Outras evidências que citam esta entidade
A lista dos 18 entes divulgada traz, em valor aplicado: Estado do RJ R$ 970 mi; Estado do AP R$ 400 mi; Maceió (AL) R$ 97 mi; São Roque (SP) R$ 93,15 mi; Cajamar (SP) R$ 87 mi; Itaguaí (RJ) R$ 59,6 mi; Estado do AM R$ 50 mi; Aparecida de Goiânia (GO) R$ 40 mi; Araras (SP) R$ 29 mi; Congonhas (MG) R$ 14 mi; Fátima do Sul (MS) R$ 7 mi; Santo Antônio de Posse (SP) R$ 7 mi; São Gabriel do Oeste (MS) R$ 3 mi; Paulista (PE) R$ 3 mi; Jateí (MS) R$ 2,5 mi; Angélica (MS) R$ 2 mi; Santa Rita D'Oeste (SP) R$ 2 mi; Campo Grande (MS) R$ 1,2 mi.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Dos 18 entes da lista do ministério, apenas três são RPPS estaduais: Rio de Janeiro (R$ 970 mi), Amapá (R$ 400 mi) e Amazonas (R$ 50 mi); os outros 15 são institutos municipais.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
A PF investiga aplicações da Amazonprev de cerca de R$ 390 mi em letras financeiras entre junho e setembro de 2024 em quatro emissores: Master R$ 50 mi (jun/2024), Daycoval R$ 50 mi (ago/2024), BTG Pactual ~R$ 40,72 mi (set/2024) e C6 Consignado R$ 250 mi; a reportagem diz que nenhum dos outros bancos e alvo e que a emissão de letras e prática legal.
Segundo a decisão judicial reportada pela Agência Brasil, analistas internos da Amazonprev e a consultoria LDB desaconselharam aplicar em letras financeiras de instituições privadas, e os gestores aplicaram mesmo assim.
Em 06/03/2026 a PF, com apoio do Ministério da Previdência, deflagrou a Operação Sine Consensu, com buscas na sede da Amazonprev e afastamento de três servidores (ordem da juíza Ana Paula Serizawa Silva Podedworny, 4ª Vara Federal Criminal, com aval do MPF): Claudinei Soares (gestor e coordenador do comitê), André Luis Bentes de Souza (diretor de previdência; aprovou o credenciamento de Master e C6) e Claudio Marins de Melo (diretor de administração e finanças; ordenou a aplicação de R$ 50 mi no Master).
Fundação Amazonprev (Fundação de Previdência do Amazonas) (6 mar. 2026): A Amazonprev diz colaborar com as investigações, que um dos três alvos deixou o cargo em 2024 e os outros dois foram afastados, e que as aplicações não ameaçam benefícios (superávit atuarial de R$ 1,7 bi; mais de R$ 11 bi em recursos).
Em 05/02/2026 o juiz Leoney Figliuolo Harraquian (2ª Vara da Fazenda Pública de Manaus), em tutela cautelar pedida pela Fundação Amazonprev e pelo Estado (processo 0027354-14.2026.8.04.1000), suspendeu os repasses de consignados de servidores ao Master e determinou depósitos em conta judicial, citando risco de não receber o crédito das letras de R$ 50 mi.
Relatório de visita da Amazonprev ao Master em 28/05/2025, segundo a Folhapress, registra que o banco captou mais de R$ 5 bi em letras nos últimos anos (o dobro dos R$ 2,3 bi detectados pela PF) e o presidente da Amazonprev, Francisco Evilasio, nomeado três semanas antes pelo governador Wilson Lima, participou da reunião.
A Amazonprev afirmou em nota que colabora com as investigações, que um dos três alvos deixou o cargo em 2024, que os outros dois foram afastados e que as aplicações não ameaçam benefícios porque o fundo tem superávit atuarial de R$ 1,7 bi e mais de R$ 11 bi em recursos.