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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Ministério Público

Ministério Público Federal

Documentado

Principais fatos

Em 18/11/2025 a Polícia Federal deflagrou a Operação Compliance Zero, com cinco mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 25 de busca e apreensão no RJ, SP, MG, BA e DF; a nota diz que as investigações começaram em 2024, após requisição do MPF, e apuram gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa, entre outros crimes.

Comprovado por documentoFonte: Polícia Federal · original (abre em nova aba)texto da nota, 1ª a 3ª páginas do PDF#f05-cz-fase1-pf-nota
Detalhes da evidência
Fato
18 nov. 2025
Fonte
Polícia Federal combate crimes praticados contra o Sistema Financeiro Nacional (Operação Compliance Zero) — Polícia Federal, 18 nov. 2025
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A nota não nomeia investigados nem o juízo que expediu os mandados. Descreve a hipótese investigativa da PF (carteiras de crédito insubsistentes vendidas a outro banco), não fatos julgados.
Citados
Polícia Federal, MPF, Banco Master
Estado
Em revisão factual

Procedimentos

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

Antes de Daniel Vorcaro, o Banco Maxima era controlado por Saul Dutra Sabba. A acusacao do MPF (2021) sustenta que ele gerou ganhos ficticios entre 2014 e 2016 com valorizacoes simuladas para reduzir prejuizos no balanco. O Metropoles informa que ele foi condenado pela Justica Federal de Sao Paulo a 3 anos de reclusao por gestao fraudulenta e que, em dezembro de 2025, firmou acordo com o MPF (multa de R$ 100 mil), ainda dependente de analise judicial; o caso corre em segredo de justica.

Fonte únicaGraveFonte: Metrópoles · original (abre em nova aba)seção «Banco Máxima antes de Vorcaro»#f01-sabba-controle-anterior
Saul Dutra Sabbá (14 abr. 2026): Segundo o Let's Money (a partir do Valor), Saul Sabbá afirma ter deixado a gestão do Máxima em 2017. Não foi localizada manifestação sobre a condenação e o acordo com o MPF.

Segundo o Estadão (via Terra, 06/02/2026), Jocildo Lemos teria ignorado alertas do TCU e do MPF ao investir R$ 100 milhões em títulos do Master, conselheiros protestaram contra os aportes em julho de 2024 e o total aplicado no Master seria de R$ 470 milhões, 4,7% do patrimônio.

AlegadoFonte: Na Hora da Notícia (conteúdo Terra/Estadão) · original (abre em nova aba)seção 'Alegações (não comprovadas)' da reportagem#f02a-ap-alertas-tcu-mpf-total-470
Amapá Previdência (Amprev) (18 nov. 2025): A Amprev afirma que as aplicações seguiram as normas do Sistema Financeiro Nacional e a política de investimentos, que o banco estava autorizado a operar com RPPS e que os pagamentos estão assegurados; em 06/01/2026 acrescentou decisão judicial favorável sobre os consignados. Não há resposta da atual direção a Zona Cinzenta nas fontes lidas.

Segundo decisão judicial citada pelo Brasil de Fato (TRF-1, 28/11/2025), durante a análise o Banco Central identificou indícios de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e enviou representação criminal ao Ministério Público Federal.

Fonte únicaFonte: Brasil de Fato · original (abre em nova aba)seção Procedimento e decisão#f03-bc-representacao-mpf

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Em 25/09/2026 o Conselho Superior do MPF rejeitou, por 5 votos a 4, abrir investigação por possível crime atribuído ao PGR Paulo Gonet nas apurações do caso Master (relator Francisco Sanseverino; contra a investigação: Sanseverino, Celso de Albuquerque, Alexandre Camanho, Hindemburgo Chateaubriand e Nicolao Dino; a favor: Janice Ascari, Samantha Dobrowolski, José Adônis e Ana Borges); a representação foi apresentada por parlamentares do Novo depois que a PF divulgou mensagens do celular de Vorcaro que citam Gonet.

Fonte únicaGraveFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)seção 'Resultado'#f05-csmpf-gonet

O Metrópoles (13/04/2026), com base em documento do MPF que a coluna obteve, informa que a prefeitura de Embu das Artes (SP) teria investido cerca de R$ 46 milhões de recursos previdenciários em fundo (TMJ) que repassou parte do valor a fundos geridos pela Reag, e que o MPF vê a Operação Encilhamento (ao menos 25 municípios de sete estados) conectada à estrutura financeira associada ao banco de Vorcaro, hipótese formulada pelos procuradores com base no inquérito da PF.

O que ainda não se sabe

  • Requisição do MPF que originou a investigação em 2024 não localizada; número do procedimento não público nas fontes lidas.

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