Em outubro de 2019, sob a presidência de Roberto Campos Neto, o BC aprovou a transferência de controle do Máxima para Vorcaro: o voto BCB nº 218/2019, do diretor João Manoel Pinho de Mello, considerou demonstrada a origem dos recursos dos novos acionistas e passou a admitir projeções de fluxo de caixa e laudos de valor de mercado que o voto anterior não havia considerado. A Folha informa aprovação por unanimidade da diretoria colegiada.
Detalhes da evidência
- Fato
- 14 out. 2019
- Fonte
- Vorcaro tentou comprar Máxima com dinheiro do próprio banco — Let's Money (Gabriel Pereira), 20 abr. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- O dia 14/10/2019 vem só do Let's Money; Folha e O Globo dizem «outubro de 2019». Votos descritos por reportagem (LAI), íntegra não examinada. Reportagem do ICL (a partir do UOL) menciona aprovação do BC em novembro de 2018, o que não foi reconciliado com estas fontes (pode se referir a etapa anterior, como participação qualificada). A Agência Pública situa a autorização em agosto de 2019.
- Confirmam
- Vorcaro já usava ciranda financeira ao comprar banco que virou o Master, mostra BC; Caso Master: BC divulga votos que mostram como Vorcaro conseguiu autorização para assumir controle do banco
- Citados
- Daniel Vorcaro, João Manoel Pinho de Mello, Roberto Campos Neto, Banco Central, Banco Master
- Estado
- Revisado