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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Órgão de controle

Tribunal de Contas da União

Documentado

Principais fatos

Em 13/10/2026 a 2ª Câmara do TCU decidiu julgar as contas de 2025 do Banco Central somente depois de concluído o processo que avalia se o BC falhou ou se omitiu na fiscalização do Banco Master.

Detalhes da evidência
Fato
13 out. 2026
Fonte
TCU adia julgamento das contas do BC até desfecho de apuração sobre o Master — Gazeta do Povo (Vinicius Macia), 15 out. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
O texto lido não traz número de processo, relator, responsáveis citados nem o parecer do MP junto ao TCU. Resumos de buscador citam Gabriel Galípolo e outros oito responsáveis, e o ministro Jhonatan de Jesus como relator do processo de fiscalização; não confirmados em texto aberto.
Citados
TCU, Banco Central, Banco Master, Contas de 2025 do Banco Central - 2ª Câmara do TCU decidiu em 13/10/2026 julgá-las somente após o processo sobre a fiscalização do Master
Estado
Documentado

Procedimentos

Relações documentadas

  • Investigação Banco Central — Inspeção do TCU sobre a atuação do BC no caso Master (aberta em dez/2025; área técnica concluiu a verificação em fev/2026). (dez. 2025 a 10 fev. 2026) [evid]
  • Investigação Banco Central — TCU: processo sobre possíveis omissões do BC na fiscalização do Master e decisão de 13/10/2026 de adiar as contas de 2025 do BC até seu desfecho (jan. 2026 a 13 out. 2026) [evid][evid]

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

Segundo o Valor (via Let's Money), o BC aprovou a compra do Voiter em 26/03/2024 e da Will Financeira em 27/05/2024; as três aquisições (Voiter, Will e Letsbank) somaram R$ 26 bilhões em novos ativos ao conglomerado, de acordo com relatório técnico do TCU.

Fonte únicaFonte: Let's Money · original (abre em nova aba)tabela «Acquisitions and approvals» e «Other key facts»#f01-aprovacoes-bc-26bi-tcu

O TCU abriu inspeção sobre a atuação do BC no caso Master: em dezembro de 2025 o relator, ministro Jhonatan de Jesus, deu 72 horas ao BC para justificar o que chamou de «medida extrema» (a liquidação); em 10/02/2026 o presidente do TCU disse que a área técnica concluíra a verificação e que o material seguiria ao relator em 12/02 e depois ao plenário. O TCU não pode reverter a liquidação; examina a legalidade da atuação do BC.

Fonte únicaFonte: Times Brasil (CNBC) · original (abre em nova aba)seções «Processo», «Conclusões e posicionamentos» e «Alertas e marcos citados»#f01-tcu-inspecao-bc

Segundo o Estadão (via Terra, 06/02/2026), Jocildo Lemos teria ignorado alertas do TCU e do MPF ao investir R$ 100 milhões em títulos do Master, conselheiros protestaram contra os aportes em julho de 2024 e o total aplicado no Master seria de R$ 470 milhões, 4,7% do patrimônio.

AlegadoFonte: Na Hora da Notícia (conteúdo Terra/Estadão) · original (abre em nova aba)seção 'Alegações (não comprovadas)' da reportagem#f02a-ap-alertas-tcu-mpf-total-470
Amapá Previdência (Amprev) (18 nov. 2025): A Amprev afirma que as aplicações seguiram as normas do Sistema Financeiro Nacional e a política de investimentos, que o banco estava autorizado a operar com RPPS e que os pagamentos estão assegurados; em 06/01/2026 acrescentou decisão judicial favorável sobre os consignados. Não há resposta da atual direção a Zona Cinzenta nas fontes lidas.

Relatório do BC anexado a processo do TCU (sigilo levantado pela CAE do Senado) indica que o Master já estava em crise de liquidez quando buscava a operação com a Caixa Asset: ofício do BC de 28/05/2024 pedindo adequação da gestão de liquidez; 06/06/2024 último dia com ativos líquidos suficientes para 30 dias; 13/06/2024 início das tratativas com a Caixa Asset.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

O TCU arquivou, por unanimidade (relator: ministro Antonio Anastasia), representação do Ministério Público junto ao TCU, apresentada pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, sobre o uso do jato por Nikolas: não viu indícios de uso de recursos públicos e entendeu que os fatos se relacionam a financiamento de campanha, atribuição da Justiça Eleitoral; o acórdão foi divulgado no dia 25 (abril de 2026, pela data das reportagens).

Confirmado por fontes independentesFonte: CartaCapital · original (abre em nova aba)texto integral#f13-nik-tcu-arquivamento

O que ainda não se sabe

  • Acórdãos não pesquisados diretamente no portal do TCU.

id permanente: org:tcu