Data exata da reportagem não confirmada na extração (outubro de 2026 e inferência pela busca).
O que este documento sustenta no acervo
Segundo relatório confidencial do grupo de trabalho do BRB (concluído em 19/05/2025), entre 24/12/2024 e 24/04/2025 o Master assinou 26 contratos com a Tirreno que somam R$ 6,347 bi em preços de compra e vendeu essas carteiras ao BRB por R$ 11,530 bi.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Segundo o mesmo relatório, o GT do BRB foi formado em 26/02/2025 e passou a questionar o Master em 02/04/2025; em 08/04/2025 verificou 47 contratos de 15 pessoas, dos quais 8 existiam; em 29-30/04/2025 o tesoureiro do Master confirmou que parte dos contratos vinha de outra instituição; em 02/05/2025 o nome Tirreno apareceu por escrito; em 05/05/2025 o Master enviou contratos da Tirreno e o BC mostrou que ela não era autorizada a operar como instituição financeira. Em fins de 2024 e ao menos três vezes em jan-fev/2025 o Master pediu ao BRB a devolução de carteiras vendidas, oferecendo substituição.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Segundo a reportagem sobre o relatorio do GT, em 05/05/2025 a diretoria do BRB decidiu nao exercer por 120 dias a clausula de recompra que obrigaria o Master a devolver o dinheiro e determinou a compra de outros R$ 750 milhoes em carteiras do Master. Em 04/05/2025 o entao presidente, Paulo Henrique Costa, escreveu 'A operação não vai sair sem eles' ao cobrar documentos. O relatorio do GT foi concluido em 19/05/2025.