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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Pessoas

Mario Frias

Autor da história original (Agência Pública) e parte do contrato de 2024 com a GoUp, em que Eduardo Bolsonaro é descrito como produtor executivo; alvo da Operação Make Up (emendas). Áudio de dezembro de 2024 agradece a Vorcaro; nega que dinheiro de Vorcaro tenha financiado o filme e nega irregularidades.

Revisado Contém acusação grave — revisão editorial humana pendente

Estar neste acervo não significa ter cometido crime. Esta ficha mostra só o que os documentos sustentam, com a fonte ao lado, a situação processual por processo e data, e a resposta da pessoa.

Quem é

Filiação partidária

Partido por período. Em cada fato, vale o partido da data; partido é contexto, não prova de responsabilidade.

  • PL (? a hoje) — Partido citado nas reportagens de 2026; início da filiação e partido nas datas dos fatos (2024-2025) não verificados nesta frente. Partido atual com referência em 2026-10-17. Conferir com a F15. [evid]
  • PL (2022 a hoje) — Filiado ao PL até março/abril de 2022 (candidato pelo PL; prazo de filiação em 2022-04-02). Dia 2022-03-12 só na Wikipédia (pista). Atual segundo o histórico da Câmara em 2026-10-17. Partido anterior não confirmado. [evid][evid][evid]

Contrato assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30/01/2024, entre ele, o deputado Mario Frias e a GoUp Entertainment como produtora, o descreve como produtor executivo, com atividades que incluem "envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme" e ajudar a identificar fontes de financiamento (créditos, incentivos fiscais, colocação de produtos, patrocínio). A BBC News Brasil registra que o texto data de novembro de 2023 e que o filme se chamava "O Capitão do Povo".

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Detalhes da evidência
Fato
30 jan. 2024
Fonte
Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato — Estado de Minas, 15 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Trecho
“envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme”
Limites
Contrato descrito por reportagem; íntegra não examinada. Eduardo disse ter apenas cedido direitos de imagem e, depois, que assinou o contrato com o cargo mas os planos mudaram; a defesa de Frias nega que ele fosse produtor executivo. A BBC classifica a GoUp do contrato como empresa sediada nos EUA. Cláusula de poder sobre o dinheiro do fundo não foi verificada.
Confirmam
Havengate: o fundo na mira da PF que conecta Vorcaro, Flávio e Eduardo Bolsonaro
Citados
Eduardo Bolsonaro, Mario Frias, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Segundo a Agência Pública, Mário Frias é o autor da história original de Dark Horse e foi secretário de Cultura no governo Bolsonaro e depois deputado federal; Karina Ferreira da Gama é sócia da Go Up, preside a Academia Nacional de Cultura (ANC) e é diretora do Instituto Conhecer Brasil (ICB).

Fonte únicaFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)seções "Estrutura societária", "ONGs" e "Personagens"#f11-frias-karina-papeis
Detalhes da evidência
Fato
18 maio 2026
Fonte
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas — Agência Pública (Natalia Viana), 18 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Coluna de opinião e apuração; não informa CNPJs nem signatários de contratos. O papel de Frias como produtor executivo é afirmado em contrato (Estado de Minas) e negado em parte por sua defesa quanto a Eduardo.
Confirmam
Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato; Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro
Citados
Mario Frias, Karina Gama, Go Up Entertainment LLC, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC)
Estado
Revisado

Segundo o Intercept (via InfoMoney, 19/05/2026), em 11/12 (dezembro de 2024, segundo o artigo) Mario Frias enviou a Vorcaro áudio agradecendo ("Só te agradecer, meu irmão"), poucos minutos depois do horário previsto para encontro de Vorcaro com Flávio, e em 15/12 enviou captura de conversa com o diretor Cyrus Nowrasteh; Frias disse antes que Vorcaro não pôs "um único centavo" no filme e, no dia seguinte, falou em "diferença de interpretação sobre a origem formal".

ContestadoFonte: InfoMoney · original (abre em nova aba)seções "Datas das mensagens" e "Defesa de Frias"#f11-audio-frias-agradecimento
Mario Frias (19 maio 2026): Frias afirmou inicialmente que Vorcaro não pôs "um único centavo" no filme e, no dia seguinte, falou em "diferença de interpretação sobre a origem formal" dos recursos, dizendo que Vorcaro "não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico" e que o Banco Master nunca foi investidor formal.
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Detalhes da evidência
Fato
11 dez. 2024
Fonte
Áudios mostram Mario Frias agradecendo Vorcaro por apoio a "Dark Horse", diz site — InfoMoney (Marina Verenicz), 19 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Trecho
“Só te agradecer, meu irmão”
Limites
O texto lido não informa o ano das mensagens; a datação a dezembro de 2024 é do artigo. Frias não comentou o áudio ao Intercept (resumo de buscador, não confirmado em fonte aberta). O encontro Flávio-Vorcaro não foi confirmado (Miranda disse que a reunião de dezembro de 2024 não ocorreu). Agradecimento a apoio não prova pagamento nem sua origem.
Citados
Mario Frias, Daniel Vorcaro, Cyrus Nowrasteh
Estado
Revisado

Em 10/09/2026, a PF cumpriu 49 mandados da Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, com buscas contra Go7, ICB, GoUp Entertainment e Karina Gama; o alvo político é o deputado Mário Frias, que enviou R$ 2 milhões em emendas ao ICB. A suspeita relatada pelo Estadão é que parte dos recursos tenha financiado o filme; a PF diz que ainda não há comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora, mas aponta relevância na proximidade temporal.

ContestadoGraveFonte: Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo) · original (abre em nova aba)seções "Operação e decisão", "Valores" e "Contexto"#f11-make-up-hipotese
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
Fato
10 set. 2026
Fonte
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Frente separada (emendas), sem Vorcaro; a ligação com Dark Horse é hipótese, e a própria PF reconhece que não há comprovação de origem direta. Frias chama a operação de "cortina de fumaça" em ano eleitoral e nega irregularidades; a reportagem não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Confirmam
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação; Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme
Citados
Polícia Federal, Flávio Dino, Mario Frias, Karina Gama, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Segundo a PF (Estadão), a Go Up recebeu R$ 750 mil da NTT Brasil e R$ 645,4 mil de Mário Frias; o ICB transferiu R$ 700 mil à Dinâmica Editora e ao Instituto Super Poder Educacional e R$ 1 milhão à Go7; a Go Up movimentou R$ 19.033.071,00 entre 10/11/2025 e 30/12/2025.

Detalhes da evidência
Fato
dez. 2025
Fonte
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Valores reportados sem natureza declarada (pagamento comercial, contrapartida, emenda etc.); o repasse de Frias à Go Up é dinheiro de pessoa física ou conta de Frias, e a reportagem não diz a origem. Não demonstra que dinheiro de emenda financiou o filme.
Citados
Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC, NTT Brasil, Mario Frias
Estado
Revisado

Procedimentos oficiais e situação

Situação por processo e por data. A linha mais recente de cada processo é a situação conhecida mais atual — não necessariamente a de hoje.

Operação Make Up (PF, 10/09/2026): suposto desvio de emendas parlamentares, com apuração de possível ligação com o financiamento de Dark Horse; relator Flávio Dino

  • Investigado 10 set. 2026 [evid]
  • Alvo de busca e apreensão 10 set. 2026 · mais recente — Descrito como "alvo político" da operação pelo Estadão. A F11 não localizou, nas fontes lidas, a classificação formal (investigado) nem denúncia. [evid]

Valores associados

Cada valor com sua natureza. Contratado não é pago; pago a empresa não é recebido pela pessoa sem prova.

OperaçãoPapel desta pessoaPara quem foi o dinheiroValores
Emendas de Mario Frias ao ICB (R$ 2 milhões, segundo o Estadão)
Operação ainda não classificada
pagadorDestinatário contratual: Instituto Conhecer Brasil (ICB)
Beneficiário final não demonstrado
Autorizado R$ 2 mi 2024
Mario Frias para a GoUp: R$ 645,4 mil (origem do dinheiro não esclarecida)
Operação ainda não classificada
pagadorDestinatário contratual: Go Up Entertainment LLC
Beneficiário final não demonstrado
Pago R$ 645.400 data não informada

Fatos comprovados ou confirmados

Segundo o histórico oficial da Câmara, Mario Frias é deputado federal por São Paulo (PL) desde a posse em 01/02/2023.

Comprovado por documentoFonte: Câmara dos Deputados · original (abre em nova aba)registros 2023-02-01 posse, partido PL#f15-L1-frias-dep
Detalhes da evidência
Fato
1 fev. 2023
Fonte
Histórico de status parlamentar de Mario Frias (API Dados Abertos da Câmara) — Câmara dos Deputados, data não informada
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Citados
Mario Frias, Câmara dos Deputados
Estado
Documentado

Alegações, fontes únicas e contestações

O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.

Contrato assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30/01/2024, entre ele, o deputado Mario Frias e a GoUp Entertainment como produtora, o descreve como produtor executivo, com atividades que incluem "envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme" e ajudar a identificar fontes de financiamento (créditos, incentivos fiscais, colocação de produtos, patrocínio). A BBC News Brasil registra que o texto data de novembro de 2023 e que o filme se chamava "O Capitão do Povo".

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Detalhes da evidência
Fato
30 jan. 2024
Fonte
Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato — Estado de Minas, 15 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Trecho
“envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme”
Limites
Contrato descrito por reportagem; íntegra não examinada. Eduardo disse ter apenas cedido direitos de imagem e, depois, que assinou o contrato com o cargo mas os planos mudaram; a defesa de Frias nega que ele fosse produtor executivo. A BBC classifica a GoUp do contrato como empresa sediada nos EUA. Cláusula de poder sobre o dinheiro do fundo não foi verificada.
Confirmam
Havengate: o fundo na mira da PF que conecta Vorcaro, Flávio e Eduardo Bolsonaro
Citados
Eduardo Bolsonaro, Mario Frias, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Segundo o Intercept (via InfoMoney, 19/05/2026), em 11/12 (dezembro de 2024, segundo o artigo) Mario Frias enviou a Vorcaro áudio agradecendo ("Só te agradecer, meu irmão"), poucos minutos depois do horário previsto para encontro de Vorcaro com Flávio, e em 15/12 enviou captura de conversa com o diretor Cyrus Nowrasteh; Frias disse antes que Vorcaro não pôs "um único centavo" no filme e, no dia seguinte, falou em "diferença de interpretação sobre a origem formal".

ContestadoFonte: InfoMoney · original (abre em nova aba)seções "Datas das mensagens" e "Defesa de Frias"#f11-audio-frias-agradecimento
Mario Frias (19 maio 2026): Frias afirmou inicialmente que Vorcaro não pôs "um único centavo" no filme e, no dia seguinte, falou em "diferença de interpretação sobre a origem formal" dos recursos, dizendo que Vorcaro "não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico" e que o Banco Master nunca foi investidor formal.
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Detalhes da evidência
Fato
11 dez. 2024
Fonte
Áudios mostram Mario Frias agradecendo Vorcaro por apoio a "Dark Horse", diz site — InfoMoney (Marina Verenicz), 19 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Trecho
“Só te agradecer, meu irmão”
Limites
O texto lido não informa o ano das mensagens; a datação a dezembro de 2024 é do artigo. Frias não comentou o áudio ao Intercept (resumo de buscador, não confirmado em fonte aberta). O encontro Flávio-Vorcaro não foi confirmado (Miranda disse que a reunião de dezembro de 2024 não ocorreu). Agradecimento a apoio não prova pagamento nem sua origem.
Citados
Mario Frias, Daniel Vorcaro, Cyrus Nowrasteh
Estado
Revisado

Segundo a Agência Pública, Mário Frias é o autor da história original de Dark Horse e foi secretário de Cultura no governo Bolsonaro e depois deputado federal; Karina Ferreira da Gama é sócia da Go Up, preside a Academia Nacional de Cultura (ANC) e é diretora do Instituto Conhecer Brasil (ICB).

Fonte únicaFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)seções "Estrutura societária", "ONGs" e "Personagens"#f11-frias-karina-papeis
Detalhes da evidência
Fato
18 maio 2026
Fonte
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas — Agência Pública (Natalia Viana), 18 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Coluna de opinião e apuração; não informa CNPJs nem signatários de contratos. O papel de Frias como produtor executivo é afirmado em contrato (Estado de Minas) e negado em parte por sua defesa quanto a Eduardo.
Confirmam
Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato; Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro
Citados
Mario Frias, Karina Gama, Go Up Entertainment LLC, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC)
Estado
Revisado

Em 10/09/2026, a PF cumpriu 49 mandados da Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, com buscas contra Go7, ICB, GoUp Entertainment e Karina Gama; o alvo político é o deputado Mário Frias, que enviou R$ 2 milhões em emendas ao ICB. A suspeita relatada pelo Estadão é que parte dos recursos tenha financiado o filme; a PF diz que ainda não há comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora, mas aponta relevância na proximidade temporal.

ContestadoGraveFonte: Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo) · original (abre em nova aba)seções "Operação e decisão", "Valores" e "Contexto"#f11-make-up-hipotese
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
Fato
10 set. 2026
Fonte
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Frente separada (emendas), sem Vorcaro; a ligação com Dark Horse é hipótese, e a própria PF reconhece que não há comprovação de origem direta. Frias chama a operação de "cortina de fumaça" em ano eleitoral e nega irregularidades; a reportagem não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Confirmam
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação; Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme
Citados
Polícia Federal, Flávio Dino, Mario Frias, Karina Gama, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Segundo a PF (Estadão), a Go Up recebeu R$ 750 mil da NTT Brasil e R$ 645,4 mil de Mário Frias; o ICB transferiu R$ 700 mil à Dinâmica Editora e ao Instituto Super Poder Educacional e R$ 1 milhão à Go7; a Go Up movimentou R$ 19.033.071,00 entre 10/11/2025 e 30/12/2025.

Detalhes da evidência
Fato
dez. 2025
Fonte
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Valores reportados sem natureza declarada (pagamento comercial, contrapartida, emenda etc.); o repasse de Frias à Go Up é dinheiro de pessoa física ou conta de Frias, e a reportagem não diz a origem. Não demonstra que dinheiro de emenda financiou o filme.
Citados
Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC, NTT Brasil, Mario Frias
Estado
Revisado

Segundo a Agência FolhaPress, Mario Frias deixou a Secretaria Especial da Cultura em 31/03/2022 para se lançar candidato a deputado federal pelo PL, após quase dois anos no cargo.

Detalhes da evidência
Fato
31 mar. 2022
Fonte
Mario Frias deixa Secretaria da Cultura para se lançar como candidato a deputado (Agência FolhaPress) — A Gazeta, 31 mar. 2022
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Citados
Mario Frias
Estado
Documentado

Segundo o Congresso em Foco, Mario Frias foi Secretário Especial da Cultura de junho de 2020 a março de 2022, substituindo Regina Duarte.

Detalhes da evidência
Fato
jun. 2020
Fonte
Quem é Mario Frias, deputado, ator e produtor do filme sobre Bolsonaro — Congresso em Foco, 14 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Citados
Mario Frias
Estado
Documentado

Resposta

19 maio 2026 · Frias afirmou inicialmente que Vorcaro não pôs "um único centavo" no filme e, no dia seguinte, falou em "diferença de interpretação sobre a origem formal" dos recursos, dizendo que Vorcaro "não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico" e que o Banco Master nunca foi investidor formal. [fonte]
15 maio 2026 · A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme. [fonte]
10 set. 2026 · Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias. [fonte]

O que ainda não se sabe

  • Fonte apenas em resumos de buscador.
  • Ligação com Vorcaro é hipótese, não demonstrada nas fontes.
  • Origem do R$ 645,4 mil que a PF diz ter ido de Frias à Go Up: não esclarecida.
  • Nega ter recebido dinheiro de Vorcaro; "diferença de interpretação" sobre a origem formal dos recursos.