Outras evidências que citam esta entidade
Em nota enviada a CNN (reportagem de 09/01/2026), o Ministério da Previdência afirmou que estados e municípios são os garantidores finais do pagamento de benefícios se os RPPS tiverem perdas com títulos do Master (Lei 9.717/1998) e que não há previsão legal de cobrança extra de ativos, aposentados ou pensionistas.
O dinheiro aplicado pela Cedae no Master foi aplicação financeira da própria companhia estadual de águas e esgotos (recursos da empresa, classificados pelo projeto como caixa de estatal), e não recursos de previdência nem do tesouro estadual. As reportagens não usam a palavra 'caixa'. Segundo a auditoria interna, as tratativas ficaram concentradas na Diretoria Financeira; o ex-diretor financeiro afirma que o colegiado acompanhou todas as etapas.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
O TCE-RJ emitiu parecer prévio contrário às contas de 2025 do então governador Cláudio Castro; entre os achados, superavaliação de R$ 1,131 bilhão no ativo circulante do Estado por falta de provisão para perdas, ajuste a valor justo ou redução ao valor recuperável dos investimentos ligados ao Master, ressalvando que nem todas as distorções decorrem apenas do Master.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Segundo o perfil oficial da Alerj, Luiz Paulo Corrêa da Rocha é deputado estadual do Rio de Janeiro pelo PSD, com mandato na 13ª legislatura (2023-2027) e passagem pelas 11ª e 12ª; a biografia informa eleição inicial em 2002.
Segundo o portal Acessa (28/06/2026), Luiz Paulo Corrêa da Rocha é deputado estadual do RJ pelo PSD, decano da Alerj, no fim do sexto mandato seguido.
Segundo o Estado de Minas (24/04/2026), o presidente do TJ-RJ, Ricardo Couto de Castro, é governador interino do RJ; o ministro Zanin o manteve no cargo em 24/04/2026.
Segundo o Jornal do Brasil (19/08/2026), Ricardo Couto segue governador interino do RJ enquanto o STF não conclui o julgamento do mandato-tampão.