Data da publicação da página não confirmada no texto lido; usada a data da operação (10/08/2026).
O que este documento sustenta no acervo
O Iprev de Maceió aplicou R$ 97 milhões em letras financeiras subordinadas do Banco Master em duas operações: R$ 80 milhões em 06/12/2023 (IPCA + 7,60% ao ano) e R$ 17 milhões em 13/05/2024 (IPCA + 7,30% ao ano).
Confirmado por fontes independentesFonte: Polícia Federaldescrito em fonte:f02b-poder360-2026-09-13-maceio e fonte:f02b-correiobraziliense-2026-08-11-maceio#f02b-maceio-aplicacoes
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
A PF diz que a política de investimentos do Iprev previa 0% para ativos bancários em 2023 e até 5% em 2024, e que a posição no Master chegou a cerca de 20% do patrimônio do regime.
Confirmado por fontes independentesFonte: Supremo Tribunal Federaldescrito em fonte:f02b-congressoemfoco-2026-08-10-maceio, fonte:f02b-poder360-2026-09-13-maceio e fonte:f02b-gazetaweb-2026-08-maceio-alvos#f02b-maceio-politica-limites
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Segundo a PF, o Banco Master não constava na lista de instituições habilitadas do Ministério da Previdência na data do primeiro aporte (dezembro de 2023) e só entrou em 2024 (abril, segundo o Poder360).
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Em 10/08/2026, a PF cumpriu oito mandados de busca e apreensão no caso do Iprev de Maceió, com autorização do ministro André Mendonça (STF, decisão assinada em 08/08/2026); o ministro determinou o bloqueio de bens de seis investigados até R$ 97 milhões e negou afastamento dos investigados e buscas contra o atual presidente do Iprev e uma ex-chefe de gabinete.
Confirmado por fontes independentesFonte: Supremo Tribunal Federaldescrito em fonte:f02b-congressoemfoco-2026-08-10-maceio, fonte:f02b-gazetaweb-2026-08-maceio-alvos e fonte:f02b-correiobraziliense-2026-08-11-maceio#f02b-maceio-operacao-2026-08-10
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
O prefeito de Maceió na época das aplicações era João Henrique Caldas (JHC, PSDB); segundo a Justiça Federal citada pelo Poder360, ele era o responsável legal pela unidade gestora perante o Ministério da Previdência e tinha poder de nomear e exonerar a cúpula do Iprev; a PF não pediu buscas nem bloqueio contra ele e ele não aparece entre os investigados identificados.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
João Henrique Caldas (JHC) (13 set. 2026): Por meio da assessoria, JHC diz que não é investigado no inquérito, que não determinou nem solicitou as aplicações, que o Iprev tem autonomia administrativa e financeira e que os pagamentos aos aposentados estão garantidos.
id permanente: fonte:f02b-gazetaweb-2026-08-maceio-alvos