Principais fatos
Segundo relatórios da PF tornados públicos, Flávio Bolsonaro pediu R$ 131 milhões a Vorcaro para o filme Dark Horse e R$ 60 milhões teriam sido pagos; a PF identificou ao menos sete remessas da Entre Investimentos ao Havengate Development Fund LP (EUA) somando US$ 12,33 milhões, a primeira de US$ 2 milhões em 13/02/2025.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Flávio Bolsonaro (12 set. 2026): Flávio e Eduardo Bolsonaro negam irregularidades, segundo a Agência Brasil. A matéria não reproduz as notas; são necessárias as declarações originais.
Detalhes da evidência
- Fato
- fev. 2025 a nov. 2025
- Fonte
- PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse — Agência Brasil (Wellton Máximo), 12 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Os R$ 60 milhões (pagos, segundo a PF) e os US$ 12,33 milhões (remessas rastreadas) não estão reconciliados e vêm em moedas diferentes (O Tempo converte US$ 12,3 milhões em R$ 69 milhões na época): não somar nem tratar como o mesmo valor. A PF ainda aguarda perícia contábil do INC e cooperação internacional para obter dados da produtora (O Tempo, 17/10/2026). O Tempo e a Agência Brasil não são fontes independentes da PF, mas confirmam a remessa.
- Confirmam
- PF pede mais 90 dias para investigar financiamento de Vorcaro a 'Dark Horse'
- Citados
- Flávio Bolsonaro, Daniel Vorcaro, Entre Investimentos e Participações, Havengate Development Fund LP, Go Up Entertainment LLC, Polícia Federal
- Estado
- Revisado
Michael Brian Davis identificou-se, em e-mail de 02/09/2026 a Karina Ferreira da Gama, como sócio majoritário da Go Up Entertainment LLC, empresa dos EUA; a Agência Pública descreve Davis como sócio de Karina na Go Up nos EUA e Karina como sócia da Go Up.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Detalhes da evidência
- Fato
- 2 set. 2026
- Fonte
- Produtor de Dark Horse rejeitou dados à PF sem aval dos EUA — SBT News, set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Reportagens divergem sobre a estrutura societária (ver relatório); não foi encontrado registro oficial (Junta, Receita ou registro estadual dos EUA) lido pelo projeto. A coluna da Pública não informa CNPJ.
- Confirmam
- Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas
- Citados
- Go Up Entertainment LLC, Michael Davis, Karina Gama
- Estado
- Revisado
Segundo o Metrópoles, o laudo privado contratado pela Go Up declara custo de US$ 13,3 milhões (cerca de R$ 75 milhões) e orçamento inicial aprovado de US$ 16 milhões (R$ 89,7 milhões); por rubrica (US$): desenvolvimento 383 mil, soft-production 2,6 mi, pré-produção EUA 2,6 mi, filmagem EUA 1,9 mi, filmagem Brasil 3,7 mi, pós-produção EUA 1,9 mi. Em reais, EUA R$ 54,2 mi e Brasil R$ 20,9 mi, dos quais cerca de R$ 18,4 mi por Pix.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Detalhes da evidência
- Fato
- jun. 2026
- Fonte
- Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro — Metrópoles (Renan Porto), 12 jun. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Declaração da própria produtora, em laudo privado, não auditada. As rubricas somam cerca de US$ 13,1 milhões (não 13,3) e R$ 54,2 + 20,9 = R$ 75,1 mi; as conversões em reais são da reportagem, sem taxa informada. Não é valor pago por Vorcaro nem prova de aplicação.
- Confirmam
- Dark Horse: PF identifica 'severa' divergência milionária em recursos para filme sobre Bolsonaro
- Citados
- Go Up Entertainment LLC, Dark Horse (filme sobre Jair Bolsonaro), Instituto de Perícia Investigativa (IPI)
- Estado
- Revisado
O laudo privado conclui que "os ingressos vinculados ao projeto possuem origem privada" e que, até 10/06/2026, o Havengate Development Fund LP enviara US$ 13,3 milhões ao filme. O Money Times (Estadão Conteúdo) acrescenta que Karina Gama informou à Justiça, por meio de perícia, que R$ 75 milhões foram gastos na produção, todos de um fundo dos EUA controlado por aliados de Eduardo Bolsonaro.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
- Fato
- 10 jun. 2026
- Fonte
- Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro — Metrópoles (Renan Porto), 12 jun. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Trecho
- “os ingressos vinculados ao projeto possuem origem privada”
- Limites
- Laudo contratado pela parte interessada; a conclusão de origem privada não afasta suspeita de origem ilícita do dinheiro privado. US$ 13,3 mi do laudo são maiores que os US$ 12,33 mi rastreados pela PF e não estão conciliados. A Veja (26/08/2026, não aberta) intitula que o Havengate seria o "maior investidor" segundo a perícia, o que sugere haver outros investidores: pista não confirmada.
- Confirmam
- André Mendonça autoriza inquérito sobre repasses para Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro
- Citados
- Instituto de Perícia Investigativa (IPI), Go Up Entertainment LLC, Havengate Development Fund LP
- Estado
- Revisado
A PF enviou ofício a Karina Ferreira da Gama em 19/08/2026, com prazo de dez dias, pedindo contratos, comprovantes de pagamento, instrumentos de câmbio, notas fiscais, documentos societários, bancários e informações sobre o financiamento do filme; em e-mail de 02/09/2026, Michael Davis disse não autorizar o envio direto desses documentos a autoridades brasileiras, que devem ser pedidos por cooperação jurídica internacional, com ordem de juiz americano.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Michael Davis (2 set. 2026): Em e-mail à produtora brasileira, Davis disse não autorizar o envio direto de documentos societários, contábeis, fiscais, bancários ou contratuais a autoridades brasileiras e que pedidos devem seguir cooperação jurídica internacional, com ordem de juiz americano e direito de defesa.
Detalhes da evidência
- Fato
- 2 set. 2026
- Fonte
- Produtor de Dark Horse rejeitou dados à PF sem aval dos EUA — SBT News, set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- E-mail descrito por reportagem. A Agência Brasil (12/09) diz que Davis respondeu que os documentos mantidos nos EUA não devem ser enviados diretamente. Fontes divergem sobre o que a Go Up já entregou (o Diario de Pernambuco diz que nenhum documento foi entregue; resumos de buscador citam notas fiscais e contratos de atores brasileiros): não resolvido. A recusa se funda em procedimento, não é admissão de irregularidade.
- Confirmam
- Produtor dos EUA impôs condições para liberar dados de Dark Horse; PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse
- Citados
- Polícia Federal, Karina Gama, Michael Davis, Go Up Entertainment LLC
- Estado
- Revisado
Em 10/09/2026, a PF cumpriu 49 mandados da Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, com buscas contra Go7, ICB, GoUp Entertainment e Karina Gama; o alvo político é o deputado Mário Frias, que enviou R$ 2 milhões em emendas ao ICB. A suspeita relatada pelo Estadão é que parte dos recursos tenha financiado o filme; a PF diz que ainda não há comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora, mas aponta relevância na proximidade temporal.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
- Fato
- 10 set. 2026
- Fonte
- Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Frente separada (emendas), sem Vorcaro; a ligação com Dark Horse é hipótese, e a própria PF reconhece que não há comprovação de origem direta. Frias chama a operação de "cortina de fumaça" em ano eleitoral e nega irregularidades; a reportagem não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
- Confirmam
- Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação; Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme
- Citados
- Polícia Federal, Flávio Dino, Mario Frias, Karina Gama, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC
- Estado
- Revisado
Outras evidências que citam esta entidade
Dark Horse (título alternativo "O Azarão") é uma cinebiografia de ficção sobre Jair Bolsonaro; a Ancine emitiu o Registro de Obra Estrangeira (ROE) em 7 de agosto de 2026, com a Go Up Entertainment como produtora responsável. A mesma reportagem diz que a Ancine abriu processo administrativo contra a Go Up por filmar no Brasil sem comunicação prévia.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
O Estadão situa as filmagens de Dark Horse entre outubro e dezembro de 2025; a Go Up movimentou R$ 19.033.071,00 entre 10/11/2025 e 30/12/2025, segundo a PF.
Contrato assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30/01/2024, entre ele, o deputado Mario Frias e a GoUp Entertainment como produtora, o descreve como produtor executivo, com atividades que incluem "envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme" e ajudar a identificar fontes de financiamento (créditos, incentivos fiscais, colocação de produtos, patrocínio). A BBC News Brasil registra que o texto data de novembro de 2023 e que o filme se chamava "O Capitão do Povo".
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Segundo relatórios da PF tornados públicos, Flávio Bolsonaro pediu R$ 131 milhões a Vorcaro para a produção; R$ 60 milhões "teriam sido pagos"; relatório de inteligência financeira aponta ao menos sete remessas da Entre Investimentos ao Havengate Development Fund LP (EUA), somando US$ 12,33 milhões, a primeira de US$ 2 milhões em 13/02/2025.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Flávio Bolsonaro (13 maio 2026): Em 13/05/2026 Flávio, segundo o Intercept/Brasil 247, classificou o relato de 'É mentira'; em nota do mesmo dia (Poder360) confirmou ter buscado patrocínio privado para um filme privado sobre o pai, com contato iniciado em dezembro de 2024; negou contrapartida, vantagens, recebimento de dinheiro ou vantagem, uso de dinheiro público ou da Lei Rouanet. Não detalhou valores.
Flávio Bolsonaro (14 maio 2026): À GloboNews, Flávio disse que o Havengate era um fundo exclusivo criado para o filme, escolhido por ter administrador de confiança de Eduardo; que o dinheiro foi integralmente usado no filme e não beneficiou Eduardo; e que a última parcela fora paga em maio de 2025. A PF contraria a versão do fundo exclusivo (Poder360, 12/09/2026) e o Coaf/piauí contraria a data da última parcela.
Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Segundo o G1 (via Brasil 247), a PF aponta "severa" divergência entre mais de US$ 12 milhões enviados ao exterior e US$ 2,8 milhões registrados como entrada no Brasil (diferença de mais de US$ 9,2 milhões) e examina se a produção serviu de "narrativa de cobertura" para ocultação, simulação e desvio de recursos; a PF compara os gastos declarados pela Go Up (R$ 75,1 milhões, cerca de R$ 54 mi no exterior e R$ 20,9 mi no Brasil), contratos de câmbio e o fluxo de US$ 12,3 mi.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
A PF pediu ao STF, por ofício ao ministro André Mendonça, 90 dias adicionais no inquérito sobre o financiamento de Vorcaro a Dark Horse (prazo inicial vencido em 10/10/2026); cita pendências: perícia contábil-financeira do INC em andamento, compatibilidade entre gastos declarados pela Go Up (laudo privado), contratos de câmbio e o fluxo de US$ 12,3 mi, análise de dados telemáticos de Zettel e Freixo e cooperação jurídica internacional com os EUA para obter registros da Go Up. Crimes citados: evasão de divisas, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Segundo a Agência Pública, Mário Frias é o autor da história original de Dark Horse e foi secretário de Cultura no governo Bolsonaro e depois deputado federal; Karina Ferreira da Gama é sócia da Go Up, preside a Academia Nacional de Cultura (ANC) e é diretora do Instituto Conhecer Brasil (ICB).
A Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, criada por Karina Gama em 2005, recebeu ao menos R$ 1 milhão do ICB em transferência única entre 01/12/2025 e 02/02/2026; a Go7 não aparece formalmente como produtora de Dark Horse no registro da Ancine, mas é citada no folder do filme como parte da joint venture que deu origem à Go Up.
Segundo a PF (Estadão), a Go Up recebeu R$ 750 mil da NTT Brasil e R$ 645,4 mil de Mário Frias; o ICB transferiu R$ 700 mil à Dinâmica Editora e ao Instituto Super Poder Educacional e R$ 1 milhão à Go7; a Go Up movimentou R$ 19.033.071,00 entre 10/11/2025 e 30/12/2025.
Dino decretou interdição total das atividades do ICB e da ANC, proibição de a Go Up e outras empresas investigadas participarem de licitações, recolhimento de passaportes e vedação de comunicação entre investigados; a Make Up apura organização criminosa para direcionar e desviar emendas ao ICB e à ANC, geridas por Karina, com auditorias da CGU e da PF apontando simulação de cotações, empresas sem estrutura, sobrepreço e falta de comprovação de execução.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.