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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Biblioteca documental

De dossiê contra CEO do Itaú a influenciadores: os alvos de intimidação por Vorcaro e os pagamentos bilionários para promover o Banco Master

Seu Dinheiro · Dani Alvarenga · 10 jul. 2026

Documentado Fonte secundária

Acesso pelo projeto
Íntegra examinada pelo projeto
Consultado em
17 out. 2026
Endereço original
https://www.seudinheiro.com/2026/politica/de-dossie-contra-ceo-do-itau-a-influenciadores-os-alvos-de-intimidacao-por-vorcaro-e-os-pagamentos-bilionarios-para-promover-o-banco-master-davs/
Descreve o documento
Documentos e decisão do ministro André Mendonça (STF) da 10ª fase da Operação Compliance Zero (9/7/2026) — íntegra não examinada pelo projeto.
Notas
A própria reportagem diz usar informações do Money Times e da decisão de Mendonça; não é confirmação independente das de InfoMoney.

O que este documento sustenta no acervo

Segundo documentos da 10ª fase da Operação Compliance Zero (9/7/2026, autorizada por André Mendonça), a PF indica que Vorcaro ofereceu até R$ 2 milhões a influenciadores para atacar o Banco Central nas redes, no chamado 'Projeto DV', e teria intimidado os que recusaram; a PF atribui a coordenação ao publicitário Thiago Miranda (Miranda Comunicação/Mithi).

AlegadoGraveFonte: InfoMoney · original (abre em nova aba)seções 'O que a PF afirma' e 'Projeto DV'#f07-pf-projeto-dv-influenciadores-2mi

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Thiago Miranda (10 jul. 2026): A defesa de Miranda negou qualquer ilegalidade e afirmou que, embora a investigação esteja em curso, não é correto antecipar culpa; em maio disse que o objetivo do Projeto DV não era atacar autoridades ou órgãos de Estado, que era gestão de crise de imagem, que os contratos proibiam ataques a órgãos públicos e que os contratos com oito influenciadores, assinados em dezembro de 2025, foram cancelados em janeiro de 2026 (esta última informação é de buscas jornalísticas, não de página lida). Na Gazeta do Povo, após o documentário, disse atuar dentro da lei.

Segundo a decisão de Mendonça descrita pelo Seu Dinheiro, o trabalho de Miranda incluiu a elaboração, a pedido de Vorcaro, de um dossiê sobre o presidente-executivo do Itaú Unibanco e o levantamento de informações profissionais, pessoais e financeiras da jornalista Malu Gaspar (O Globo) para tentar desacreditá-la.

AlegadoGraveFonte: Seu Dinheiro · original (abre em nova aba)seção 'Campanha contra o Banco Central e jornalistas'#f07-miranda-dossie-maluhy-malu

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Thiago Miranda (10 jul. 2026): A defesa de Miranda negou qualquer ilegalidade e afirmou que, embora a investigação esteja em curso, não é correto antecipar culpa; em maio disse que o objetivo do Projeto DV não era atacar autoridades ou órgãos de Estado, que era gestão de crise de imagem, que os contratos proibiam ataques a órgãos públicos e que os contratos com oito influenciadores, assinados em dezembro de 2025, foram cancelados em janeiro de 2026 (esta última informação é de buscas jornalísticas, não de página lida). Na Gazeta do Povo, após o documentário, disse atuar dentro da lei.

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