cedae-natureza-caixa-estatal

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

O TCE-RJ emitiu parecer prévio contrário às contas de 2025 do então governador Cláudio Castro; entre os achados, superavaliação de R$ 1,131 bilhão no ativo circulante do Estado por falta de provisão para perdas, ajuste a valor justo ou redução ao valor recuperável dos investimentos ligados ao Master, ressalvando que nem todas as distorções decorrem apenas do Master.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

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