Quem é
Filiação partidária
Partido por período. Em cada fato, vale o partido da data; partido é contexto, não prova de responsabilidade.
- PL (? a hoje) — Partido citado nas reportagens de 2026; início da filiação e partido nas datas dos fatos (2024-2025) não verificados nesta frente. Partido atual com referência em 2026-10-17. Conferir com a F15. [evid]
- PL (2022 a hoje) — Filiado ao PL até março/abril de 2022 (candidato pelo PL; prazo de filiação em 2022-04-02). Dia 2022-03-12 só na Wikipédia (pista). Atual segundo o histórico da Câmara em 2026-10-17. Partido anterior não confirmado. [evid][evid][evid]
Contrato assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30/01/2024, entre ele, o deputado Mario Frias e a GoUp Entertainment como produtora, o descreve como produtor executivo, com atividades que incluem "envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme" e ajudar a identificar fontes de financiamento (créditos, incentivos fiscais, colocação de produtos, patrocínio). A BBC News Brasil registra que o texto data de novembro de 2023 e que o filme se chamava "O Capitão do Povo".
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Detalhes da evidência
- Fato
- 30 jan. 2024
- Fonte
- Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato — Estado de Minas, 15 maio 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Trecho
- “envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme”
- Limites
- Contrato descrito por reportagem; íntegra não examinada. Eduardo disse ter apenas cedido direitos de imagem e, depois, que assinou o contrato com o cargo mas os planos mudaram; a defesa de Frias nega que ele fosse produtor executivo. A BBC classifica a GoUp do contrato como empresa sediada nos EUA. Cláusula de poder sobre o dinheiro do fundo não foi verificada.
- Confirmam
- Havengate: o fundo na mira da PF que conecta Vorcaro, Flávio e Eduardo Bolsonaro
- Citados
- Eduardo Bolsonaro, Mario Frias, Go Up Entertainment LLC
- Estado
- Revisado
Segundo a Agência Pública, Mário Frias é o autor da história original de Dark Horse e foi secretário de Cultura no governo Bolsonaro e depois deputado federal; Karina Ferreira da Gama é sócia da Go Up, preside a Academia Nacional de Cultura (ANC) e é diretora do Instituto Conhecer Brasil (ICB).
Detalhes da evidência
- Fato
- 18 maio 2026
- Fonte
- Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas — Agência Pública (Natalia Viana), 18 maio 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Coluna de opinião e apuração; não informa CNPJs nem signatários de contratos. O papel de Frias como produtor executivo é afirmado em contrato (Estado de Minas) e negado em parte por sua defesa quanto a Eduardo.
- Confirmam
- Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato; Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro
- Citados
- Mario Frias, Karina Gama, Go Up Entertainment LLC, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC)
- Estado
- Revisado
Segundo o Intercept (via InfoMoney, 19/05/2026), em 11/12 (dezembro de 2024, segundo o artigo) Mario Frias enviou a Vorcaro áudio agradecendo ("Só te agradecer, meu irmão"), poucos minutos depois do horário previsto para encontro de Vorcaro com Flávio, e em 15/12 enviou captura de conversa com o diretor Cyrus Nowrasteh; Frias disse antes que Vorcaro não pôs "um único centavo" no filme e, no dia seguinte, falou em "diferença de interpretação sobre a origem formal".
Mario Frias (19 maio 2026): Frias afirmou inicialmente que Vorcaro não pôs "um único centavo" no filme e, no dia seguinte, falou em "diferença de interpretação sobre a origem formal" dos recursos, dizendo que Vorcaro "não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico" e que o Banco Master nunca foi investidor formal.
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Detalhes da evidência
- Fato
- 11 dez. 2024
- Fonte
- Áudios mostram Mario Frias agradecendo Vorcaro por apoio a "Dark Horse", diz site — InfoMoney (Marina Verenicz), 19 maio 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Trecho
- “Só te agradecer, meu irmão”
- Limites
- O texto lido não informa o ano das mensagens; a datação a dezembro de 2024 é do artigo. Frias não comentou o áudio ao Intercept (resumo de buscador, não confirmado em fonte aberta). O encontro Flávio-Vorcaro não foi confirmado (Miranda disse que a reunião de dezembro de 2024 não ocorreu). Agradecimento a apoio não prova pagamento nem sua origem.
- Citados
- Mario Frias, Daniel Vorcaro, Cyrus Nowrasteh
- Estado
- Revisado
Em 10/09/2026, a PF cumpriu 49 mandados da Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, com buscas contra Go7, ICB, GoUp Entertainment e Karina Gama; o alvo político é o deputado Mário Frias, que enviou R$ 2 milhões em emendas ao ICB. A suspeita relatada pelo Estadão é que parte dos recursos tenha financiado o filme; a PF diz que ainda não há comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora, mas aponta relevância na proximidade temporal.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
- Fato
- 10 set. 2026
- Fonte
- Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Frente separada (emendas), sem Vorcaro; a ligação com Dark Horse é hipótese, e a própria PF reconhece que não há comprovação de origem direta. Frias chama a operação de "cortina de fumaça" em ano eleitoral e nega irregularidades; a reportagem não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
- Confirmam
- Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação; Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme
- Citados
- Polícia Federal, Flávio Dino, Mario Frias, Karina Gama, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC
- Estado
- Revisado
Segundo a PF (Estadão), a Go Up recebeu R$ 750 mil da NTT Brasil e R$ 645,4 mil de Mário Frias; o ICB transferiu R$ 700 mil à Dinâmica Editora e ao Instituto Super Poder Educacional e R$ 1 milhão à Go7; a Go Up movimentou R$ 19.033.071,00 entre 10/11/2025 e 30/12/2025.
Detalhes da evidência
- Fato
- dez. 2025
- Fonte
- Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Valores reportados sem natureza declarada (pagamento comercial, contrapartida, emenda etc.); o repasse de Frias à Go Up é dinheiro de pessoa física ou conta de Frias, e a reportagem não diz a origem. Não demonstra que dinheiro de emenda financiou o filme.
- Citados
- Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC, NTT Brasil, Mario Frias
- Estado
- Revisado
Alegações, fontes únicas e contestações
O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.
Contrato assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30/01/2024, entre ele, o deputado Mario Frias e a GoUp Entertainment como produtora, o descreve como produtor executivo, com atividades que incluem "envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme" e ajudar a identificar fontes de financiamento (créditos, incentivos fiscais, colocação de produtos, patrocínio). A BBC News Brasil registra que o texto data de novembro de 2023 e que o filme se chamava "O Capitão do Povo".
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Detalhes da evidência
- Fato
- 30 jan. 2024
- Fonte
- Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato — Estado de Minas, 15 maio 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Trecho
- “envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme”
- Limites
- Contrato descrito por reportagem; íntegra não examinada. Eduardo disse ter apenas cedido direitos de imagem e, depois, que assinou o contrato com o cargo mas os planos mudaram; a defesa de Frias nega que ele fosse produtor executivo. A BBC classifica a GoUp do contrato como empresa sediada nos EUA. Cláusula de poder sobre o dinheiro do fundo não foi verificada.
- Confirmam
- Havengate: o fundo na mira da PF que conecta Vorcaro, Flávio e Eduardo Bolsonaro
- Citados
- Eduardo Bolsonaro, Mario Frias, Go Up Entertainment LLC
- Estado
- Revisado
Segundo o Intercept (via InfoMoney, 19/05/2026), em 11/12 (dezembro de 2024, segundo o artigo) Mario Frias enviou a Vorcaro áudio agradecendo ("Só te agradecer, meu irmão"), poucos minutos depois do horário previsto para encontro de Vorcaro com Flávio, e em 15/12 enviou captura de conversa com o diretor Cyrus Nowrasteh; Frias disse antes que Vorcaro não pôs "um único centavo" no filme e, no dia seguinte, falou em "diferença de interpretação sobre a origem formal".
Mario Frias (19 maio 2026): Frias afirmou inicialmente que Vorcaro não pôs "um único centavo" no filme e, no dia seguinte, falou em "diferença de interpretação sobre a origem formal" dos recursos, dizendo que Vorcaro "não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico" e que o Banco Master nunca foi investidor formal.
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Detalhes da evidência
- Fato
- 11 dez. 2024
- Fonte
- Áudios mostram Mario Frias agradecendo Vorcaro por apoio a "Dark Horse", diz site — InfoMoney (Marina Verenicz), 19 maio 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Trecho
- “Só te agradecer, meu irmão”
- Limites
- O texto lido não informa o ano das mensagens; a datação a dezembro de 2024 é do artigo. Frias não comentou o áudio ao Intercept (resumo de buscador, não confirmado em fonte aberta). O encontro Flávio-Vorcaro não foi confirmado (Miranda disse que a reunião de dezembro de 2024 não ocorreu). Agradecimento a apoio não prova pagamento nem sua origem.
- Citados
- Mario Frias, Daniel Vorcaro, Cyrus Nowrasteh
- Estado
- Revisado
Segundo a Agência Pública, Mário Frias é o autor da história original de Dark Horse e foi secretário de Cultura no governo Bolsonaro e depois deputado federal; Karina Ferreira da Gama é sócia da Go Up, preside a Academia Nacional de Cultura (ANC) e é diretora do Instituto Conhecer Brasil (ICB).
Detalhes da evidência
- Fato
- 18 maio 2026
- Fonte
- Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas — Agência Pública (Natalia Viana), 18 maio 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Coluna de opinião e apuração; não informa CNPJs nem signatários de contratos. O papel de Frias como produtor executivo é afirmado em contrato (Estado de Minas) e negado em parte por sua defesa quanto a Eduardo.
- Confirmam
- Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato; Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro
- Citados
- Mario Frias, Karina Gama, Go Up Entertainment LLC, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC)
- Estado
- Revisado
Em 10/09/2026, a PF cumpriu 49 mandados da Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, com buscas contra Go7, ICB, GoUp Entertainment e Karina Gama; o alvo político é o deputado Mário Frias, que enviou R$ 2 milhões em emendas ao ICB. A suspeita relatada pelo Estadão é que parte dos recursos tenha financiado o filme; a PF diz que ainda não há comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora, mas aponta relevância na proximidade temporal.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
- Fato
- 10 set. 2026
- Fonte
- Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Frente separada (emendas), sem Vorcaro; a ligação com Dark Horse é hipótese, e a própria PF reconhece que não há comprovação de origem direta. Frias chama a operação de "cortina de fumaça" em ano eleitoral e nega irregularidades; a reportagem não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
- Confirmam
- Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação; Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme
- Citados
- Polícia Federal, Flávio Dino, Mario Frias, Karina Gama, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC
- Estado
- Revisado
Segundo a PF (Estadão), a Go Up recebeu R$ 750 mil da NTT Brasil e R$ 645,4 mil de Mário Frias; o ICB transferiu R$ 700 mil à Dinâmica Editora e ao Instituto Super Poder Educacional e R$ 1 milhão à Go7; a Go Up movimentou R$ 19.033.071,00 entre 10/11/2025 e 30/12/2025.
Detalhes da evidência
- Fato
- dez. 2025
- Fonte
- Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Valores reportados sem natureza declarada (pagamento comercial, contrapartida, emenda etc.); o repasse de Frias à Go Up é dinheiro de pessoa física ou conta de Frias, e a reportagem não diz a origem. Não demonstra que dinheiro de emenda financiou o filme.
- Citados
- Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC, NTT Brasil, Mario Frias
- Estado
- Revisado
Segundo a Agência FolhaPress, Mario Frias deixou a Secretaria Especial da Cultura em 31/03/2022 para se lançar candidato a deputado federal pelo PL, após quase dois anos no cargo.
Detalhes da evidência
- Fato
- 31 mar. 2022
- Fonte
- Mario Frias deixa Secretaria da Cultura para se lançar como candidato a deputado (Agência FolhaPress) — A Gazeta, 31 mar. 2022
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Citados
- Mario Frias
- Estado
- Documentado
Segundo o Congresso em Foco, Mario Frias foi Secretário Especial da Cultura de junho de 2020 a março de 2022, substituindo Regina Duarte.
Detalhes da evidência
- Fato
- jun. 2020
- Fonte
- Quem é Mario Frias, deputado, ator e produtor do filme sobre Bolsonaro — Congresso em Foco, 14 maio 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Citados
- Mario Frias
- Estado
- Documentado