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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Instituto de previdência (RPPS)

Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev)

Documentado · Palmas / TO

Ver a ficha previdenciária: aplicações, saldo, perda e cadeia decisória →

Controle

Principais fatos

Segundo a Folha, o Igeprev (RPPS do Tocantins) manteve cerca de R$ 21 milhoes aplicados no fundo imobiliario Aquilla, o maior investidor estadual entre os fundos mapeados; o fundo teve prejuizo de R$ 20 milhoes em 2025 e esta fechado a resgates. O instituto diz que os recursos foram aplicados entre 2011 e 2014 e que a gestora do fundo teve relacao comercial com o Banco Master (na epoca Banco Maxima), sem vinculo financeiro do Igeprev com o banco.

Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev) (9 fev. 2026): O Igeprev diz que não possui nem teve relação financeira com o Master, que as aplicações citadas são de 2011-2014 em gestões anteriores, que o gestor do fundo teve relação comercial com o banco quando se chamava Máxima sem que os investimentos entrassem na carteira do banco, e que mantem ações administrativas e judiciais para recuperar recursos.
Detalhes da evidência
Fato
ago. 2025
Fonte
Ao menos cem institutos de previdência municipais e estaduais investiram em fundos do Master; veja lista — Folha de S.Paulo (republicada pelo Política Livre) (Lucas Marchesini, Marcos Hermanson), 7 fev. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Valor e SALDO/posição em 08/2025 (não o aplicado). A associação do fundo ao Master e critério da reportagem; o Igeprev diz nunca ter tido relação financeira com o Master e que o gestor do fundo teve relação comercial com o banco quando se chamava Máxima, sem que os investimentos entrassem na carteira do banco. Prejuízo do fundo e do fundo, não do Igeprev.
Citados
Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev), Aquilla Fundo de Investimento Imobiliário (grafado 'Aquila' pela Folha)
Estado
Revisado

O Ministério Público do Tocantins (9ª Promotoria de Justiça de Palmas, promotor Vinicius de Oliveira e Silva) instaurou inquérito civil para apurar aplicações do Igeprev em fundos de maior risco, após informações de recursos em fundos ligados ao Master; levantamento preliminar aponta mais de R$ 200 milhões em fundos não geridos por grandes instituições.

Fonte únicaFonte: Times Brasil · original (abre em nova aba)seção 'Investigação do MPTO'#f02a-to-mpto-inquerito
Detalhes da evidência
Fato
fev. 2026
Fonte
Master: MP-TO investiga aplicações de instituto de previdência — Times Brasil, 18 fev. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Número do inquérito e data da portaria não informados; sem resultado. MPTO também teve ações de improbidade sobre fundos de 2011-2014 (histórico do Igeprev), anteriores ao caso Master.
Citados
Ministério Público do Estado do Tocantins, Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev)
Estado
Revisado

Outras evidências que citam esta entidade

Cruzando dados da CVM com a carteira dos RPPS registrada no Ministério da Previdência, a Folha identificou pelo menos 100 regimes (3 estaduais - Amapá, Rio de Janeiro e Tocantins - e 98 municipais) com aplicações indiretas em cinco fundos ligados ao Master (Texas I, Aquila, Osasco Properties, São Domingos e Brazilian Graveyard & Death Care), somando R$ 238 milhões antes de 2025, com queda posterior de 57%.

Reportagem do UOL (janeiro/2026), citada pelo Times Brasil, diz que o Igeprev aplicou cerca de R$ 62 milhões em fundos da Foco DTVM, o maior aporte entre previdências estaduais investigadas por fundos ligados ao Master.

Fonte únicaFonte: Times Brasil · original (abre em nova aba)seção 'Fundos, valores e gestoras'#f02a-to-foco-62
Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev) (9 fev. 2026): O Igeprev diz que não possui nem teve relação financeira com o Master, que as aplicações citadas são de 2011-2014 em gestões anteriores, que o gestor do fundo teve relação comercial com o banco quando se chamava Máxima sem que os investimentos entrassem na carteira do banco, e que mantem ações administrativas e judiciais para recuperar recursos.

O que ainda não se sabe

  • CNPJ não lido; datas e dirigentes das aplicações de 2011-2014 não identificados.

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