Segundo reportagem do UOL (via Brasil 247, 16/10/2026), a PF diz que a nomeação de Deivis Marcon Antunes foi influenciada por Antonio Rueda em articulação com Castro; Rueda e ACM Neto negam irregularidade e dizem que os pagamentos a eles foram por contratos de consultoria/serviços.
Antonio Rueda (16 out. 2026): Rueda diz que sua relação com o Master era 'eminentemente profissional', com serviços faturados e tributados, critica o vazamento de trechos 'fora de contexto' e anuncia medidas legais.
ACM Neto (16 out. 2026): ACM Neto chama os vazamentos de seletivos e fora de contexto, nega ter direcionado fundos de previdência ao Master (inclusive o Amapá), diz que nunca participou de decisões do governo federal, incluindo a lista do ministério, e que os pagamentos decorrem de contrato de consultoria de janeiro de 2023 com notas e impostos.
Detalhes da evidência
- Fato
- 2023
- Fonte
- Mensagens mostram atuação de ACM Neto e Rueda para levar Master a fundos de previdência — Brasil 247 (apuração original: coluna de Fabio Serapiao, UOL) (Otavio Rosso), 16 out. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Segunda mão; original do UOL não aberto; a matéria diz que nada prova pagamentos de 10% a Rueda ou ACM Neto. Interpretação de mensagens pela PF/reportagem.
- Citados
- Antonio Rueda, ACM Neto, Deivis Marcon Antunes, Cláudio Castro
- Estado
- Revisado