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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Biblioteca documental

Banco Master: a reconstrução completa de como uma fraude capturou a República

Agência Pública · Thiago Domenici · 9 mar. 2026

Documentado Fonte secundária

Acesso pelo projeto
Íntegra examinada pelo projeto
Consultado em
17 out. 2026
Endereço original
https://apublica.org/2026/03/banco-master-a-reconstrucao-completa-de-como-uma-fraude-capturou-a-republica/
Notas
Cronologia de síntese. Contém imprecisões frente a fontes primárias (ex.: situa a liquidação do Will Bank em 18/11/2025 e a rejeição inicial do Máxima em 2017); usar apenas como pista quando isolada.

O que este documento sustenta no acervo

Reportagens descrevem que os CDBs do Master eram oferecidos ao público com a cobertura do FGC (até R$ 250 mil por CPF e por instituição) como fator de segurança, e que o banco usava a garantia para dar credibilidade às taxas altas.

Fonte únicaFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)linha «2019 em diante» da cronologia#f01-cdb-fgc-argumento

A Agência Pública relata que, segundo a PF, a Tirreno seria empresa de fachada criada por Vorcaro que vendeu créditos ao BRB (R$ 12,2 bilhões), e que o BRB comprou carteiras de crédito inexistentes do Master desde julho de 2024, negócios que chegaram a R$ 12 bilhões segundo a PF.

AlegadoGraveFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)linhas de julho de 2024 e seção «Valores-chave»#f01-tirreno-pf-brb

Em 17/11/2025, às 17h24, o Master anunciou a venda ao Grupo Fictor por R$ 3 bilhões; a Fictor Holding Financeira dizia ter intenção de comprar o Master com investidores dos Emirados Árabes Unidos; em 18/11/2025 o BC encerrou a negociação com a Fictor, segundo o InfoMoney.

Confirmado por fontes independentesFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)linha 17/11/2025 da cronologia#f01-fictor-oferta

Reportagens apresentam números diferentes para o custo total do FGC com Master, Will Bank e Pleno: cerca de R$ 49,5 bilhões gastos para ressarcir clientes (Agência Brasil, 18/05/2026); R$ 47 bilhões (Master e Will, novembro de 2025) e R$ 56 bilhões depois da liquidação do Pleno (Agência Pública, 09/03/2026).

Fonte únicaFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)seção «Outros números»#f01-custo-total-fgc-reportagens

Augusto Ferreira Lima era sócio do Master (10% no quadro de janeiro de 2019, segundo documentos do BC) e atuou como CEO; segundo a Times Brasil, deixou a sociedade em 2024 e depois adquiriu o Voiter (Banco Pleno), com aprovação do BC em julho de 2025; a Pública diz que o Voiter foi transferido a ele em agosto de 2025.

Fonte únicaFonte: Times Brasil (CNBC) · original (abre em nova aba)seções «Papel de Augusto Lima no Master» e «Venda a Augusto Lima»#f01-augusto-lima-socio-ceo

Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, é apontado pela Agência Pública como dono de fundos que compraram participações (como a fatia dos irmãos de um ministro do STF no resort Tayayá, por R$ 6,6 milhões) e, em reportagem de O Globo, como intermediário de pagamentos a servidores do BC; foi preso na 3ª fase da Compliance Zero (04/03/2026).

AlegadoGraveFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)seção «Nomes e papéis»#f01-fabiano-zettel-papel

Em agosto de 2024 o senador Ciro Nogueira apresentou acréscimo à PEC 65/2023 (a chamada «emenda Master») que elevaria a garantia do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por CPF; a Pública informa que a CCJ do Senado rejeitou a proposta no mesmo mês.

Confirmado por fontes independentesFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)linha «Ago. 2024» do quadro#f01-emenda-master-fgc-1-milhao

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