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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Instituto de previdência (RPPS)

Fundação Amazonprev (Fundação de Previdência do Amazonas)

Documentado · Manaus / AM

Ver a ficha previdenciária: aplicações, saldo, perda e cadeia decisória →

Controle

Principais fatos

A Amazonprev comprou R$ 50 milhões em letras financeiras do Master em 06/06/2024, com vencimento em 06/06/2034; segundo a decisão judicial reportada, a compra foi feita sem discussão prévia do Comitê de Investimentos e sem cotações entre instituições.

Confirmado por fontes independentesFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)tabela 'Aplicações' e seção sobre a decisão#f02a-am-lf-50-master
Detalhes da evidência
Fato
6 jun. 2024
Fonte
Gestores da Amazonprev ignoraram alertas ao aplicar R$ 390 milhões — Agência Brasil (Alex Rodrigues), 6 mar. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Valor APLICADO. A data de 06/06/2024 vem do TJAM e do Folhapress; a Agência Brasil diz 'junho/2024'. O vencimento de 2034 vem de uma matéria regional não aberta e fica fora desta evidência. Não há ata examinada.
Confirmam
Justiça do Amazonas suspende repasse de consignados de servidores e segurados da Amazonprev ao Banco Master; Fundo citou em relatório R$ 5 bilhões em letras do Master, o dobro do detectado pela PF
Citados
Fundação Amazonprev (Fundação de Previdência do Amazonas), Banco Master
Estado
Revisado

A Fundação Amazonprev registrou nas demonstrações contábeis de 2025 perda estimada integral de R$ 59.834.259,56 sobre as letras de R$ 50 milhões do Master (valor atualizado), como variação patrimonial diminutiva, ~1,25% das aplicações de longo prazo.

Fonte únicaFonte: Vocativo · original (abre em nova aba)texto da reportagem (cita DOE-AM nº 35.675)#f02a-am-perda-59-8

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
2025
Fonte
Amazonprev já contabiliza perda de quase R$ 60 milhões com Banco Master — Vocativo, 7 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Documento descrito por veículo regional; demonstrações não examinadas. E perda CONTÁBIL reconhecida (provisão integral), não prejuízo definitivo: o crédito segue na liquidação extrajudicial.
Citados
Fundação Amazonprev (Fundação de Previdência do Amazonas), Banco Master
Estado
Revisado

Procedimentos

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

A lista dos 18 entes divulgada traz, em valor aplicado: Estado do RJ R$ 970 mi; Estado do AP R$ 400 mi; Maceió (AL) R$ 97 mi; São Roque (SP) R$ 93,15 mi; Cajamar (SP) R$ 87 mi; Itaguaí (RJ) R$ 59,6 mi; Estado do AM R$ 50 mi; Aparecida de Goiânia (GO) R$ 40 mi; Araras (SP) R$ 29 mi; Congonhas (MG) R$ 14 mi; Fátima do Sul (MS) R$ 7 mi; Santo Antônio de Posse (SP) R$ 7 mi; São Gabriel do Oeste (MS) R$ 3 mi; Paulista (PE) R$ 3 mi; Jateí (MS) R$ 2,5 mi; Angélica (MS) R$ 2 mi; Santa Rita D'Oeste (SP) R$ 2 mi; Campo Grande (MS) R$ 1,2 mi.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Dos 18 entes da lista do ministério, apenas três são RPPS estaduais: Rio de Janeiro (R$ 970 mi), Amapá (R$ 400 mi) e Amazonas (R$ 50 mi); os outros 15 são institutos municipais.

Fonte únicaFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)tabela da reportagem, linhas 'Estado do ...'#f02a-nac-so-tres-estaduais

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

A PF investiga aplicações da Amazonprev de cerca de R$ 390 mi em letras financeiras entre junho e setembro de 2024 em quatro emissores: Master R$ 50 mi (jun/2024), Daycoval R$ 50 mi (ago/2024), BTG Pactual ~R$ 40,72 mi (set/2024) e C6 Consignado R$ 250 mi; a reportagem diz que nenhum dos outros bancos e alvo e que a emissão de letras e prática legal.

Segundo a decisão judicial reportada pela Agência Brasil, analistas internos da Amazonprev e a consultoria LDB desaconselharam aplicar em letras financeiras de instituições privadas, e os gestores aplicaram mesmo assim.

Fonte únicaFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)seção 'Alertas ignorados'#f02a-am-alertas-ignorados

Em 06/03/2026 a PF, com apoio do Ministério da Previdência, deflagrou a Operação Sine Consensu, com buscas na sede da Amazonprev e afastamento de três servidores (ordem da juíza Ana Paula Serizawa Silva Podedworny, 4ª Vara Federal Criminal, com aval do MPF): Claudinei Soares (gestor e coordenador do comitê), André Luis Bentes de Souza (diretor de previdência; aprovou o credenciamento de Master e C6) e Claudio Marins de Melo (diretor de administração e finanças; ordenou a aplicação de R$ 50 mi no Master).

Confirmado por fontes independentesGraveFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)seções 'Investigação e decisão judicial' e 'Servidores afastados'#f02a-am-sine-consensu
Fundação Amazonprev (Fundação de Previdência do Amazonas) (6 mar. 2026): A Amazonprev diz colaborar com as investigações, que um dos três alvos deixou o cargo em 2024 e os outros dois foram afastados, e que as aplicações não ameaçam benefícios (superávit atuarial de R$ 1,7 bi; mais de R$ 11 bi em recursos).

Em 05/02/2026 o juiz Leoney Figliuolo Harraquian (2ª Vara da Fazenda Pública de Manaus), em tutela cautelar pedida pela Fundação Amazonprev e pelo Estado (processo 0027354-14.2026.8.04.1000), suspendeu os repasses de consignados de servidores ao Master e determinou depósitos em conta judicial, citando risco de não receber o crédito das letras de R$ 50 mi.

Relatório de visita da Amazonprev ao Master em 28/05/2025, segundo a Folhapress, registra que o banco captou mais de R$ 5 bi em letras nos últimos anos (o dobro dos R$ 2,3 bi detectados pela PF) e o presidente da Amazonprev, Francisco Evilasio, nomeado três semanas antes pelo governador Wilson Lima, participou da reunião.

Fonte únicaFonte: Folhapress (publicado no Jornal de Brasília) · original (abre em nova aba)seções 'Relatório' e 'Contexto e investigações'#f02a-am-visita-2025-evilasio

A Amazonprev afirmou em nota que colabora com as investigações, que um dos três alvos deixou o cargo em 2024, que os outros dois foram afastados e que as aplicações não ameaçam benefícios porque o fundo tem superávit atuarial de R$ 1,7 bi e mais de R$ 11 bi em recursos.

O que ainda não se sabe

  • CNPJ não lido em fonte aberta.

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