A proposta de delação de Vorcaro foi apresentada em três versões e rejeitada pela Polícia Federal e pela PGR por falta de ineditismo e de elementos de corroboração; Vorcaro pediu para depor ao ministro André Mendonça (STF), e a PGR rejeitou novamente pelos mesmos motivos.
Vorcaro diz que doações a Tarcísio e Bolsonaro foram propina
Poder360 · 3 set. 2026
Documentado Fonte secundária
- Acesso pelo projeto
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consultado em
- 17 out. 2026
- Endereço original
- https://www.poder360.com.br/poder-justica/vorcaro-diz-que-doacoes-a-tarcisio-e-bolsonaro-foram-propina/
- Notas
- Reporta apuração do UOL (Fábio Serapião, Natália Portinari, Artur Rodrigues e Cézar Feitoza), não aberta pelo projeto. O Poder360 não verifica as alegações.
O que este documento sustenta no acervo
Em nota, o Governo de São Paulo afirmou que a PKL Credcesta foi credenciada em maio de 2022 na gestão de Rodrigo Garcia (PSDB), por procedimento administrativo com critérios objetivos; que foi suspensa quando o Banco Central a liquidou; que responde por 3,4% de R$ 634 milhões movimentados em consignados (chegou a 5,26%); que a escolha da instituição cabe ao servidor; e que contratos vigentes são honrados por orientação da PGE.
Gilberto Kassab nega "com veemência" o relato, diz nunca ter tratado de doações com Augusto Lima ou Vorcaro, nunca ter falado com Vorcaro e não ter recebido doações nem valores em espécie, e que conhece Lima e Thiago Botelho mas nunca tratou do Credcesta; a defesa de Augusto Lima disse que não comentaria e chamou as declarações de "absurdas".
O Credcesta, cartão consignado para servidores públicos operado pela PKL One Participações, ligada a parentes de Augusto Lima (sócio de Vorcaro, segundo a reportagem), atuou no sistema de consignados do Estado de São Paulo a partir do credenciamento de maio de 2022.
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