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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Pessoas

Eduardo Bolsonaro

Citado em print de conversa sobre envio de recursos aos EUA; a PF apura se os recursos financiaram sua permanência no país; nega irregularidades. Apontado como possível beneficiário de parte dos recursos do filme Dark Horse no inquérito aberto por Mendonça; negou (segundo resumos da imprensa). Contrato de 2024 o descreve como produtor executivo do filme; mensagens atribuídas a ele orientam a gestão dos recursos nos EUA; a PF apura se parte do dinheiro enviado ao Havengate custeou sua permanência nos EUA. Nega ter recebido dinheiro do fundo.

Revisado Contém acusação grave — revisão editorial humana pendente

Estar neste acervo não significa ter cometido crime. Esta ficha mostra só o que os documentos sustentam, com a fonte ao lado, a situação processual por processo e data, e a resposta da pessoa.

Quem é

  • deputado federal por São Paulo (mandato descrito pelo Metrópoles como cassado; data do término não verificada); tratado como ex-deputado pela Agência Brasil em 2026 — Câmara dos Deputados · SP (? a hoje) [evid]
  • Deputado federal — Câmara dos Deputados · SP (fev. 2015 a 18 dez. 2025) [evid]

Filiação partidária

Partido por período. Em cada fato, vale o partido da data; partido é contexto, não prova de responsabilidade.

  • PL (? a hoje) — Partido citado nas reportagens de 2026; início da filiação e partido nas datas dos fatos (2024-2025) não verificados nesta frente. Partido atual com referência em 2026-10-17. Conferir com a F15. [evid]
  • PSC (fev. 2015 a 26 mar. 2018) [evid]
  • PSL (27 mar. 2018 a 22 fev. 2022) [evid][evid]
  • União Brasil (23 fev. 2022 a 21 mar. 2022) — União Brasil nasceu da fusão de DEM e PSL em 2022. [evid]
  • PL (22 mar. 2022 a hoje) — último partido registrado pela Câmara (consulta em 2026-10-17); o mandato foi encerrado em 2025-12-18. [evid][evid]

Mensagens citadas pela PF mostram cobranças por parcelas atrasadas do filme em agosto/setembro de 2025 (pelo intermediário Thiago Miranda e por Flávio Bolsonaro em áudio de 08/09/2025) e um print de conversa de Miranda com Eduardo Bolsonaro, de março de 2025, sobre enviar recursos aos EUA.

AlegadoGraveFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)seção 'Datas e mensagens'#f04-darkhorse-mensagens

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Flávio Bolsonaro (12 set. 2026): Flávio e Eduardo Bolsonaro negam irregularidades, segundo a Agência Brasil. A matéria não reproduz as notas; são necessárias as declarações originais.
Detalhes da evidência
Fato
2025
Fonte
PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse — Agência Brasil (Wellton Máximo), 12 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Mensagens interpretadas pela PF e relatadas pela Agência Brasil; não há acesso às mensagens. A PF apura se os recursos também financiaram a permanência de Eduardo nos EUA - hipótese investigativa, não demonstrada. Flávio e Eduardo negam irregularidades.
Citados
Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Thiago Miranda, Daniel Vorcaro
Estado
Revisado

Segundo a Agencia Brasil (11/09/2026), Mendonca incluiu o senador Flavio Bolsonaro como investigado, em 22 de julho, no inquerito sigiloso (PET vinculada ao INQ 5026) que apura o repasse feito por Daniel Vorcaro para custear a producao do filme Dark Horse, de R$ 61 milhoes; os crimes citados no pedido da PF sao lavagem, evasao de divisas e corrupcao, entre outros; Eduardo Bolsonaro e apontado como possivel beneficiario de parte do dinheiro; a suspeita e que o valor foi disponibilizado a pedido do senador.

ContestadoGraveFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f05-dark-horse-inquerito
Flávio Bolsonaro (11 set. 2026): Segundo a Agência Brasil, Flávio Bolsonaro não nega a autenticidade de áudios em que pede recursos a Vorcaro e sustenta que buscar financiamento privado para um filme sobre o pai não é irregular; nega ter dado contrapartida. A reportagem não registra resposta da defesa.
Detalhes da evidência
Fato
22 jul. 2026
Fonte
Mendonça incluiu Flávio Bolsonaro como investigado no caso Dark Horse — Agência Brasil (Felipe Pontes), 11 set. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
R$ 61 milhões é valor 'repassado' segundo a reportagem; natureza e destino são frente F04. A PF pediu em 15/10/2026 mais 90 dias de prazo (resumo de buscador, não aberto). Flávio não nega a autenticidade de áudios em que pede recursos e nega contrapartida; a reportagem não registra resposta da defesa. A reportagem diz que Mario Frias não aparece como investigado nesse texto.
Confirmam
F05 Busca Dark Horse Prorrogacao
Citados
Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Daniel Vorcaro, André Mendonça, PGR, Inquérito (PET sigilosa vinculada ao INQ 5026) sobre financiamento do filme Dark Horse com recursos atribuídos a Vorcaro; PF pediu mais 90 dias em 15/10/2026
Estado
Revisado

Contrato assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30/01/2024, entre ele, o deputado Mario Frias e a GoUp Entertainment como produtora, o descreve como produtor executivo, com atividades que incluem "envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme" e ajudar a identificar fontes de financiamento (créditos, incentivos fiscais, colocação de produtos, patrocínio). A BBC News Brasil registra que o texto data de novembro de 2023 e que o filme se chamava "O Capitão do Povo".

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Detalhes da evidência
Fato
30 jan. 2024
Fonte
Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato — Estado de Minas, 15 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Trecho
“envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme”
Limites
Contrato descrito por reportagem; íntegra não examinada. Eduardo disse ter apenas cedido direitos de imagem e, depois, que assinou o contrato com o cargo mas os planos mudaram; a defesa de Frias nega que ele fosse produtor executivo. A BBC classifica a GoUp do contrato como empresa sediada nos EUA. Cláusula de poder sobre o dinheiro do fundo não foi verificada.
Confirmam
Havengate: o fundo na mira da PF que conecta Vorcaro, Flávio e Eduardo Bolsonaro
Citados
Eduardo Bolsonaro, Mario Frias, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Em 21/03/2025 (Poder360; a Agência Brasil diz "março"), Thiago Miranda enviou a Vorcaro uma captura de tela de conversa atribuída a Eduardo Bolsonaro com orientações sobre como os recursos poderiam ser geridos nos EUA, com referência à disponibilidade de Altieres Santana; segundo a Agência Brasil, a conversa dizia que o ideal seria os recursos já estarem nos EUA e que remessas de empresa brasileira sem orçamento grande teriam de ser feitas aos poucos, em cerca de seis meses; a PGR também citou o diálogo. O Intercept (via Estado de Minas) afirma que Eduardo sugeriu enviar "o máximo possível" de recursos ao exterior.

AlegadoGraveFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)Poder360, seção "Papel atribuído a Eduardo"; Agência Brasil, "Mensagem de Eduardo Bolsonaro"#f11-msg-2025-03-eduardo-print

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Detalhes da evidência
Fato
21 mar. 2025
Fonte
Eduardo orientou gestão de recursos de "Dark Horse" nos EUA, diz PF — Poder360, 11 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Captura de tela encaminhada por Miranda a Vorcaro; a autoria por Eduardo é atribuição da PF e do intermediário, não perícia. Eduardo nega ter recebido dinheiro do fundo e diz que só cedeu direitos de imagem; o diálogo, mesmo autêntico, trata de forma de enviar recursos e não demonstra recebimento por Eduardo nem destino final do dinheiro.
Confirmam
PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse; Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato
Citados
Thiago Miranda, Daniel Vorcaro, Eduardo Bolsonaro, Altieris Santana
Estado
Revisado

Nos arquivos que tiveram o sigilo levantado, manifestação da PGR diz que Eduardo Bolsonaro "orientou" a gestão dos recursos de Dark Horse nos EUA; o Poder360 relata que a PF o aponta como responsável por orientar como o dinheiro de Vorcaro seria gerido nos EUA com base em conversas extraídas do celular de Vorcaro.

ContestadoGraveFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)Poder360, "People and documents"; Poder360 (11/09), "Papel atribuído a Eduardo"#f11-eduardo-orientou-pgr

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Detalhes da evidência
Fato
2025
Fonte
Relatório da PF sobre 'Dark Horse' contraria versão de Flávio — Poder360, 12 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Atribuição da PF/PGR com base em mensagens de intermediários, não em ato de Eduardo próprio demonstrado. Eduardo nega ter recebido dinheiro do fundo, diz que só cedeu direitos de imagem e que o escritório de Calixto cuidava apenas da gestão burocrática, financeira e legal.
Confirmam
Eduardo orientou gestão de recursos de "Dark Horse" nos EUA, diz PF
Citados
Eduardo Bolsonaro, PGR, Havengate Development Fund LP, Paulo Calixto
Estado
Revisado

Segundo a Agência Brasil (cópia no DGABC), Flávio Bolsonaro foi incluído como investigado em 22/07/2026 no inquérito que apura o repasse de R$ 61 milhões de Vorcaro para o filme; o pedido da PF cita lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos correlatos; Eduardo Bolsonaro também é alvo, apontado como possível beneficiário de parte do dinheiro; a suspeita é que o valor foi disponibilizado a pedido do senador. A inclusão só se tornou pública com o levantamento de sigilo de 10/09/2026.

Flávio Bolsonaro (13 maio 2026): Em 13/05/2026 Flávio, segundo o Intercept/Brasil 247, classificou o relato de 'É mentira'; em nota do mesmo dia (Poder360) confirmou ter buscado patrocínio privado para um filme privado sobre o pai, com contato iniciado em dezembro de 2024; negou contrapartida, vantagens, recebimento de dinheiro ou vantagem, uso de dinheiro público ou da Lei Rouanet. Não detalhou valores.
Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Detalhes da evidência
Fato
22 jul. 2026
Fonte
Mendonça incluiu Flávio Bolsonaro como investigado no caso Dark Horse — Diário do Grande ABC, 11 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A PF pediu a instauração de uma PET sigilosa vinculada ao INQ 5026; a Agência Brasil não traz a decisão. No dia 23/07 o Estadão (Money Times) dizia que não havia lista formal de investigados; O Tempo e a Gazeta (16-17/10) não afirmam expressamente que Flávio é investigado. A data de inclusão de Eduardo e de Vorcaro como investigados não foi informada. Flávio não nega o pedido de patrocínio e nega contrapartida.
Confirmam
Mendonça levanta sigilo de 39 processos no STF e inclui investigação sobre filme Dark Horse; Mendonça levanta sigilo do caso Dark Horse e torna públicas 38 ações; PF avalia fatiar caso Dark Horse, concluir suspeitas contra Daniel Vorcaro e deixar apuração sobre Flávio Bolsonaro para etapa posterior
Citados
Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, André Mendonça, Polícia Federal, Daniel Vorcaro
Estado
Revisado

Procedimentos oficiais e situação

Situação por processo e por data. A linha mais recente de cada processo é a situação conhecida mais atual — não necessariamente a de hoje.

Inquérito (PET sigilosa vinculada ao INQ 5026) sobre financiamento do filme Dark Horse com recursos atribuídos a Vorcaro; PF pediu mais 90 dias em 15/10/2026

  • Investigado 22 jul. 2026 [evid]
  • Investigado set. 2026 · mais recente — Tratado como alvo/investigado pelas reportagens de 10-12/09/2026; data de inclusão formal não informada. Sem indiciamento ou denúncia. [evid][evid]

Fatos comprovados ou confirmados

Segundo o histórico oficial da Câmara, Eduardo Bolsonaro foi deputado federal por São Paulo de 01/02/2015 até 18/12/2025, quando o registro indica vacância por perda de mandato por ato da Mesa; licenciou-se de 20/03/2025 a 20/07/2025.

Comprovado por documentoFonte: Câmara dos Deputados · original (abre em nova aba)registros 2015-02-01 posse; 2025-03-20 licença; 2025-07-20 reassunção; 2025-12-18 VACANCIA Perda de Mandato por Ato da Mesa#f15-L1-edu-dep
Detalhes da evidência
Fato
18 dez. 2025
Fonte
Histórico de status parlamentar de Eduardo Bolsonaro (API Dados Abertos da Câmara) — Câmara dos Deputados, data não informada
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
O histórico não detalha o motivo da perda do mandato.
Citados
Eduardo Bolsonaro, Câmara dos Deputados
Estado
Documentado

Segundo o histórico oficial da Câmara, Eduardo Bolsonaro iniciou o mandato em 2015 pelo PSC e mudou para o PSL em 27/03/2018.

Comprovado por documentoFonte: Câmara dos Deputados · original (abre em nova aba)registros 2015-02-01 PSC e 2018-03-27 PSL#f15-L1-edu-psc
Detalhes da evidência
Fato
27 mar. 2018
Fonte
Histórico de status parlamentar de Eduardo Bolsonaro (API Dados Abertos da Câmara) — Câmara dos Deputados, data não informada
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Citados
Eduardo Bolsonaro
Estado
Documentado

Segundo o histórico oficial da Câmara, Eduardo Bolsonaro mudou do PSL para o União Brasil em 23/02/2022 e para o PL em 22/03/2022.

Comprovado por documentoFonte: Câmara dos Deputados · original (abre em nova aba)registros 2022-02-23 UNIÃO e 2022-03-22 PL#f15-L1-edu-uniao
Detalhes da evidência
Fato
22 mar. 2022
Fonte
Histórico de status parlamentar de Eduardo Bolsonaro (API Dados Abertos da Câmara) — Câmara dos Deputados, data não informada
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Citados
Eduardo Bolsonaro
Estado
Documentado

Alegações, fontes únicas e contestações

O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.

Mensagens citadas pela PF mostram cobranças por parcelas atrasadas do filme em agosto/setembro de 2025 (pelo intermediário Thiago Miranda e por Flávio Bolsonaro em áudio de 08/09/2025) e um print de conversa de Miranda com Eduardo Bolsonaro, de março de 2025, sobre enviar recursos aos EUA.

AlegadoGraveFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)seção 'Datas e mensagens'#f04-darkhorse-mensagens

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Flávio Bolsonaro (12 set. 2026): Flávio e Eduardo Bolsonaro negam irregularidades, segundo a Agência Brasil. A matéria não reproduz as notas; são necessárias as declarações originais.
Detalhes da evidência
Fato
2025
Fonte
PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse — Agência Brasil (Wellton Máximo), 12 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Mensagens interpretadas pela PF e relatadas pela Agência Brasil; não há acesso às mensagens. A PF apura se os recursos também financiaram a permanência de Eduardo nos EUA - hipótese investigativa, não demonstrada. Flávio e Eduardo negam irregularidades.
Citados
Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Thiago Miranda, Daniel Vorcaro
Estado
Revisado

Segundo a Agencia Brasil (11/09/2026), Mendonca incluiu o senador Flavio Bolsonaro como investigado, em 22 de julho, no inquerito sigiloso (PET vinculada ao INQ 5026) que apura o repasse feito por Daniel Vorcaro para custear a producao do filme Dark Horse, de R$ 61 milhoes; os crimes citados no pedido da PF sao lavagem, evasao de divisas e corrupcao, entre outros; Eduardo Bolsonaro e apontado como possivel beneficiario de parte do dinheiro; a suspeita e que o valor foi disponibilizado a pedido do senador.

ContestadoGraveFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f05-dark-horse-inquerito
Flávio Bolsonaro (11 set. 2026): Segundo a Agência Brasil, Flávio Bolsonaro não nega a autenticidade de áudios em que pede recursos a Vorcaro e sustenta que buscar financiamento privado para um filme sobre o pai não é irregular; nega ter dado contrapartida. A reportagem não registra resposta da defesa.
Detalhes da evidência
Fato
22 jul. 2026
Fonte
Mendonça incluiu Flávio Bolsonaro como investigado no caso Dark Horse — Agência Brasil (Felipe Pontes), 11 set. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
R$ 61 milhões é valor 'repassado' segundo a reportagem; natureza e destino são frente F04. A PF pediu em 15/10/2026 mais 90 dias de prazo (resumo de buscador, não aberto). Flávio não nega a autenticidade de áudios em que pede recursos e nega contrapartida; a reportagem não registra resposta da defesa. A reportagem diz que Mario Frias não aparece como investigado nesse texto.
Confirmam
F05 Busca Dark Horse Prorrogacao
Citados
Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Daniel Vorcaro, André Mendonça, PGR, Inquérito (PET sigilosa vinculada ao INQ 5026) sobre financiamento do filme Dark Horse com recursos atribuídos a Vorcaro; PF pediu mais 90 dias em 15/10/2026
Estado
Revisado

Contrato assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30/01/2024, entre ele, o deputado Mario Frias e a GoUp Entertainment como produtora, o descreve como produtor executivo, com atividades que incluem "envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme" e ajudar a identificar fontes de financiamento (créditos, incentivos fiscais, colocação de produtos, patrocínio). A BBC News Brasil registra que o texto data de novembro de 2023 e que o filme se chamava "O Capitão do Povo".

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Detalhes da evidência
Fato
30 jan. 2024
Fonte
Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato — Estado de Minas, 15 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Trecho
“envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme”
Limites
Contrato descrito por reportagem; íntegra não examinada. Eduardo disse ter apenas cedido direitos de imagem e, depois, que assinou o contrato com o cargo mas os planos mudaram; a defesa de Frias nega que ele fosse produtor executivo. A BBC classifica a GoUp do contrato como empresa sediada nos EUA. Cláusula de poder sobre o dinheiro do fundo não foi verificada.
Confirmam
Havengate: o fundo na mira da PF que conecta Vorcaro, Flávio e Eduardo Bolsonaro
Citados
Eduardo Bolsonaro, Mario Frias, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Em 21/03/2025 (Poder360; a Agência Brasil diz "março"), Thiago Miranda enviou a Vorcaro uma captura de tela de conversa atribuída a Eduardo Bolsonaro com orientações sobre como os recursos poderiam ser geridos nos EUA, com referência à disponibilidade de Altieres Santana; segundo a Agência Brasil, a conversa dizia que o ideal seria os recursos já estarem nos EUA e que remessas de empresa brasileira sem orçamento grande teriam de ser feitas aos poucos, em cerca de seis meses; a PGR também citou o diálogo. O Intercept (via Estado de Minas) afirma que Eduardo sugeriu enviar "o máximo possível" de recursos ao exterior.

AlegadoGraveFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)Poder360, seção "Papel atribuído a Eduardo"; Agência Brasil, "Mensagem de Eduardo Bolsonaro"#f11-msg-2025-03-eduardo-print

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Detalhes da evidência
Fato
21 mar. 2025
Fonte
Eduardo orientou gestão de recursos de "Dark Horse" nos EUA, diz PF — Poder360, 11 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Captura de tela encaminhada por Miranda a Vorcaro; a autoria por Eduardo é atribuição da PF e do intermediário, não perícia. Eduardo nega ter recebido dinheiro do fundo e diz que só cedeu direitos de imagem; o diálogo, mesmo autêntico, trata de forma de enviar recursos e não demonstra recebimento por Eduardo nem destino final do dinheiro.
Confirmam
PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse; Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato
Citados
Thiago Miranda, Daniel Vorcaro, Eduardo Bolsonaro, Altieris Santana
Estado
Revisado

Nos arquivos que tiveram o sigilo levantado, manifestação da PGR diz que Eduardo Bolsonaro "orientou" a gestão dos recursos de Dark Horse nos EUA; o Poder360 relata que a PF o aponta como responsável por orientar como o dinheiro de Vorcaro seria gerido nos EUA com base em conversas extraídas do celular de Vorcaro.

ContestadoGraveFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)Poder360, "People and documents"; Poder360 (11/09), "Papel atribuído a Eduardo"#f11-eduardo-orientou-pgr

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Detalhes da evidência
Fato
2025
Fonte
Relatório da PF sobre 'Dark Horse' contraria versão de Flávio — Poder360, 12 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Atribuição da PF/PGR com base em mensagens de intermediários, não em ato de Eduardo próprio demonstrado. Eduardo nega ter recebido dinheiro do fundo, diz que só cedeu direitos de imagem e que o escritório de Calixto cuidava apenas da gestão burocrática, financeira e legal.
Confirmam
Eduardo orientou gestão de recursos de "Dark Horse" nos EUA, diz PF
Citados
Eduardo Bolsonaro, PGR, Havengate Development Fund LP, Paulo Calixto
Estado
Revisado

Segundo a Agência Brasil (cópia no DGABC), Flávio Bolsonaro foi incluído como investigado em 22/07/2026 no inquérito que apura o repasse de R$ 61 milhões de Vorcaro para o filme; o pedido da PF cita lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos correlatos; Eduardo Bolsonaro também é alvo, apontado como possível beneficiário de parte do dinheiro; a suspeita é que o valor foi disponibilizado a pedido do senador. A inclusão só se tornou pública com o levantamento de sigilo de 10/09/2026.

Flávio Bolsonaro (13 maio 2026): Em 13/05/2026 Flávio, segundo o Intercept/Brasil 247, classificou o relato de 'É mentira'; em nota do mesmo dia (Poder360) confirmou ter buscado patrocínio privado para um filme privado sobre o pai, com contato iniciado em dezembro de 2024; negou contrapartida, vantagens, recebimento de dinheiro ou vantagem, uso de dinheiro público ou da Lei Rouanet. Não detalhou valores.
Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Detalhes da evidência
Fato
22 jul. 2026
Fonte
Mendonça incluiu Flávio Bolsonaro como investigado no caso Dark Horse — Diário do Grande ABC, 11 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A PF pediu a instauração de uma PET sigilosa vinculada ao INQ 5026; a Agência Brasil não traz a decisão. No dia 23/07 o Estadão (Money Times) dizia que não havia lista formal de investigados; O Tempo e a Gazeta (16-17/10) não afirmam expressamente que Flávio é investigado. A data de inclusão de Eduardo e de Vorcaro como investigados não foi informada. Flávio não nega o pedido de patrocínio e nega contrapartida.
Confirmam
Mendonça levanta sigilo de 39 processos no STF e inclui investigação sobre filme Dark Horse; Mendonça levanta sigilo do caso Dark Horse e torna públicas 38 ações; PF avalia fatiar caso Dark Horse, concluir suspeitas contra Daniel Vorcaro e deixar apuração sobre Flávio Bolsonaro para etapa posterior
Citados
Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, André Mendonça, Polícia Federal, Daniel Vorcaro
Estado
Revisado

Resposta

12 set. 2026 · Flávio e Eduardo Bolsonaro negam irregularidades, segundo a Agência Brasil. A matéria não reproduz as notas; são necessárias as declarações originais. [fonte]
maio 2026 · Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento. [fonte]
14 maio 2026 · Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas). [fonte]
out. 2026 · Segundo o Brasil 247 (17/10/2026), Eduardo nega ter recebido dinheiro de fundo ligado a Vorcaro, diz que seu status imigratório nos EUA não permitiria e que informou às autoridades dos EUA a origem dos fundos que usou. A reportagem não traz data nem canal da fala. [fonte]

O que ainda não se sabe

  • Resposta detalhada não lida.
  • Resposta de Eduardo não localizada em fonte lida.
  • Data do fim do mandato não verificada.
  • Não há demonstração de que ele tenha recebido dinheiro do Havengate: é apuração da PF.
  • Data de inclusão como investigado não informada.