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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Pessoas

Ronnie Reyner Teixeira Mota

Era o diretor-presidente do Iprev de Maceió na época das aplicações de R$ 80 mi e R$ 17 mi em letras financeiras do Master e e investigado pela PF em inquérito no STF.

Documentado Contém acusação grave — revisão editorial humana pendente

Estar neste acervo não significa ter cometido crime. Esta ficha mostra só o que os documentos sustentam, com a fonte ao lado, a situação processual por processo e data, e a resposta da pessoa.

Quem é

Os seis investigados no caso Iprev Maceió, segundo a decisão: Ronnie Reyner Teixeira Mota (ex-diretor-presidente, que teria assinado as autorizações dos aportes), Gustavo Antonio Rodrigues de Souza (coordenador-geral de Investimentos), Renan Foglia Calamia (dirigente da consultoria Crédito & Mercado), Marilia Alexandre de Lima Alves (núcleo de governança), Marcelo Brasileiro Santos (Comitê de Investimentos) e João Felipe Alves Borges (Conselho de Administração na época, hoje secretário municipal de Fazenda).

Confirmado por fontes independentesGraveFonte: Supremo Tribunal Federaldescrito em fonte:f02b-gazetaweb-2026-08-maceio-alvos e fonte:f02b-congressoemfoco-2026-08-10-maceio#f02b-maceio-investigados

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
10 ago. 2026
Fonte
Decisão do ministro André Mendonça (STF), assinada em 08/08/2026, sobre busca e bloqueio no caso Iprev Maceió (Pet-16344) — Supremo Tribunal Federal, 8 ago. 2026
Acesso
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Consulta
17 out. 2026
Limites
Papel de investigado em inquérito, sem indiciamento nem denúncia nas fontes lidas. Os papéis de cada um (assinatura, voto, comparecimento) não foram demonstrados em documento examinado; as reportagens dizem que Marilia, Marcelo e João Felipe foram incluídos por participarem de instâncias que recomendaram ou aprovaram os investimentos, sem informar voto.
Confirmam
PF faz buscas no Iprev de Maceió por aporte de R$ 97 milhões no Master; PF mira fundo de Maceió por aplicação de R$ 97 milhões no Master
Citados
Ronnie Reyner Teixeira Mota, Gustavo Antonio Rodrigues de Souza, Renan Foglia Calamia, Marilia Alexandre de Lima Alves, Marcelo Brasileiro Santos, João Felipe Alves Borges, Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev), Crédito & Mercado (consultoria de investimentos; razões sociais citadas: Crédito & Mercado Gestão de Valores Mobiliários Ltda; Crédito e Mercado Engenharia Financeira; Crédito e Mercado Consultoria de Investimentos; Crédito & Mercado de Valores Mobiliários)
Estado
Documentado

A PF atribui a Ronnie Reyner Teixeira Mota, diretor-presidente a época, a assinatura das autorizações de aplicação e resgate e o poder de decisão final sobre as alocações, e cita movimentações atípicas em relatório de inteligência financeira (RIF) incompatíveis com a renda declarada, como depósitos fracionados e pagamentos em dinheiro por veículos e imóveis.

AlegadoGraveFonte: Polícia Federaldescrito em fonte:f02b-poder360-2026-09-13-maceio e fonte:f02b-correiobraziliense-2026-08-11-maceio#f02b-maceio-ronnie-assinou-e-rif

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
dez. 2023
Fonte
Representação da Polícia Federal de 06/03/2026 no inquérito sobre as aplicações do Iprev Maceió — Polícia Federal, 6 mar. 2026
Acesso
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Consulta
17 out. 2026
Limites
Alegação da PF em representação, não examinada pelo projeto. O RIF não é prova de ilícito e o projeto não leu o relatório. Nenhuma das reportagens traz manifestação de Ronnie Mota; o Poder360 diz não ter encontrado contato. Não há APR nem ato de autorização examinado.
Confirmam
PF mira fundo de Maceió por aplicação de R$ 97 milhões no Master; PF faz buscas no Iprev de Maceió por aporte de R$ 97 milhões no Master
Citados
Ronnie Reyner Teixeira Mota, Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev)
Estado
Documentado

Procedimentos oficiais e situação

Situação por processo e por data. A linha mais recente de cada processo é a situação conhecida mais atual — não necessariamente a de hoje.

Papel em aplicações de previdência

Fatos comprovados ou confirmados

Os seis investigados no caso Iprev Maceió, segundo a decisão: Ronnie Reyner Teixeira Mota (ex-diretor-presidente, que teria assinado as autorizações dos aportes), Gustavo Antonio Rodrigues de Souza (coordenador-geral de Investimentos), Renan Foglia Calamia (dirigente da consultoria Crédito & Mercado), Marilia Alexandre de Lima Alves (núcleo de governança), Marcelo Brasileiro Santos (Comitê de Investimentos) e João Felipe Alves Borges (Conselho de Administração na época, hoje secretário municipal de Fazenda).

Confirmado por fontes independentesGraveFonte: Supremo Tribunal Federaldescrito em fonte:f02b-gazetaweb-2026-08-maceio-alvos e fonte:f02b-congressoemfoco-2026-08-10-maceio#f02b-maceio-investigados

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
10 ago. 2026
Fonte
Decisão do ministro André Mendonça (STF), assinada em 08/08/2026, sobre busca e bloqueio no caso Iprev Maceió (Pet-16344) — Supremo Tribunal Federal, 8 ago. 2026
Acesso
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Consulta
17 out. 2026
Limites
Papel de investigado em inquérito, sem indiciamento nem denúncia nas fontes lidas. Os papéis de cada um (assinatura, voto, comparecimento) não foram demonstrados em documento examinado; as reportagens dizem que Marilia, Marcelo e João Felipe foram incluídos por participarem de instâncias que recomendaram ou aprovaram os investimentos, sem informar voto.
Confirmam
PF faz buscas no Iprev de Maceió por aporte de R$ 97 milhões no Master; PF mira fundo de Maceió por aplicação de R$ 97 milhões no Master
Citados
Ronnie Reyner Teixeira Mota, Gustavo Antonio Rodrigues de Souza, Renan Foglia Calamia, Marilia Alexandre de Lima Alves, Marcelo Brasileiro Santos, João Felipe Alves Borges, Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev), Crédito & Mercado (consultoria de investimentos; razões sociais citadas: Crédito & Mercado Gestão de Valores Mobiliários Ltda; Crédito e Mercado Engenharia Financeira; Crédito e Mercado Consultoria de Investimentos; Crédito & Mercado de Valores Mobiliários)
Estado
Documentado

Alegações, fontes únicas e contestações

O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.

A PF atribui a Ronnie Reyner Teixeira Mota, diretor-presidente a época, a assinatura das autorizações de aplicação e resgate e o poder de decisão final sobre as alocações, e cita movimentações atípicas em relatório de inteligência financeira (RIF) incompatíveis com a renda declarada, como depósitos fracionados e pagamentos em dinheiro por veículos e imóveis.

AlegadoGraveFonte: Polícia Federaldescrito em fonte:f02b-poder360-2026-09-13-maceio e fonte:f02b-correiobraziliense-2026-08-11-maceio#f02b-maceio-ronnie-assinou-e-rif

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
dez. 2023
Fonte
Representação da Polícia Federal de 06/03/2026 no inquérito sobre as aplicações do Iprev Maceió — Polícia Federal, 6 mar. 2026
Acesso
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Consulta
17 out. 2026
Limites
Alegação da PF em representação, não examinada pelo projeto. O RIF não é prova de ilícito e o projeto não leu o relatório. Nenhuma das reportagens traz manifestação de Ronnie Mota; o Poder360 diz não ter encontrado contato. Não há APR nem ato de autorização examinado.
Confirmam
PF mira fundo de Maceió por aplicação de R$ 97 milhões no Master; PF faz buscas no Iprev de Maceió por aporte de R$ 97 milhões no Master
Citados
Ronnie Reyner Teixeira Mota, Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev)
Estado
Documentado

Resposta

Nenhuma resposta pública localizada até a última verificação. Como enviar uma resposta.

O que ainda não se sabe

  • nenhuma manifestação dele ou da defesa localizada
  • APRs e atas não examinadas
  • período exato do cargo não informado
  • ato de nomeação não localizado