Segundo documentos da Compliance Zero, o BRB pagou R$ 6,7 bi pelos créditos e R$ 5,5 bi a título de prêmio, entre janeiro e maio de 2025, num conjunto de R$ 12,2 bi de créditos que, segundo indícios do BC, não existiam. Em amostra de 30 clientes o BC não ligou nenhum contrato vendido ao BRB a um pagamento ao tomador; em quatro dias de janeiro de 2025 houve 182 mil operações para 151 mil pessoas concentradas em 12 valores por dia.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Daniel Vorcaro (2025): Segundo o Metrópoles, Vorcaro teria dito ao STF que o BRB nunca pagou de fato pelas carteiras. Em carta divulgada em 13/10/2026 disse querer falar de forma objetiva e transparente sobre todos os assuntos investigados.
Cartos Sociedade de Crédito Direto S.A. (set. 2026): A Cartos nega ter originado, estruturado, comercializado, intermediado ou cedido créditos ligados ao caso e diz nunca ter mantido relação com a Tirreno.
Detalhes da evidência
- Fato
- dez. 2024 a maio 2025
- Fonte
- BC apontou indícios de que R$ 12,2 bi em créditos vendidos pelo Master ao BRB não existiam — Jovem Pan (coluna de Bruno Pinheiro) (Bruno Pinheiro), 11 set. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Documento do BC não identificado nem examinado. O BC reconhece que algumas transferências internas podem não aparecer nas bases consultadas. O Poder360 ressalva que o documento não afirma expressamente que a conclusão abrange todos os R$ 12,2 bi. Vorcaro, segundo outra reportagem, disse ao STF que o BRB nunca pagou de fato. A soma 6,7+5,5=12,2 e da própria reportagem.
- Citados
- BRB - Banco de Brasília S.A., Banco Master, Banco Central, Tirreno (consultoria)
- Estado
- Revisado