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Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas

Agência Pública · Natalia Viana · 18 maio 2026

Documentado Fonte secundária

Acesso pelo projeto
Íntegra examinada pelo projeto
Consultado em
17 out. 2026
Endereço original
https://apublica.org/2026/05/os-lacos-da-dona-da-produtora-de-dark-horse-com-mario-frias-ricardo-nunes-e-tarcisio-de-freitas/
Notas
Coluna publicada em 18/05/2026, com correções em 19/05 e atualização em 22/05/2026. Não informa CNPJs nem signatários dos contratos.

O que este documento sustenta no acervo

Michael Brian Davis identificou-se, em e-mail de 02/09/2026 a Karina Ferreira da Gama, como sócio majoritário da Go Up Entertainment LLC, empresa dos EUA; a Agência Pública descreve Davis como sócio de Karina na Go Up nos EUA e Karina como sócia da Go Up.

Fonte únicaFonte: SBT News · original (abre em nova aba)trecho sobre o e-mail de Davis; Agência Pública, seção "Estrutura societária"#f11-go-up-estrutura

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Segundo a Agência Pública, Mário Frias é o autor da história original de Dark Horse e foi secretário de Cultura no governo Bolsonaro e depois deputado federal; Karina Ferreira da Gama é sócia da Go Up, preside a Academia Nacional de Cultura (ANC) e é diretora do Instituto Conhecer Brasil (ICB).

Fonte únicaFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)seções "Estrutura societária", "ONGs" e "Personagens"#f11-frias-karina-papeis

Emendas Pix de 2024 somando R$ 2,6 milhões foram destinadas a uma ONG presidida pela sócia da produtora (a ANC, segundo a Agência Pública, que diz que o valor foi enviado ao governo paulista em junho de 2024 e ainda não repassado); os parlamentares divergem entre as reportagens (Correio do Estado: Mário Frias, Marcos Pollon e Bia Kicis; Agência Pública: Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis e Marcos Pollon). Dino pediu explicações para verificar se o repasse financiou o filme.

ContestadoFonte: Correio do Estado · original (abre em nova aba)Correio do Estado, "Valores"; Agência Pública, "ONGs"#f11-emendas-pix-2-6
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.

A Agência Pública registra que o ICB, onde Karina é diretora, tem contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo para instalar pontos de Wi-Fi na periferia, sob investigação do Ministério Público de São Paulo; o Metrópoles escreve que o ICB é investigado por suspeita de ter desviado dinheiro desse contrato para financiar o filme e que a Polícia Civil realizou operação em 01/06/2026 associada à representante do ICB.

Fonte únicaFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)Pública, tabela "Contratos com a Prefeitura"; Metrópoles, "Contexto da investigação"#f11-icb-contrato-108

id permanente: fonte:f11-pub-karina