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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Órgão público

Ministério da Previdência Social (Secretaria de Regime Próprio e Complementar - SRPC/DRPPS)

Documentado · Brasília / DF

Principais fatos

O Ministério da Previdência informou em 19/11/2025 que 18 RPPS de estados e municípios (entre 2.130 no país) aplicaram R$ 1,867 bilhão em letras financeiras do Banco Master entre outubro de 2023 e dezembro de 2024, só por meio de letras financeiras, com os dados em consulta pública no CADPREV; nenhum dos 18 e fundo de pensão (EFPC).

Fonte únicaFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)texto da reportagem (informação do ministério de 19/11/2025)#f02a-nac-mps-18-rpps-lf

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
out. 2023 a dez. 2024
Fonte
Previdência de 18 Estados e municípios têm R$ 1,9 bi no Banco Master — Poder360 (Simone Kafruni), 19 nov. 2025
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Valor APLICADO (acumulado das compras no período), não saldo nem prejuízo. A lista oficial do ministério não foi examinada; CNN e InfoMoney reproduzem a mesma informação e não contam como confirmação independente. O total aparece como R$ 1,867 bi (Poder360), R$ 1,86 bi (CNN) e R$ 1,876 bi (corpo do texto da InfoMoney); a soma da lista e R$ 1.867,45 mi.
Citados
Ministério da Previdência Social (Secretaria de Regime Próprio e Complementar - SRPC/DRPPS), Banco Master
Estado
Revisado

O Ministério da Previdência, no Parecer SEI nº 146/2024 (15/07/2024), afirmou que as letras financeiras não têm garantia do FGC e que o investidor assume integralmente o risco de crédito do emissor.

Comprovado por documentoFonte: Ministério da Previdência Social / SRPC / DRPPS / CGAI · original (abre em nova aba)item 202, p. 34 (itens 190-193, sobre o FGC, na p. 33)#f02a-nac-parecer146-lf-sem-fgc
Detalhes da evidência
Fato
15 jul. 2024
Fonte
Parecer SEI nº 146/2024/MPS (processo 10133.000176/2024-95) - processo decisório de aplicação dos RPPS em CDB e letras financeiras — Ministério da Previdência Social / SRPC / DRPPS / CGAI, 15 jul. 2024
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Parecer geral para todos os RPPS; não menciona o Banco Master.
Citados
Ministério da Previdência Social (Secretaria de Regime Próprio e Complementar - SRPC/DRPPS), FGC
Estado
Revisado

Procedimentos

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

A lista dos 18 entes divulgada traz, em valor aplicado: Estado do RJ R$ 970 mi; Estado do AP R$ 400 mi; Maceió (AL) R$ 97 mi; São Roque (SP) R$ 93,15 mi; Cajamar (SP) R$ 87 mi; Itaguaí (RJ) R$ 59,6 mi; Estado do AM R$ 50 mi; Aparecida de Goiânia (GO) R$ 40 mi; Araras (SP) R$ 29 mi; Congonhas (MG) R$ 14 mi; Fátima do Sul (MS) R$ 7 mi; Santo Antônio de Posse (SP) R$ 7 mi; São Gabriel do Oeste (MS) R$ 3 mi; Paulista (PE) R$ 3 mi; Jateí (MS) R$ 2,5 mi; Angélica (MS) R$ 2 mi; Santa Rita D'Oeste (SP) R$ 2 mi; Campo Grande (MS) R$ 1,2 mi.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Em nota enviada a CNN (reportagem de 09/01/2026), o Ministério da Previdência afirmou que estados e municípios são os garantidores finais do pagamento de benefícios se os RPPS tiverem perdas com títulos do Master (Lei 9.717/1998) e que não há previsão legal de cobrança extra de ativos, aposentados ou pensionistas.

A fiscalização do Ministério da Previdência sobre o Rioprevidência (Informação Fiscal SEI 16/2025), segundo trecho transcrito pela PF, registra que cerca de 20 RPPS adquiriram aproximadamente R$ 2 bilhões em letras financeiras do Master até dezembro de 2024, quase a totalidade dos papéis emitidos, metade desse valor atribuída só ao Rioprevidência.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

A fiscalização do Ministério da Previdência (Informação Fiscal SEI 16/2025), transcrita pela PF, concluiu que as primeiras aplicações (01 e 10/11/2023, R$ 120 mi do Fundo Administrativo) foram feitas sem registro de análise prévia; que letras financeiras só entraram na pauta do comitê em 30/11/2023; que os formulários APR tinham só a justificativa 'visando uma maior rentabilidade' e os campos de aprovação colegiada em branco; que não houve atestado de compatibilidade; e que as compras contrariaram a política de investimentos, que não previa letras financeiras.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

A Secretaria de Regime Próprio e Complementar do ministério concluiu, segundo trecho transcrito pela PF, que o credenciamento do Master foi 'reduzido a um ato burocrático' de juntada documental, sem análise do emissor nem dos processos sancionadores da CVM, contra a Res. CMN 4.963/2021, e que não há documento de avaliação técnica estruturada do emissor.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

A auditoria do Ministério da Previdência sobre a Amprev, segundo a Investidor Institucional, registra três reuniões do comitê de investimentos entre 12 e 30 de julho de 2024 que autorizaram R$ 200 mi, R$ 100 mi e R$ 100 mi (total R$ 400 mi) em letras do Master a 8% ao ano por dez anos, com textos de credenciamento idênticos aos de Itaguaí, Aparecida de Goiânia e Congonhas e 'promocionais', o que o ministério chamou de 'negligência incompatível' com o dever fiduciário.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

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