A Amazonprev comprou R$ 50 milhões em letras financeiras do Master em 06/06/2024, com vencimento em 06/06/2034; segundo a decisão judicial reportada, a compra foi feita sem discussão prévia do Comitê de Investimentos e sem cotações entre instituições.
Fundo citou em relatório R$ 5 bilhões em letras do Master, o dobro do detectado pela PF
Folhapress (publicado no Jornal de Brasília) · Vinicius Sassine · 20 mar. 2026
Documentado Fonte secundária
- Acesso pelo projeto
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consultado em
- 17 out. 2026
- Endereço original
- https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/politica-e-poder/fundo-citou-em-relatorio-r-5-bilhoes-em-letras-do-master-o-dobro-do-detectado-pela-pf/
O que este documento sustenta no acervo
Em 06/03/2026 a PF, com apoio do Ministério da Previdência, deflagrou a Operação Sine Consensu, com buscas na sede da Amazonprev e afastamento de três servidores (ordem da juíza Ana Paula Serizawa Silva Podedworny, 4ª Vara Federal Criminal, com aval do MPF): Claudinei Soares (gestor e coordenador do comitê), André Luis Bentes de Souza (diretor de previdência; aprovou o credenciamento de Master e C6) e Claudio Marins de Melo (diretor de administração e finanças; ordenou a aplicação de R$ 50 mi no Master).
Relatório de visita da Amazonprev ao Master em 28/05/2025, segundo a Folhapress, registra que o banco captou mais de R$ 5 bi em letras nos últimos anos (o dobro dos R$ 2,3 bi detectados pela PF) e o presidente da Amazonprev, Francisco Evilasio, nomeado três semanas antes pelo governador Wilson Lima, participou da reunião.
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