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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Fundo de investimento

Brazilian Graveyard and Death Care Services (fundo imobiliário)

Documentado CNPJ 13.584.584/0001-31

Principais fatos

Levantamento da Folha, cruzando dados da CVM e do Ministério da Previdência, identificou ao menos 100 regimes próprios (3 estaduais e 98 municipais) com aplicações em cinco fundos ligados ao Master: Texas I (ações), Aquila, Osasco Properties, São Domingos e Brazilian Graveyard & Death Care (imobiliários). Os aportes dos institutos nesses fundos somavam R$ 238 milhões antes de 2025 e caíram 57% desde então.

Detalhes da evidência
Fato
dez. 2025
Fonte
Ao menos cem institutos de previdência municipais e estaduais investiram em fundos do Master — Folha de S.Paulo (via Folhapress, lido no Jornal de Brasília) (Lucas Marchesini, Marcos Hermanson), 7 fev. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Reportagem original da Folha não aberta; lida a versão Folhapress. A lista completa dos 98 municípios não está nas versões lidas, portanto o projeto NÃO tem os nomes. A queda de 57% e atribuída a desvalorização das ações da Ambipar. Exposição via fundo, distinta da compra direta de letras financeiras.
Confirmam
Sobe para 8 o número de municípios de MS que investiram em fundos do Banco Master
Citados
Texas I Fundo de Investimento em Ações, Brazilian Graveyard and Death Care Services (fundo imobiliário)
Estado
Documentado

CARE11 é o código de negociação do Brazilian Graveyard & Death Care Services Fundo de Investimento Imobiliário (B3), com carteira quase toda em cemitérios e funerárias.

Fonte únicaFonte: Jornal Razão · original (abre em nova aba)parágrafo sobre o fundo#f14-care11-identidade-ticker
Detalhes da evidência
Fato
3 jun. 2026
Fonte
Banco Master: cidade de SC 'perdeu' R$ 3,3 milhões dos aposentados — Jornal Razão, 3 jun. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Resolve a hipótese do acervo (f02b) de que o CARE11 do TCE-RJ e o Brazilian Graveyard & Death Care sejam o mesmo fundo, por correspondência ticker-nome numa reportagem; CNPJ não conferido na CVM. A Folha (via f02b) cita o Brazilian Graveyard entre cinco fundos ligados ao Master.
Confirmam
Cemitérios, consignados e bilhões: processos do TCE-RJ apontam gestão temerária e ameaça a aposentadorias em investimentos no Master
Citados
Brazilian Graveyard and Death Care Services (fundo imobiliário)
Estado
Documentado

Segundo o Jornal Razão, o CARE11 nasceu com a participação de empresas próximas da corretora Planner e do antigo Banco Máxima, que depois virou o Banco Master; segundo reportagem regional que cita relatórios da PF enviados ao STF, o fundo foi inicialmente administrado pela Máxima Asset Management, Vorcaro teria aportado mais de R$ 154 milhões no fundo em 2023 e 2024, e o fundo tem 20% das ações da Cortel, concessionária de cemitérios em São Paulo.

AlegadoGraveFonte: Conecta Piauí · original (abre em nova aba)seções sobre administração e aportes#f14-care11-ligacao-master-planner-maxima
Detalhes da evidência
Fato
2023
Fonte
Dino manda apurar relação de Master com cemitério — Conecta Piauí, set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Os R$ 154 mi são descritos com 'teria' e não são atribuídos expressamente à PF; relatórios da PF não examinados. A reportagem não afirma vínculo direto da Máxima Asset com Vorcaro. Fabiano Zettel, citado como diretor da Cortel, aparece em atas com e-mails do Master/Máxima. A decisão de Flávio Dino de 15/09/2026 (ADPF 1.196) pede informações, não conclui. CVM multou em 2022 dois outros sócios do fundo por informação privilegiada, e a Cortel Holding foi absolvida. Nenhuma fonte lida liga os investimentos dos institutos fluminenses a Vorcaro.
Confirmam
Banco Master: cidade de SC 'perdeu' R$ 3,3 milhões dos aposentados
Citados
Brazilian Graveyard and Death Care Services (fundo imobiliário), Banco Master, Planner Corretora de Valores S.A., Daniel Vorcaro
Estado
Revisado

Relações documentadas

  • Outra Planner Corretora de Valores S.A. — Estrutura relacionada ao Master por origem do fundo; alegação de reportagem. Não demonstra ligação dos institutos fluminenses com o Master. (data não informada) [evid]

Outras evidências que citam esta entidade

Dados citados pela Folha por fundo: Texas I recebeu R$ 103 mi de regimes próprios até agosto de 2025, tinha carteira de R$ 634 mi em setembro de 2025 com 93% em ações da Ambipar e patrimônio líquido de R$ 122 mi em dezembro de 2025; Aquila R$ 83 mi em agosto de 2025; São Domingos R$ 20 mi (12 institutos); Brazilian Graveyard R$ 16 mi (52 institutos, administrado pela Zion); Osasco Properties R$ 5 mi (administrado pela Planner).

O que ainda não se sabe

  • CNPJ da tabela do MPC-SP (Brodowski, fls. 16)
  • a identidade com o fundo CARE11 do TCE-RJ e hipótese do projeto, não confirmada em fonte lida
  • administrado pela Zion, segundo a Folha

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