O prefeito de Maceió na época das aplicações era João Henrique Caldas (JHC, PSDB); segundo a Justiça Federal citada pelo Poder360, ele era o responsável legal pela unidade gestora perante o Ministério da Previdência e tinha poder de nomear e exonerar a cúpula do Iprev; a PF não pediu buscas nem bloqueio contra ele e ele não aparece entre os investigados identificados.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
João Henrique Caldas (JHC) (13 set. 2026): Por meio da assessoria, JHC diz que não é investigado no inquérito, que não determinou nem solicitou as aplicações, que o Iprev tem autonomia administrativa e financeira e que os pagamentos aos aposentados estão garantidos.
Detalhes da evidência
- Fato
- dez. 2023
- Fonte
- Previdência de Maceió aplicou R$ 97 mi no Master na gestão de JHC, diz PF — Poder360 (Juliana Alves), 13 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Papel apenas de chefe do Executivo e responsável formal pela unidade gestora. Não há ato nem fonte examinada que o ligue a autorização, assinatura ou voto das aplicações. O ato de nomeação do dirigente (decreto) não foi localizado. As confirmações tratam só de JHC não constar entre os investigados.
- Confirmam
- Banco Master: PF mira seis investigados no caso IPREV de Maceió; veja quem são os alvos; Iprev de Maceió e alvo da PF por investimentos no Master
- Citados
- João Henrique Caldas (JHC), Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev), Município de Maceió
- Estado
- Documentado