Outras evidências que citam esta entidade
Trechos do processo TCE-RJ 111.651-1/2024 transcritos pela PF dizem que o Arena (fundo só de títulos públicos, único cotista o Rioprevidência) cobrava 0,15% de administração e 0,25% de gestão sem ganho evidente e rendeu ~4,05% contra ~9,31% do CDI entre 18/12/2024 e 31/08/2025, e que o Texas I (96,125% em ações da Ambipar) teve o aporte de R$ 100 mi cair para R$ 75,75 mi no DAIR de julho/2025, além de figurar em processo sancionador da CVM sobre manipulação de Ambipar.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
O deputado estadual Luiz Paulo publicou em 30/09/2024 vídeo alertando para aporte de R$ 500 mi em letras do Master que poderia 'colocar em risco' o Rioprevidência e levou denúncia ao TCE-RJ; a PF também cita representação do Ministério Público de Contas do TCE de 19/11/2024.
O Conselho Fiscal do Rioprevidência (presidente Vinicius Zanata) representou ao TCE-RJ sobre aplicações de R$ 118 mi em fundos de três gestoras (24/12/2025 R$ 8,2 mi; 26/12/2025 R$ 80 mi; 29/12/2025 R$ 29,8 mi), feitas antes do credenciamento da R Capital (concluído, segundo a representação, em 13/01/2026); o conselheiro José Gomes Graciosa deu cinco dias em 02/07/2026 para o presidente explicar; o MPRJ pediu o afastamento de Nicholas Cardoso (então presidente interino, antes diretor de investimentos) e bloqueio de R$ 1,088 bi.
Em 19/11/2025 o TCE-RJ aprovou, por proposta do conselheiro José Gomes Graciosa, uma auditoria de levantamento para identificar todos os órgãos estaduais e municipais do Rio de Janeiro que operaram com o Master e verificar se as operações foram lesivas; o título da reportagem cita o estado e 91 municípios, sem listar os municípios.
O TCE-RJ apontou, no caso do Itaprevi, ausência de estudos técnicos que justificassem as aplicações, alteração da política de investimentos (o limite para letras financeiras subiu de 2% para 20% da carteira e foi retirada a exigência de classificação de risco mínima), possíveis irregularidades no credenciamento do banco, decisão contraria as recomendações da consultoria e credenciamento com documentos produzidos pela própria instituição financeira.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
O plenário do TCE-RJ aprovou, por voto do relator José Gomes Graciosa, a notificação de Rubem Vieira de Souza (Rubao), ex-prefeito de Itaguaí, de Fernanda Pereira da Silva Machado, ex-presidente do Itaprevi, e de outros ex-diretores e conselheiros para apresentarem defesa em 15 dias, e determinou o envio de cópia do processo ao MPRJ e a Secretaria de Regime Próprio do Ministério da Previdência.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Os aportes da Cedae no Master são investigados pelo TCE-RJ (denúncia sobre a política de investimentos e a escolha de instituição de rating inferior, com notificação em fevereiro de 2026) e pela CVM, e são alvo de uma ação popular, segundo as reportagens.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
O TCE-RJ, em decisão unânime noticiada em 18/11/2025, relatada pela conselheira Mariana Montebello Willeman, mandou o Rioprevidência abster-se de novas aplicações em instrumentos ligados ao Master e intimou o governador Cláudio Castro a avaliar intervenção na autarquia; em maio de 2025 o tribunal já advertira que novas operações representavam risco integral ao instituto e aos agentes. Os aportes de maio a julho de 2025 somariam cerca de R$ 1 bilhão segundo O Globo; o instituto diz ter aplicado cerca de R$ 960 milhões em letras.
Em julho de 2025, segundo o levantamento do TCE-RJ resumido pelo Boletim RJ, o Master aparecia como emissor ou administrador de fundos que somavam R$ 2,618 bilhões, mais de 25% dos recursos do Rioprevidência (letras de R$ 970 mi e fundo Arena de R$ 600 mi; o instituto chegou a deter 99,8% do patrimônio do Arena); o relator Graciosa classificou a gestão como 'temerária', e o plenário determinou notificações, tomada de contas especial e recomendou o afastamento de dirigentes.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência) (18 jun. 2026): O instituto diz tratar a recuperação como prioridade, confirma o resgate de ~R$ 1,4 bi de fundo administrado pelo Master em dezembro/2025 e que a decisão de retenção de R$ 970 mi segue valida; não confirmou nem negou os resgates de agosto (Revolution/Horizonte) e invocou sigilo para não afetar a precificação dos ativos.
O TCE-RJ emitiu parecer prévio contrário às contas de 2025 do então governador Cláudio Castro; entre os achados, superavaliação de R$ 1,131 bilhão no ativo circulante do Estado por falta de provisão para perdas, ajuste a valor justo ou redução ao valor recuperável dos investimentos ligados ao Master, ressalvando que nem todas as distorções decorrem apenas do Master.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
O levantamento do TCE-RJ sobre operações do Estado e de municípios com o Master foi aprovado na sessão de 19/11/2025, com 30 dias úteis para o corpo instrutivo mapear os órgãos; a Tribuna do Sertão atribui a proposta ao conselheiro José Graciosa e o Boletim RJ diz que o presidente do tribunal, conselheiro Márcio Pacheco, solicitou o levantamento; o título da matéria cita 'estado e 91 municípios' mas o corpo do texto não traz o número nem lista.
Em edição do Diário Oficial de 05/10/2026 o governador em exercício Ricardo Couto suspendeu cautelarmente os descontos em folha de consignados do Banco Master e do Credcesta, para apurar cobranças indevidas, em duplicidade ou com indícios de fraude, com prazos de 15 dias úteis para reclamação dos servidores e 5 dias úteis para as instituições; o TCE-RJ analisa dois processos sobre o Credcesta.
Segundo a Tribuna do Sertão (16/09/2026), José Gomes Graciosa permanece conselheiro do TCE-RJ, afastado por decisão do STF; o texto é contraditório sobre condenação e perda do cargo pelo STJ.